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	<title>Out_Arquias_Publicaciones</title>
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	<description>Investigación para los límites en arquitectura_proyecto editorial</description>
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		<title>Out_Arquias_Publicaciones</title>
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		<title>CoexistenZ. Convivência de ponto final.</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Dec 2010 16:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Português]]></category>

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		<description><![CDATA[Originalmente publicado em V!RUS Inglês e espanhol Carlos Tapia. Traducción: Natalia di Carli Em 1990, George Steiner dizia em &#8220;Gramáticas da Criação&#8221;: &#8220;Ainda não começamos a avaliar os danos causados ao homem &#8211; como espécie, que se chama sapiens- infligido por esses acontecimentos desde 1914. Nem sequer começamos a compreender a coexistência no espaço e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=633&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Originalmente publicado em <a href="http://www.nomads.usp.br/virus/virus04/">V!RUS</a></strong><br />
<a href="http://wp.me/pLDVZ-9z">Inglês e espanhol </a></p>
<p><strong>Carlos Tapia. </strong><br />
Traducción: Natalia di Carli<br />
Em 1990, George Steiner dizia em &#8220;Gramáticas da Criação&#8221;:<br />
&#8220;Ainda não começamos a avaliar os danos causados ao homem &#8211; como espécie, que se chama sapiens- infligido por esses acontecimentos desde 1914. Nem sequer começamos a compreender a coexistência no espaço e no tempo, acentuada pela imediatez da representação gráfica ou verbal nos meios de massa globais, das super-abundâncias ocidentais, como a fome, a miséria, a mortalidade infantil, que se assola sobre as tres quintas partes da humanidade. Existe uma dinâmica obviamente lunática em nosso desperdício de recursos naturais&#8230; Quarenta anos depois de Auschwitz os germes vermelhos enterrarram vivos a uns cen mil inocentes. O resto do mundo, previamente conscientes de tal acontecimeto, não fazem nada. Devido a magnitude do massacre, este século possui o contraste absurdo entre a riqueza disponível e a miséria efetiva,&#8230;, aliada a probabilidade de que as armas termonucleares ou bactereológicas possam acabar totalmente com o mundo, dotando a desesperança de uma nova dimensão.Alcançou-se a possibilidade clara de um retroceso na evolução, de uma volta sistemática à bestialização. Precisamente esta possibilidade faz com que &#8220;A Metamorfose&#8221; de Kafka seja a fábula chave da modernidade ou que, apesar do pragmatismo anglosaxão, este faça plausível a famosa frase de Camus: &#8220;a única questão filosófica seria o suicídio&#8221;.</p>
<p>Considerar uma alternativa à visão de não retorno que proporciona Steiner, para assim tentar evitar a resposabilidade de realizar revisões a essa leitura ou ações para enfrentá-la pode atingir um nível de indolência ou de cinismo que são inaceitáveis. No entanto, em poucas linhas, tentarei traçar um posicionamento e ao mesmo tempo uma interpretação a este respeito. Será, mais precisamente, uma localização, uma vez que hoje não há tantos pontos fixos, e duas interpretações para uma mesma pergunta. Uma interpretação endógena e outra exógena do texto: a que se origina e se forma em um interior e a que nasce e se desenvolve em um exterior.</p>
<p>Se Steiner é utilizado como ponto de partida é por expressar sem rodeios suas intenções, com toda sua crueldade. A convivência, a escala planetária, é um ponto cego de estar no mundo. Se existe consciência deste ponto é pela imagem mental que temos criado dele, a medida, e virtual. Nesta desvalorização do mundo, Steiner critica o desencaixe espaço-temporal que se dá pela imediatez da representação gráfica. Se queremos nos localizar, termo que insiste no encontro com nós mesmos através do mundo, o sistema de construtos que temos intermediado vem promovendo uma via para o tempo e outra, subsumida a anterior, para o espaço.  Porém todo processo de comunidade se produz no espaço, mesmo que seja virtual.</p>
<p>Para dar mais sentido a essas primeiras afirmações, diríamos que todo o sistema de valores e de conhecimentos aqui situados se produz no trânsito entre paradigmas; essas questões que todo mundo pensa que são evidentes, mas que olhando para trás, não muito atrás, nunca foram.  Passamos do enfrentamento do natural com o artificial, ao trânsito do artificial ao virtual.  Se a primeira década do século XXI foi caracterizada pela chamada Orgia Digital como uma duplicação do mundo em termos absolutos, onde já não sabíamos o que era original e o que era cópia, mas bem que os meios de comunicação estabelecem as etiquetas e a garantia de dizer o que é o real, então podemos concluir que a ação por excelêlencia do nosso tempo é recuperar a devolução da fala, da linguagem, da representação que foram expropriadas pela cultura do espetáculo. É o &#8220;Terceiro Entorno&#8221;  que se responsabiliza por administrar o que o primeiro entorno (natureza) e o segundo (artificialidade, manufatura) geram. Uma vez que nos colocamos no campo virtual, tudo pode ser modelado aos nossos interesses e isso será a única definição plausível da realidade, como diría Baudrillard: a virtualidade será o único campo exclusivo para a ação e para esperar que ali se estendam os efeitos do mundo. Paradoxalmente, vemos um apego exagerado à realidade hiper-real, onde o ridículo, desencaixado, impossível, converte-se em justificação política, ordem e meta. Até este momento: uma parte da localização dentro do a-locado (sem rumo, sem lugar), e uma interpretação endógena, dentro do próprio texto de Steiner.</p>
<p>Com uma difícil distinção, um texto não é real, mas é capaz de atualizar, ou seja, de se tornar;  abordaremos uma interpretação formada desde fora do texto de Steiner. A arquitetura vem agregando a ela a mesma a possibilidade de se tornar-mais que uma simples simulação e legitimação pelos meios de comunicação, mesmo que sempre se mantenha alerta no caso de necessitar voltar atrás, posto que o que importa não é chegar a ser realidade, senão, ser real por chegar a ser, seja nos meios, por todos os meios, na imaginação ou seja nas simulações consumidas diariamente.</p>
<p>O físico Jorge Wagensber diz que a realidade (kantiana, aparentemente, hoje também) compõe-se de duas coisas: objetos e fenômenos. Se os objetos (distribuições espaciais de matéria, energia e informação) ocupam o espaço, os fenômenos ocupam o tempo (transformações de temporalidade nos objetos). Conclui, portanto, Wagensberg que a criação da realidade coincide com a criação do tempo. Poucos físicos estão convencidos da existência de uma única realidad a qual administram e se sentem submetidos. A maioria acreditam em distintas manifestações da realidade, tantas quantas poderemos fornecer através de nossa percepção. Von Glasersfeld nos diz que não existe mundo externo, exógeno, mas sim que o que existe provêm de uma experiência com ele. Um alto grau de subjetivação nos percorre e não existe maneira de discernir sobre um mundo verdadeiro. Não é de se estranhar que Humberto Maturana tenha localizado a si mesmo nesta frase:</p>
<p>&#8220;Defendo que a questão mais importante que a humanidade tem a sua frente neste momento é a questão da realidade. E defendo que isto é assim, percebamos ou não, porque tudo o que fazemos como seres humanos modernos, a título individual, como entidades sociais ou como membros de alguma comunidade humana não social, implica uma resposta explícita ou implícita a esta pergunta como base para os argumentos racionais que empregamos para justificar nossas ações (&#8230;). Na verdade, defendo que a resposta explícita ou implícita que cada um de nós dá à questão da realidade determina como a pessoa vive sua vida, bem como sua aceitação ou rejeição a outros seres humanos na rede dos sistemas sociais e não sociais que a pessoa integra (&#8230;)&#8221;</p>
<p>Bem, chegando a este ponto, unindo ambas interpretações, podemos dizer que se existe alguma possibilidade de pensar, será pela abertura que cada um de nós faremos sobre a definição do que é real, independentimente de concluir que o real só existe no virtual, em alguma condição de negativo ou inverso do real. Se não é possível escapar do diagnóstico de Steiner &#8211; e o sensato é o suicídio &#8211; como assim pensaram tantos outros filósofos do fim do século passado, porque então continuar dando voltas sobre tudo isso?<br />
Como diriam os irmãos Wachowski, o óbvio é eleger a pílula azul e continuar o sonho da plena satisfação, mesmo tranquilizadoramente a custa dos demais, que nem sequer sonham. Asim, Cronenberg gera uma alternativa completa à realidade, que não é mais que um sintoma do presente, em seu filme &#8220;Existenz&#8221;.</p>
<p>Mesmo dando razão a Steiner, sobrariam poucas oportunidades. Nem sequer de forma remediada, nunca global ou estruturante, a convivência pelos espaços de negação nos asseguram tempo próprio. O grupo de investigação OUT_Arquías (Investiçação nos limites da arquitetura), ao qual faço parte dentro de uma rede de estudos internacional (RESE) indaga sobre a noção de contra-espaço como recurso deste momento para gerar uma via de desenvolvimento a nossa existência no comum. Por isso, a pergunta sobre o contra-espaço surge do conhecimento do que acontece na temporalidade presente, desde o manejo desses pressupostos, tratando de esclarecer as oportunidades que contemplam esta noção para voltar a insertar a categoria de espaço dentro da cultura, com uma intenção não recontrutiva, e desde a abertura que  prevê pensá-la no público.</p>
<p>Para mais informação, consulte:<br />
www.outarquias.wordpress.com<br />
www.hibridacionesandalucia.net<br />
www.htmhc.wordpress.com</p>
<br />Filed under: <a href='http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/category/arquitectura/'>Arquitectura</a>, <a href='http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/category/cultura/'>Cultura</a>, <a href='http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/category/arquitectura/espacio-arquitectura/'>Espacio</a>, <a href='http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/category/outarquias/'>Outarquias</a>, <a href='http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/category/portugues/'>Português</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/633/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=633&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>70 Viviendas en Palma del Río (Córdoba). Ángel Marchena Rodríguez.</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 21:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquiaspubli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>

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		<description><![CDATA[“Quienes conocimos épocas anteriores, en que los auténticos problemas sociales permanecían desatendidos…” Quienes no conocimos épocas anteriores, mas como paulatina desaparición de lo que había movido el mundo de nuestros padres en derredor, no podíamos imaginar la fértil aportación que hoy podemos recibir de lo dicho entonces, en cuanto a la comprensión y, sin duda, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=619&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>“Quienes conocimos épocas anteriores, en que los auténticos problemas sociales permanecían desatendidos…”</h3>
<p>Quienes no conocimos épocas anteriores, mas como paulatina desaparición de lo que había movido el mundo de nuestros padres en derredor, no podíamos imaginar la fértil aportación que hoy podemos recibir de lo dicho entonces, en cuanto a la comprensión y, sin duda, en cuanto a la formación arquitectónica, social, y cultural, hábil para producir y para integrar los resultados de las experiencias con las que aún convivimos. <span id="more-619"></span>Lo dicho entonces no fue sustanciación de la palabra por el hecho arquitectónico, hierático casi siempre, y por ello alejado de lo social, sino que el empleo de los términos <em>modernos</em>, más cercanos, por acariciar una apariencia oral, aun en el empleo de técnicas de reproducción para la masa, es lo que fijaría el interés en este pequeño estudio de las 70 viviendas sociales para Palma del Río del arquitecto cacereño Ángel Marchena Rodríguez.</p>
<p>Estas viviendas, <em>publicitadas</em> en la revista “Hogar y Arquitectura” nº 21, de marzo-abril de 1959, ejercen sobre el lector de hoy una enérgica focalización sobre algunos aspectos que coincidirían con la percepción que los ahora decanos de la profesión tienen cuando de sí mismos han de hablar. Por su voz sabemos que se sienten el punto de partida de la arquitectura contemporánea en España y que su aprendizaje, para esa conciencia, se forjó en un campo de especialización, sin descriptor reglado en las Escuelas de Arquitectura actuales, que administraba una necesaria “Formación Política en Arquitectura”.</p>
<p>La revista “Hogar y Arquitectura”, como publicación bimestral de la Obra Sindical del Hogar, perteneciente a la  Delegación Nacional de Sindicatos, era el medio oficial de dar cuenta de los avances que en materia de vivienda social se producían con respecto a las etapas anteriores al Movimiento y de los logros posteriores, cuya consecución se debió en gran medida a los progresos en el acceso al suelo, las ventajas fiscales, la regulación de la propiedad horizontal y unos créditos baratos. Todo ello, y la dedicación y capacidad de los arquitectos, con los ojos puestos primero en Alemania, y luego en EEUU.</p>
<p>En su número 1, en su primera página, la editorial, que no se firma, en aras de un espíritu de anonimato que sólo revele la presencia del Caudillo, cuya foto se encuadra <em>columnariamente</em> con la cita con que se encabeza este texto, utiliza como estilística literaria la de la epístola en una distante pero convencida primera persona del plural, en la que destacan los términos “orden” y “renovación” para la solución de los problemas sociales. La maquetación de la página, en caja, enfrentando únicamente texto –abajo- y retrato –arriba, a la derecha- por la esquina y la utilización de la letra capital, deja poco lugar a otras posiciones. Los dos espacios restantes, rectangulares y en blanco, quedan completamente supeditados a las cajas en cuanto al orden rotundo que marcan, y el contenido del texto rompe con lo inconveniente del pasado para su renovación. Porque, como extensión de los contenidos de propaganda, que se ataban a cohetes para mayor difusión en el 38, la vivienda social no iba a ser ya un “edificar casas ramplonas, como en las que hasta ahora han vivido los obreros, sino de levantar hogares alegres, modernos e higiénicos”.</p>
<p>Hará unos 40 años que Argan hablaba del arte moderno como arte popular, cercano, social, echando mano de Le Corbusier y de Gropius para sostener el carácter asimismo social que promueve la arquitectura, la arquitectura moderna. De esta manera, la figura del técnico proyectista se yergue en un ser anónimo, como el técnico-escribano de la editorial del nº1 de “Hogar y Arquitectura”, porque está fuera de la clase dirigente y de la clase obrera y es, al mismo tiempo, y según el historiador italiano “un ideador y un ejecutor potencial”.</p>
<p>La lectura del texto que acompaña a los dibujos técnicos en el nº21 de 1959, escrito por el propio Marchena, parecería ratificar la dirección que todo debe tomar para la máxima eficacia. Desde las recomendaciones para los criterios de concisión de los boletines sindicales a las normas que el equipo de Asís Cabrero –jefe de la Oficina técnica de la OSH- dictaminó para las nuevas viviendas, el tono anónimo de Marchena revela la colectiva preocupación por la vivienda social en España. Una austeridad de argumentos, una descripción de medidas higienistas y de soleamiento, una rentabilidad sobre la base del material y la técnica constructiva, y una franqueza y sinceridad que incide en los anteriores preceptos como extensión de la norma moderna de pureza y verdad. Marchena, si se permite una licencia estética, será para señalar lo desagradable que es encontrar en todo el arco mediterráneo una exhibición de la ropa tendida, que no es de ningún modo, expresión del orden y modernidad que las fachadas preconizan, y distorsionan completamente los avances en el estudio de la familia alrededor de la planta como célula básica en la formación del Estado.</p>
<p><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/11/escanear0005.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-620" title="Escanear0005" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/11/escanear0005.jpg?w=300&#038;h=269" alt="" width="300" height="269" /></a><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/11/escanear0006.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-621" title="Escanear0006" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/11/escanear0006.jpg?w=226&#038;h=300" alt="" width="226" height="300" /></a></p>
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<p>70 viviendas organizadas en  5 bloques agrupados en un 2+3, con retranqueos entre bloques y entre habitaciones, como máxima capacidad de ventilación, soleamiento y distracción de la monotonía en la composición. Cada bloque de tres plantas –optimización de la estructura portante- posee un único núcleo de escaleras y 4 viviendas por planta.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Carlos Tapia Martín. </strong></p>
<p><strong>Doctor Arquitecto.</strong></p>
<p><strong>Dpto. Historia, Teoría y Composición Arquitectónicas.</strong></p>
<p><strong>Escuela de Arquitectura de Sevilla.</strong></p>
<p><strong>Junio 06.</strong></p>
<br />Filed under: <a href='http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/category/arquitectura/'>Arquitectura</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/619/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=619&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Escanear0005</media:title>
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			<media:title type="html">Escanear0006</media:title>
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	</item>
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		<title>Presentación MGM. Principios de alteración</title>
		<link>http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/2010/10/13/presentacion-mgm-principios-de-alteracion-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 15:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outarquias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/?p=607</guid>
		<description><![CDATA[Texto de presentación a Morales-Giles-Mariscal en ciclo sobre el 50 Aniversario ETSA Sevilla. Conferencias: &#8220;NUESTROS MAESTROS&#8221;: APRENDIENDO DE LOS MAYORES. Carlos Tapia +info Ver conferencia en vídeo “Principios de alteración”: sismología MGM Por ser ésta la primera de las sesiones del ciclo “aprendiendo de los mayores”, donde se ha dado protagonismo, yo creo que inusitado, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=607&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>Texto de presentación a Morales-Giles-Mariscal en ciclo sobre el 50 Aniversario ETSA Sevilla. Conferencias: &#8220;NUESTROS MAESTROS&#8221;: APRENDIENDO DE LOS MAYORES.</h6>
<p>Carlos Tapia</p>
<p><a href="http://www.etsa.us.es/noticias/165-libre-configuracion/1236-50-aniversario-etsa-sevilla-conferencias-qnuestros-maestrosq-aprendiendo-de-los-mayores" target="_blank">+info</a></p>
<p><a href="http://obiter.us.es/index.php?option=com_seyret&amp;Itemid=2&amp;task=videodirectlink&amp;id=381">Ver conferencia en vídeo</a></p>
<p><strong>“Principios de alteración”: sismología MGM</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Por ser ésta la primera de las sesiones del ciclo “aprendiendo de los mayores”, donde se ha dado protagonismo, yo creo que inusitado, al presentador, cabría una cierta toma de libertades en los modos, sin ánimo de crear guía para los posteriores locutores. En esta condición de presentador, creo que debo tener el rasgo que acompaña a un entrevistador, esto es, que no se note su presencia, para que las respuestas sean de por sí suficientes. En la certeza de que eso va a ocurrir -las expectativas se satisfarán sin duda en la parte que le toca al conferenciante- sólo resta aclarar que no seré un biógrafo autorizado, ni un locutor radiofónico que da un <em>biopic</em> basado en la observación (que se sabe observada) para lanzarlo a las ondas. Además, nadie presenta a los habitantes con los que comparte casa: nada qué decir que no haya sido dicho o sabido en el caso de MGM. Así pues, no es éste lugar para la repetición, la obviedad, ni tampoco es momento del cumplido. Y por aquí empezaría.</p>
<p>Me he preguntado por las razones que llevan a un colectivo a entender que alguien, uno de ellos, merece estar entre quienes su magisterio ha sido extendido a lo largo de los años y su experiencia tiene un valor que ya no ejercita su práctica. Pero también sobre quien decide aceptar tal percepción de sí. Como ya he dicho, este ciclo no debe ser de celebración, de homenajes individuales, no hay elogios ni cumplidos, sino la coral demanda común de compartir lo que sólo se tiene por acumulación e intensidad. Es la constatación de que lo único que hay cumplidos son los años, nada menos: los que han colmado el vaso de la experiencia. Y ese ministerio debe tener la oportunidad de ser ofrecido, porque las ganas de ser recibido son claras y perentorias, desde el punto de vista del aprendiz incansable que es un arquitecto. Y al ser vertido, el vaso no sólo transmite experiencia, sino que construye escuela. 50 años de colmados y vaciados sin descanso, que construyen, si me permiten una licencia casi metafórica, una cierta laica escolástica.</p>
<p>La conferencia de hoy responde a éstos, pero también a otros objetivos.</p>
<p>En lo ya dicho, los objetivos para aceptar el ofrecimiento debe provenir, por lo que yo puedo entender, y también desear, de un saberse haber cumplido un ciclo y al mismo tiempo asumir la responsabilidad de promover los siguientes. Aunque entre los tres miembros de MGM suman más años de docencia que esta escuela, no es esto sino un número que no avala mérito, ni el paso de los años tiene en ellos marcas físicas tan visibles y profundas como para infundir respeto. El respeto lo logran porque su valía, la que hoy nos ofrecen, es evidencia de lo que hacen cada día, en las transferencias, las preocupaciones, las exigencias en su acción arquitectónica, indiferenciables de su pensamiento y conocimiento, a disposición de la docencia. Transferencias que no pueden olvidar las de primera fila de recepciones, como las Fernández-Valderrama, Bezos, la amplia Unidad C…, pero tampoco las múltiples capas siguientes, que deben sentirse aludidas en mis palabras, en un entrelazamiento del que se conoce su inicio, pero aún no dónde acaba.</p>
<p>En los objetivos aún no anunciados, la conferencia de hoy debe ser precisa en la aclaración, por medio de su obra, y del entendimiento de unos años, de la década de los 90.Es el encargo que se le ha hecho desde la organización del ciclo. El título elegido por  MGM es “principios de alteración”. Y creo que es intencionado y está bien fundado.</p>
<p>MGM estarían más de acuerdo conmigo en lo que se refiere a la procedencia de su declaratoria, la que une pensamiento con acción (nombre de un antiguo grupo suyo de investigación), situándola alrededor de Pierre Bourdieu, por la lectura que yo hago de esos años 90, donde la eclosión de lo complejo, lo complexo, es rango sustancial, incluso en un des-pliegue de la negatividad como sustanciación, que recibe como época la estampa dolorosa de los codificados estertores postmodernos de los 80, y son preludio de lo informe en el arranque del siglo XXI. Yo acomodaría, en cambio, en Niklas Luhmann una cláusula de obligado cumplimiento para su entendimiento. Será en los años 60 donde la teoría de sistemas alcanza un importante despegue, que es posteriormente utilizado para poder urdir el complejo trenzado de relaciones que en los 90, diagnosticadores de su comportamiento como Edgar Morin, ponen en juego para evitar la simplificación y reducción de problemas y del propio entendimiento de lo que la realidad es. Y si parangonamos ésta y aquella clave de época, separadas por tres décadas, es porque complejidad, principios de relación, negatividad como alteración, dan sentido a una acción arquitectónica que sorprende en MGM, a años vista, por su preclaridad, empeño, que yo incluso tildaría de obstinación, riqueza argumental y conocimiento del interior de la disciplina. Pero es que el pensamiento de la acción y la acción del pensamiento también se dejan leer por la experiencia del arte, el de los 60, con su reinvención por reivindicación en ese final del siglo XX, que MGM conocen tan cercanamente. Desde Nancy Holt a Robert Smithson, desde Duchamp y su actualización a partir de los 90, como parte de la recomposición de las vanguardias, las llamadas negativas, claro, Surrealismo y Dadá. O la propia arquitectura, como sistema relacional, sigo insistiendo en ello, leyendo los dibujos de Coderch para la casa Ugalde que anticipa una cierta topología de medidas elásticas tan del gusto de los arquitectos de fines del XX.</p>
<p>O por el fundamento humanista del habitar: somos en la medida que habitamos.</p>
<p>Luhmann defiende que la experiencia es un proceso. Por él llegamos a la conciencia, pero a través de la autoexperiencia, independientemente del sistema que aísla esa experiencia de sí, pero en función del entorno. Y me interesa lo que Luhmann dice, por cuanto uno llega a saber qué es (para qué de su vida, hacia dónde dirigir sus pasos aún en la incertidumbre) cuando comprende su entorno, cuando sólo se encaja la propia percepción de uno mismo en su alteración por la alteridad. Es un juego de palabras contundente. Continúa este sociólogo indicando que la alteración, la diferenciación, aparece por el enfrentamiento de al menos dos polaridades: lo posible y lo actual, lo presente y lo ausente, lo conocido y lo desconocido. Para mí, más que todo lo que se ha escrito sobre la obra de MGM, que ya es mucho, la cuestión fundamental de su acción más consciente se presenta por la mediación de estos principios, velando y desvelando, presentando y destruyendo, que también son los que definen los años 90, y no querría apellidarlos de deconstrucción, porque tal atribución es radicalmente superada por el pensamiento situado que ellos ahora promulgan. Pero estoy hablando de esos años de primeros proyectos duros, resistentes, impasibles a los debates de adscripción formal.</p>
<p>De forma que si ellos titulan a su intervención de hoy de Principios de Alteración, es porque hay una lógica relacional, un fundamento epistemológico, una conciencia de sí, y una claridad de objetivos. Es un proyecto vital, ambicioso y exigente. Hubo que llevarlos a otros foros para ponerlo a prueba, años duros, como duro es estar aprendiendo en sus clases, porque sólo esa experiencia es la posibilidad de la conciencia de los otros.</p>
<p>Para acabar yo propondría leer los proyectos que van a ver como</p>
<p><em>8 condiciones para el habitar, combinadas de a tres, dejando 1 como instancia de duda, un radical libre, y reunidas de a 4, para lanzar puentes habitables entre experiencia (y aprendizaje es experiencia) y acción:</em></p>
<p><strong><em>Alteridad, aleatoriedad, alteración y atenuación.</em></strong></p>
<p><strong><em>Autoridad, Austeridad, auspicio, austro.</em></strong></p>
<p>Por usar este soporte intermediador asumimos, entre muchas otras posibilidades, que:</p>
<p>Las palabras elegidas todas empiezan con la primera letra del alfabeto y como mucho se adentran en una temporalidad cuando se ve la distancia que hay de la “a” a la “u” de su segunda letra. Por esta singularidad, hay un ciclo que ver como concluso, pero también una larga trayectoria por delante, agotando letras y posiciones en las palabras.</p>
<p>Si para la experiencia como acumulación, de un proyecto a otro, usamos las 3 primeras y dejamos el radical libre para la atenuación, toda acción arquitectónica se presenta como singularidad impositiva, pero que alcanza integración por este principio atenuador. Revestimientos impropios, colores filtrantes, formas cambiantes –no fijas: las alea- deben ser entendidos así. Alteridad con alteración ya se ha explicado: rasgo constituyente.</p>
<p>Si como experiencia para la docencia, permitimos que el radical libre sea el auspicio, lo que está por venir, es mayor que lo visto. Y si nombramos antes a la Escolástica, es porque ni siquiera el término “principio” es empleado sin una intención. El principio de autoridad es la base del conocimiento escolástico, hasta que se desarrolla el llamado método científico, aunque la base de la duda persiste por cuanto el enfrentamiento a lo que parece cierto, ya dicho, inmutable, paradigmático, es recurrente de una época a otra. Autoridad para ejercer el derecho a romper la autoridad, pero hecho desde la heurística, un principio, de nuevo, de invención, de novedad, de alteración. Pero como no hemos dejado en este caso de elección de variables, o parámetros, como lo llaman ellos, la instancia de lo aleatorio, de lo que escapa al control, les hace descubrir hasta el espacio de debajo de SU silla. Lo pongo en mayúsculas, porque es, de nuevo, conciencia de sí, por la experiencia de sí. Y no son formas en despliegue expresionista, sino atenuado, de incluso paradójica austeridad, en ese puente que trazamos ora desde la experiencia, ora desde la acción en la obra de MGM.</p>
<p>Más acciones habitativas pueden encontrarse, yo no las diré todas, porque ya dije que sería un presentador casi anónimo. Pero ya es hora de dejar de hacer anónimos a los arquitectos MGM y decir sus nombres en la solicitud de dejarnos apropiar de parte de ese camino de construcción de experiencia, experiencia arquitectónica. Lo haré con el radical libre de la segunda secuencia: austro, viento del sur. Sara de Giles, Juan González Mariscal y José Morales.</p>
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		<title>CoexistenZ. Convivencia de punto final.</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 13:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>
		<category><![CDATA[Espacio]]></category>
		<category><![CDATA[Outarquias]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos Tapia. Texto en español del original en portugués, encargado por la revista brasileña V!RUS. original publicado and English Version Português George Steiner decía en 1990 en su “Gramáticas de la Creación”: “No hemos empezado a calibrar aún el daño hecho al hombre -como especie, como la que se llama a sí misma sapiens- infligido [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=593&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h6>Carlos Tapia. Texto en español del original en portugués, encargado por la revista brasileña <a href="http://www.nomads.usp.br/virus/virus04/">V!RUS</a>.</h6>
<h6><a href="http://www.nomads.usp.br/virus/virus04/?sec=5#sect11">original publicado and English Version</a></h6>
<h5><a href="http://wp.me/pLDVZ-ad">Português</a></h5>
<p>George Steiner decía en 1990 en su “Gramáticas de la Creación”:</p>
<p><em>“No hemos empezado a calibrar aún el daño hecho al hombre -como especie, como la que se llama a sí misma sapiens- infligido por estos sucesos desde 1914. <strong>No comenzamos siquiera a comprender la coexistencia en el espacio y en el tiempo, acentuada por la inmediatez de la presentación gráfica o verbal en los medios de masa globales, </strong>de la superabundancia occidentales, con el hambre, la miseria, la mortalidad infantil, que se abate sobre las tres quintas partes de la humanidad. Hay una dinámica obviamente lunática en nuestro derroche de los recursos naturales… Cuarenta años después de Auschwitz los jemeres rojos entierran vivos a unos cien mil inocentes. El resto del mundo, previamente enterado de tal suceso, no hace nada. Debido a la magnitud de la masacre, este siglo posee el contraste absurdo entre la riqueza disponible y la miseria efectiva,…, junto a la probabilidad de que las armas termonucleares o bacteriológicas puedan acabar totalmente con el mundo, dotando así a la desesperanza de una nueva dimensión. Se ha alcanzado la clara posibilidad de un retroceso en la evolución, de una vuelta sistemática a la bestialización. Precisamente esta posibilidad hace que `La Metamorfosis´ de Kafka sea la fábula clave de la modernidad o que, a pesar del pragmatismo anglosajón, ésta haga plausible el famoso dicho de Camus: `la única cuestión filosófica seria es el suicidio´”.</em></p>
<p>Considerar una alternativa a la visión de no retorno que provee Steiner, para así eludir la responsabilidad de acometer revisiones a esa lectura o acciones para encararla, alcanzaría una cota de indolencia o cinismo que son inaceptables. No obstante, en unas pocas líneas, trataré de esbozar un posicionamiento, a la vez que una interpretación. Más precisamente, será una localización, puesto que hoy no hay puntos fijos, y dos interpretaciones para una misma pregunta. Una interpretación endógena del texto y otra exógena, la que se origina y forma en un interior y la que se nace y desarrolla en un exterior.</p>
<p>Si Steiner nos es válido para tener un punto de arranque es por decir las cosas sin ambages, con toda crudeza. La convivencia, a escala planetaria es un punto ciego del estar en el mundo. Si hay conciencia de ese punto es por la imagen mental que nos hemos hecho de él, a medida, y virtual. En esta depreciación de mundo, Steiner critica el desencaje espacio-temporal por causa de la inmediatez de la presentación gráfica. Si queremos localizarnos, término que insiste en encontrarnos, a nosotros mismos, a través del mundo, el sistema de constructos que nos hemos agenciado, ha promovido una vía para el tiempo y otra, subsumida en la anterior, para el espacio. Por el tiempo leemos el espacio. Pero todo proceso de comunidad se produce en el espacio, aunque sea virtual.</p>
<p>Para dar más sensatez a estas primeras afirmaciones, diríamos que todo el sistema de valores y de conocimientos situados se produce en el tránsito entre paradigmas, esas cuestiones que todo el mundo piensa que son evidentes, pero que mirando hacia atrás, no demasiado atrás, no lo eran. Hemos pasado del enfrentamiento de lo natural con lo artificial, al tránsito de lo artificial a lo virtual. Si la primera década del siglo XXI se ha caracterizado por la llamada Orgía Digital, como una duplicación del mundo en términos absolutos, donde ya no sabemos cuál era el original y cuál el doble, sino que los medios de comunicación tienen el marchamo, la garantía de decir qué es lo real, entonces podemos concluir que la acción por excelencia de nuestro tiempo es reclamar la devolución del habla, del lenguaje, de la re-presentación, que han sido expropiadas por la cultura del espectáculo. Es el “Tercer Entorno” el que se encarga de administrar lo que el primer (naturaleza) y segundo entorno (artificialidad, manufactura) generan. Una vez que nos colocamos en el campo de lo virtual, todo puede ser moldeado hacia nuestros intereses y ello será la única definición plausible de realidad, como diría Baudrillard: la virtualidad será el único campo exclusivo para la acción y para esperar que allí se explayen los efectos del mundo. Paradójicamente, vemos un apego exagerado a la realidad en lo hiperreal, donde lo ridículo, desencajado, imposible, se convierte en justificación política, orden y reto.</p>
<p>Hasta aquí, una parte de la localización, dentro de lo a-locado (sin rumbo, sin lugar), y una interpretación endógena, en el seno del propio texto de Steiner.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/2010/09/23/coexistenz-convivencia-de-punto-final/"><img src="http://img.youtube.com/vi/68cBjUfF4x4/2.jpg" alt="" /></a></span>
<h6>Virtualidad. Outrace 2010. Trafalgar Square. Londres.</h6>
<p>Con una difícil distinción, un texto no es lo real pero tiene capacidad de actualización, es decir, de llegar a serlo, abordaremos una interpretación formada desde el afuera del texto de Steiner. La arquitectura se aferra a ella para una posibilidad de llegar a ser más que mera simulación y legitimación por los medios de comunicación, aunque siempre se mantiene bien alerta por si es preciso volver a la anterior, puesto que lo que importa no es llegar a ser, realidad, sino ser real por llegar a ser, sea en los medios,  por todos los medios, sea en la imaginación, sea en las simulaciones que se consumen a diario.</p>
<p>Dice el físico Jorge Wagensberg que la realidad (kantiana, pero al parecer, también hoy) se compone de dos cosas: objetos y fenómenos. Si los objetos (distribuciones espaciales de materia, energía e información) ocupan el espacio, los fenómenos ocupan el tiempo (cambios de temporalidad en los objetos). Concluye Wagensberg con que la creación de la realidad coincide con la creación del tiempo.</p>
<p>Pocos físicos se mantienen en un convencimiento sobre una realidad única que administrar y sobre la que sentirse sometido. La mayoría creen en distintas manifestaciones de la realidad, tantas como percepciones podamos aportar. Von Glasersfeld habla de que no hay mundo externo, exógeno, sino a través de una experiencia en él. Un alto grado de subjetivación nos recorre y no hay manera de discernir un mundo verdadero. No es de extrañar que Humberto Maturana se haya localizado a sí mismo en la frase:</p>
<p><em>&#8220;Sostengo que la cuestión más importante que la humanidad tiene frente a sí en este momento es la cuestión de la realidad. Y sostengo que esto es así, sea que nos percatemos o no de ello, porque todo lo que hacemos como seres humanos modernos, a título individual, como entidades sociales, o como miembros de alguna comunidad humana no social, implica una respuesta explícita o implícita a esta pregunta como base para los argumentos racionales que empleamos para justificar nuestras acciones (&#8230;). En efecto, sostengo que la respuesta explícita o implícita que cada uno de nosotros da a la cuestión de la realidad determina cómo la persona vive su vida, lo mismo que su aceptación o rechazo de otros seres humanos en la red de los sistemas sociales y no sociales que la persona integra (&#8230;)&#8221;</em></p>
<p>Bien, llegados a este punto, uniendo ambas interpretaciones, podemos decir que si hay una posibilidad de pensarnos, será por la apertura que de nosotros hagamos hacia una definición de qué es lo real, independientemente de concluir que lo real sólo es en lo virtual, en alguna condición del negativo o reverso de lo real. Si no es posible escapar al diagnóstico de Steiner, y lo sensato es el suicidio, como así debieron ver tantos filósofos de finales del siglo pasado, para qué seguir dando vueltas a todo esto. Como dirían los hermanos Wachowski, lo obvio es elegir la pastilla azul y seguir en el sueño de la plena satisfacción, incluso tranquilizadoramente a costa de los demás, que tan sólo sueñan. Así, Cronenberg genera una alternativa completa a la realidad, que no es sino síntoma de presente, en su filme “Existenz”.</p>
<p>Incluso dando la razón a Steiner, quedarían oportunidades. Siquiera de forma remedial, nunca global o estructurante, la convivencia por los espacios de la negación, nos aseguraría tiempo propio. El grupo de investigación al que pertenezco, OUT_Arquías (Investigación para los límites en arquitectura) dentro de una red de estudios internacional (RESE) indaga sobre la noción de contraespacio, como recurso de este momento para dar una vía de desarrollo a nuestra existencia en común. Por ello, la pregunta por el <strong>contraespacio</strong> surge del conocimiento de lo que acontece en la temporalidad del presente, desde el manejo de estos presupuestos, tratando de aclarar las oportunidades que brinda esta noción para volver a insertar la categoría del espacio en el seno de la cultura, con una intención no reconstructiva, y desde la apertura que provee el pensarla en lo <strong>público</strong>.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/2010/09/23/coexistenz-convivencia-de-punto-final/"><img src="http://img.youtube.com/vi/-k_PP94mCnA/2.jpg" alt="" /></a></span>
<h6>Contraespacios. OUTRACE 2010. Trafalgar Square.</h6>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<p>revista V!RUS | V!RUS journal<br />
www.nomads.usp.br/virus/virus03</p>
<p>http://www.outrace.org/messages/589</p>
<p>http://www.outrace.org/messages/715</p>
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		<title>Propuesta para el concurso de la plaza de la Encarnacion</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 11:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outarquias]]></category>

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		<description><![CDATA[El patrimonio como dispositivo y modelo de gestión: una apuesta por la transferencia temporal<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=585&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">La posibilidad de sobrevolar de manera ágil por espacios de novedad y pasado es tarea que nos incumbe y preocupa, estando empeñados en la formulación de un Proyecto Patrimonial capaz de vivificar el ayer. El modo de relacionarnos con las cosas del pasado, que constituyen las señas de identidad del lugar en su encuentro con la sociedad civil y con las instituciones que lo viven, para actuar sobre los potenciales del presente y la memoria de nuestro territorio va a inducir a la configuración de un soporte capaz de recoger y dar cuenta de aquellos elementos que comuniquen y refuercen la estructura de relaciones que se producen en nuestro entornos.</p>
<p style="text-align:justify;"> Se ensaya un modelo de gestión patrimonial con base en la construcción de una sistemática abarcativa de actuación e intervención en un marco territorial específico y caracterizado, sobre el que se plantea una ‘idea sobre el sitio’ que recoge intereses de lo patrimonial, arquitectónico, político, económico, de desarrollo sostenible y de gestión. Pero también, un proceder que actúa como proyecto de espacialización del patrimonio desde una perspectiva de globalidad ambiental y como motor de desarrollo.</p>
<p style="text-align:justify;"> La representación del soporte cultural y natural, el establecimiento de redes y de estrategias de  desarrollo, la identificación de segmentos espaciales y temporales del ámbito de actuación o el señalamiento de transversalidades operativas, son las intenciones y los materiales de una Base de Datos Activa donde se recoge tanto la información documental y gráfica de cada situación, como los criterios de intervención desde lo patrimonial en una estrategia regional.</p>
<p style="text-align:justify;"> <strong>De la memoria del proyecto de concurso</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Hay un visitante en la ciudad, viene con intención de quedarse, reconoce en algunas instalaciones del Puerto o en las cubiertas de las dragas o encima de los puentes algunos de los compañeros que le precedieron. Es un suelo, ha surgido de la necesidad. La tierra que se había abierto para alojar una máquina de monedas, nos ha ofrecido la riqueza de las huellas de hombre que funda la ciudad. Un palimpsesto a cielo abierto, escrito con la materialidad de los espesores y la técnica. La mano cuando ahueca la tierra encuentra el trazo que le ha precedido: fin para la ficción que funda la arquitectura en la piel de lo opaco. Este desgarro relata los tiempos de una superposición, que capa a capa nos va desvelando la lenta historia de la conquista de lo vertical.</p>
<p style="text-align:justify;"> Un suelo de volúmenes, con capas que lo envuelven, suspendido entre el cuenco abierto y las líneas del cielo urbano, con una topografía que se mueve entre la invención y la determinación de lo que se hace necesario. En esos volúmenes, alojándose y modelando, abierto al cielo: el mercado. Conectado con las líneas de flujo, que ahora descubren un paisaje insospechado. Arriba, las ondulaciones hacen de la cubierta de ese suelo plaza urbana. El visitante trastoca la dimensión cotidiana de la ciudad, que encuentra en este vacío lugar para el juego, la estancia o el paseo; algo de lo que está necesitada. Abajo, el espacio de la revelación, capaz de contar la historia secreta del lento y continuo transformarse de la piel de la tierra. Despliegue de un conocimiento, hasta ahora, para iniciados; que encuentra aquí lugar para añadirse a la larga secuencia de historias y leyendas urbanas.</p>
<p style="text-align:justify;">Ese vacío abierto por el suelo, comunicado a través de sus capas, inaugura un registro horizontal de la tierra y con ello propaga el flujo vertical que se dilata en las plataformas subterráneas el intercambiador, hasta llegar al metro.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero la labor de este visitante no finalizará hasta conseguir comprometer la propia naturaleza arquitectónica del paisaje urbano, que influido por el desafío de su juego, se apresta a encajarse en sus movimientos, trastocando sus hábitos.</p>
<p style="text-align:justify;">Y así: los pliegues del volumen del suelo serán acogidas, demoras y descensos para el museo del suelo, bateas suspendidas -arriba o abajopara el aparcamiento o el intercambio, o paisaje artificial transitados por recorridos capaces de entrelazarse con los caminos que aquí convergen.</p>
<p style="text-align:justify;">Signo de Hermes, transferencia abierta, red de prolongaciones de un atlas de la tierra-patria.</p>
<p style="text-align:justify;"> <strong>Intencionalidades</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Limpieza de tráfico. Arbolado y continuación peatonal de Regina. Desde las salidas de cada calle que conecte con el EPSM se trata de resaltar la singularidad del lugar mediante la propuesta. Son los articuladores de la trama zigzagueante de la ciudad histórica con la deriva de los pasos que no son interrumpidos por la propuesta en ninguna dirección.</p>
<p style="text-align:justify;">EL EPSM tiene un marcado carácter social. Por ello, atiende tanto al nivel local como al global. Se revaloriza el tejido humano, que es tan importante como el comercial para la salud de barrio. Se incorporan baterías de aparcamientos para residentes con circulación bajo rasante en su conexión con las arterias principales, en un alveolo, el de mayor altura, en la ubicación del actual mercado provisional. Se compatibiliza este uso con deportivo [gimnasio] y recepción al recorrido por los estratos de la historia sevillana, en el probable lugar donde se encuentren restos de importancia.</p>
<p style="text-align:justify;">Alveolo de mayor dimensión para salón de convenciones, conferencias y seminarios. Desde él se restituye la imagen y morfología topológica, a la vez que se empasta un vacío urbano poco cualificado. La trama de la plaza se extiende hasta San Andrés.</p>
<p style="text-align:justify;">Red nodal de estancias con mismos usos descentralizados y no jerarquizados. No hay bolsas de usos, sino primacía de recorridos [plaza] y en el discurrir se van enlazando funciones. Así, es posible hacer funcionar dependencias en varios sitios que demanden relación con las investigaciones del subsuelo.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>EPSM &#8211; Edificio Prospector del Subsuelo Metropolitano</strong></p>
<p style="text-align:justify;">La indeterminación del rango de valoración de las prospecciones, hace que este edificio vaya generando su morfología a partir de los resultados de las sucesivas campañas. Por ello la representación diédrica no responde con fortuna al planteamiento.Lejos de ser un problema el desconocimiento de las ubicaciones de la riqueza del subsuelo, esta propuesta puede poner en valor cada resto arqueológico en su ubicación sin menoscabo de su lógica. Al contrario, es su lógica, como se explica en el Panel 4. Prospectar significa investigar mientras se construye y aquí podría facultarse el centro de conocimientos arqueológicos metropolitano en tiempo real.</p>
<p style="text-align:justify;">La incorporación de los planos del suelo al presente no sería consecuente con un encierro de los yacimientos en una urna para abrir en ocasiones especiales. Se trata de una nueva cultura del tiempo y de la historia. Por ello, grandes huecos horadan el EPSM para que se pueda disponer de nuestra cultura durante paseos, o las compras, y no como accesos de privilegio. Socialización del conocimiento y la cultura.</p>
<p style="text-align:justify;">Tratamiento del suelo que no distingue entre peatonal y rodado. Incorpora suelos duros y blandos, de piezas coloreadas de hormigón con PVC, albero, vegetación, para juego de niños, prácticade deportes como skate, escalada, jogging, tablas de ejercicios, muy faltos en la zona. El tratamiento singulariza el centro metropolitano también desde el aire, como Puerta de la nueva Sevilla.</p>
<p style="text-align:justify;">Circulación rodada en superficie sólo en este vial. Se establece como premisa la paulatina peatonalización del centro, avalada por la mejora que supone el metro. No obstante, servicios públicos y de emergencias circularán hasta cualquier punto de la plaza. La necesidad de paso por el eje de Laraña impone que la propuesta no restrinja desde un primer momento la circulación de vehículos privados. Se aprovecha la boca del antiguo proyecto de parking y se abre otra paralela. También se reaprovechan las pantallas.</p>
<p style="text-align:justify;">Topografía irregular que mantiene el vacío urbano tan importante para descongestionar el centro histórico. No hay aproximación formal a ninguno de los edificios ni a sus tiempos que aquí ya conviven. El EPSM renuncia a su presencia para potenciar las auto-organizaciones sociales de convivencia.</p>
<p style="text-align:justify;">Intercambiador bajo rasante. Buses eléctricos enlazan desde dos plataformas con el metro, pero también con el espacio interno del EPSM, incorporando los estratos a la vida cotidiana, y no a una ruta museística. Hueco de grandes dimensiones del que aflorará la vegetación. No hay un único nivel pisable y de tránsito en horizontal, sino en vertical.</p>
<p style="text-align:justify;">Apertura Este-Oeste. Esponjamiento peatonal y arbolado para las zonas comerciales que vienen desde calle Francos.</p>
<p style="text-align:justify;">Vaciado de la planta baja del edificio municipal. Ensanche de la boca de salida de calle Puente y Pellón. Relación espacio público-edificio público. Amalgama tejido urbano no limitado por la definición de calle.</p>
<p style="text-align:justify;">El mercado, como otra actividad del edificio (EPSM), encuentra en los alvéolos estructurales la disposición de los distintos ámbitos de su programa, los recorridos y la relación con los estratos de la ciudad.</p>
<p style="text-align:justify;">Lejos de encerrarse sobre sí mismo instalándose en una pieza aislada que se ofrecer a la ciudad, la ocupación se despliega bajo la gran plaza identificando situaciones singulares y actuando como un mecanismo de orientación de las nuevas actividades que se convocan en el lugar.</p>
<p style="text-align:justify;">La agrupación de puestos –verduras, pescados y carnes- entre las cotas 0,0 m y –1,2 m, supone tanto un modo de organización como un dispositivo de registro de la ruina.</p>
<p style="text-align:justify;">El andén de descarga de mercancías, en la cota – 3,5 m, recoge el acceso rodado al edificio de aparcamientos de residentes y equipamiento vecinal.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:x-small;color:#231f20;font-family:Frutiger-Bold;"><span style="font-size:x-small;color:#231f20;font-family:Frutiger-Bold;"><span style="font-size:x-small;color:#231f20;font-family:Frutiger-Bold;">Carlos Tapia Martín</span></span></span></strong></p>
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		<title>Patrimonio y espectáculo. Imagen y desaparición: olvidar y recordar</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 11:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquiaspubli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outarquias]]></category>

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		<description><![CDATA[Mariano Pérez Humanes.ETSA. Universidad de Sevilla. España “Cualquier imagen, como la imagen leída en la retina, recoge una apariencia que va a desaparecer” (John Berger) Hasta hace unos años las cosas desaparecían de una manera “natural”. Al igual que aparecían, siempre producto de un esfuerzo, cuando había pasado el tiempo, cuando habían cumplido su ciclo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=538&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"><strong>Mariano Pérez Humanes.ETSA. Universidad de Sevilla. España</strong></span></h3>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#888888;">“Cualquier imagen, como la imagen leída en la retina,<br />
recoge una apariencia que va a desaparecer”<br />
(John Berger)</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Hasta hace unos años las cosas desaparecían de una manera “natural”. Al igual que aparecían, siempre producto de un esfuerzo, cuando había pasado el tiempo, cuando habían cumplido su ciclo vital, morían. Ahora las cosas aparecen y desaparecen casi sin esfuerzo. El mundo se ha colmado de objetos e imágenes efímeras que apenas nos dejan parpadear. Del tiempo cíclico, se pasó al lineal y de éste al puntual-intermitente, en un doble cambio fugaz, que apenas ha durado un siglo.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta manera de aparecer el mundo, de aparecer y desaparecer repetidamente, potencia lo que Roland Barthes denomina el ‘punctum’. Es decir, el punto de efecto. Un efecto seguro pero ilocalizable. Estamos, pues, sometidos a estos ‘fogonazos que flotan’, no sabemos dónde, hasta una nueva aparición.</p>
<p style="text-align:justify;">La desaparición de las cosas se nos hace cada vez más relativa, pero también su nueva aparición. Manuel Castells nos dice que “la tendencia que domina nuestras sociedades, como una expresión de nuestra ambición tecnológica y en concordancia con nuestra celebración de lo efímero, es borrar la muerte de la vida o hacer que pierda su sentido mediante su representación repetida en los medios de comunicación, siempre como la del otro, de tal modo que la propia se enfrenta con la sorpresa de lo inesperado.”2</p>
<p style="text-align:justify;">Ahora, las cosas y su valor no desaparecen porque se ausenten sino porque se sobreexponen, siempre igual, intermitentemente, como relámpagos. En esos instantes en los que se hace la luz, sólo somos capaces de percibir el efecto y nunca la causa. Así “por inmediato, por incisivo que fuese, el punctum podía conformarse con cierta latencia (pero jamás con examen alguno).”3 Y es quizá esa latencia lo que de alguna manera produce el efecto de ausencia- presencia con las que cada una de las fugaces imágenes nos obsequian.</p>
<p style="text-align:justify;">Esto ha supuesto un cambio radical de nuestra mirada que, centrada en la revelación de fragmentos, es capaz de apreciar cosas que antes ni imaginaba. Sin embargo, “al separar la muerte de la vida y al crear el sistema tecnológico que hace que esta creencia dure lo suficiente, construimos la eternidad de nuestro lapso vital. Así pues, nos hacemos   eternos, excepto durante ese breve momento en que nos acoge la luz.”4</p>
<p style="text-align:justify;">Pero en esta efemeridad eterna, o en esta eternidad efímera, lo que se pone en cuestión son dos certezas que hasta ahora habían rodeado nuestras vidas: la necesidad de olvidar o recordar y la autenticidad de las cosas que percibimos.</p>
<p style="text-align:justify;">Si buena parte del tiempo vivido el hombre se ha preocupado por encontrar el origen, aquello que siempre ha supuesto detrás de lo visible; cuando “por todas partes vivimos en un universo extrañamente parecido al original”,5¿qué sentido puede tener buscar la autenticidad? Y, por otra parte, ¿es acaso el recuerdo algo que constituya una característica de nuestra época?</p>
<p style="text-align:justify;">Olvidar y recordar eran las dos acciones que nos ponían en contacto con lo pasado. Pero si hubo un tiempo en que recordar era recordar tal y como las cosas habían sido, y olvidar era borrar absolutamente las cosas de la memoria. Ahora estas dos acciones son otra cosa, y “recordar realmente no puede significar recordar como realmente ha sido, sino algo más modesto y muy diferente. Significa que cuando recordamos, olvidamos”6  Pero además, por mucho que queramos olvidar, sabemos que las cosas ya nunca desaparecen del todo: hay ‘algo’ que se ocupa de que queden fijadas, presentes en nuestra percepción.</p>
<p style="text-align:justify;">Hasta hace poco, éramos conscientes que lo que nos quedaba del pasado eran fragmentos, aquellos restos más duros que habían aguantado el paso del tiempo; pero el orden en que aparecían, e incluso su materialidad, no podían evidenciar ese paso del tiempo.7 Ahora, gracias a las nuevas tecnologías, podemos visionar fragmentos enteros en el mismo orden que sucedieron, idénticamente a como fueron, como si estuviesen siendo en el presente. Esta creencia, de absoluta acumulación del tiempo y de infinita posibilidad de volver a ser, hace que recuerdo y olvido dejen de tener sentido. La dialéctica   entre lo nuevo y lo viejo desaparece en este mundo de absoluta exterioridad.</p>
<p style="text-align:justify;">Todas las estrategias del hombre para poner en relación pasado y futuro resultan irrisorias en este mundo dominado por el presente. Sin embargo si esto fuese así lo patrimonial, encargado de velar por lo que ha sido, dejaría de tener sentido pues con sólo archivar el pasado en una gran base de datos podríamos en cualquier momento recuperarlo tal y como sucedió. Pero sabemos que esto no es posible, porque cuando conocemos el pasado, cuando somos capaces de hacerle justicia, entonces descubrimos que esta operación sólo es una aproximación a lo que ello supuso. Es decir, la operación de reconstrucción está invadida por la interpretación.8 Por ello, ante la imposibilidad de registrarlo todo tenemos que elegir que recordar y que olvidar. Y aquí es donde surge el primer problema.</p>
<p style="text-align:justify;">Como nos dice Italo Calvino: “recordar es necesario, pero olvidar es una función igualmente vital para el pensamiento. La verdadera tarea del intelectual es la de ayudar a recordar lo olvidado, pero para lograrlo debe ayudarnos a olvidar lo que recordamos en exceso: ideas heredadas, imágenes heredadas que nos impiden ver, pensar, expresar lo nuevo.</p>
<p style="text-align:justify;">No es tarea fácil: tanto olvidar como recordar son operaciones extremadamente difíciles y cuando hay que elegir qué debemos olvidar y qué recordar, las posibilidades de que nos equivoquemos son innumerables, mientras que un acto de justo olvido o de justa recuperación de la memoria bastaría para justificar una vida.”9</p>
<p style="text-align:justify;">El segundo problema es ver como lo que se recuerda aparece, porque cada vez menos somos nosotros los que recordamos: son los medios los que recuerdan por nosotros. Es por tanto necesario ver cuál es nuestra relación con lo que aparece y con lo que recordamos.10</p>
<p style="text-align:justify;">Lo viejo es siempre nuevo en nuestra sociedad porque en su aparecer introduce componentes que no existían y porque modifica y reorganiza lo existente. Si no tenemos en cuenta estos dos aspectos podemos caer en dos errores opuestos, como nos indica Ezio Manzini, “el primero, el estar en ambientes  profundamente transformados y no reconocer la novedad. Por lo que adoptaremos criterios de lectura inadecuados para su comprensión; y el segundo, el pensar que lo nuevo puede todavía ser radical, que puede presentarse como negación, como eliminación de todo lo preexistente.”11</p>
<p style="text-align:justify;">Desde el punto de vista físico, visual diríamos ahora, creemos poder encontrar, cada vez, aquello que existía en el pasado, lo viejo. Desde el punto de vista relacional, desde nuestra vivencia subjetiva, somos conscientes de que las antiguas presencias se convierten en experiencias completamente nuevas: lo nuevo se basa en lo viejo y lo trastoca. Por tanto, lo nuevo está condicionado por lo viejo, y lo que hace es convertir en parte constitutiva de la novedad a lo viejo.</p>
<p style="text-align:justify;">La teoría propuesta por Hanna Arendt nos ha permitido encontrar ciertas similitudes en la manera de sentir la temporalidad por los hombres de principios de siglo XX y los que estamos en este otro inicio. Y es que ambos parecemos vivir el presente como una brecha en el tiempo, como un vacío. Diríamos que este vacío se ha producido desde el mismo momento en que las antiguas preguntas carecen de significado. Entonces, el hombre comienza a comprender que está en un mundo donde su mente y su tradición de pensamiento no “son capaces siquiera de plantear preguntas adecuadas y significativas, por no hablar de dar respuestas a sus propias perplejidades”12: el hilo de la tradición se ha roto y la brecha entre pasado y futuro se convierte en una realidad tangible para todos. El vacío se hace presente.13</p>
<p style="text-align:justify;">En esos momentos es cuando el único medio posible para rellenar dicho vacío es la acción, una acción experimental que no busca nada más que hacer. Probablemente esto fue lo que ocurrió en los inicios de la vanguardia y en la postmodernidad. Pero, es precisamente en este proceso de centración en el hacer cuando determinadas fuerzas, sin saberlo ni advertirlo, comienzan a crear un espacio de libertad.</p>
<p style="text-align:justify;">Probablemente ese espacio de libertad se desarrolló de 1917 a 1933, cuando se produjeron las mayores revoluciones artísticas que acabaron configurando lo que, definitivamente, fue la tradición de lo moderno. Sin embargo, podemos decir que el espacio de libertad, abierto tras la postmodernidad, aún se está desarrollando y que la nueva tradición todavía no es ni ha sido.14</p>
<p style="text-align:justify;">Tal vez por ello aún estemos en esa acción sin tradición visible. Porque, como dice Arendt, “la acción que tiene un significado para el hombre vivo sólo es válida para el muerto; su cumplimiento, sólo para las mentes que la han heredado y la cuestionan.”15 Pero, nosotros todo lo que hemos heredado no es nada sino por el esfuerzo de hacerlo presente, es decir, parte constituyente de nuestro presente. Tan sólo hacer en este espacio de libertad que se nos ofrece es nuestra alternativa.</p>
<p style="text-align:justify;">Por tanto, si lo único que garantiza ese tránsito entre pasado y futuro es el testamento, aquel que entrega las posesiones del pasado al futuro; tendremos que reconocer que nuestra condición actual es la de encontrarse sin herencia, sin tradición visible, que garantice la continuidad entre ellos. El tránsito se ha roto porque no existe ni lenguaje ni contexto, ni habla ni hábitat que nos sirva de tradición: estamos, pues, sin referentes visibles en un mundo ocupado por lo visual.</p>
<p style="text-align:justify;">En los inicios del siglo XX se estuvo de espaldas al pasado. El pasado no existía porque no había nada que sirviera al presente, y la herencia se constituyó como propuesta de futuro, como dilatación de un presente que saltaba hacia el futuro con vocación de una novedad duradera. En cambio ahora, el pasado está incluido en el presente y es el futuro el que no existe. Hemos dado definitivamente la espalda al futuro porque el pasado nos ha mostrado su imposibilidad. Ya no somos inocentes y sabemos que ir hacia el pasado es la única posibilidad para encontrar un futuro y viceversa. Es por ello que nuestra acción patrimonial se fundamenta en esta lucha continua de estar ‘entre’.</p>
<p style="text-align:justify;">En este sentido la figura que Gilles Deleuze propone, basándose en la diferencia entre los deportes modernos y los deportes del pasado –esa situación de estar inmerso en el medio16– es tan explicativa como la figura del camaleón –ese animal que los nativos de Madagascar consideran un animal sagrado porque su movilidad ocular les hace suponer que está mirando con un ojo hacia el pasado y con otro hacia el futuro. Aunque, probablemente, su característica de poder cambiar de color, tomando él de aquello que le rodea, refuerce aún más esta figura, tan rechazada desde los prejuicios totalitarios del cambio de camisa; y quizá nos sirva para obtener una sensibilidad distinta, con la que lleguemos a comprender al ‘otro’, tal vez porque hemos sido realmente capaces de ocupar su lugar. Ser capaces de separarnos de nuestro pasado para, en ese acto de separación, encontrarlo más auténtico, pleno y vital.</p>
<p style="text-align:justify;">Es cierto que nuestro tiempo no es un tiempo para recordar y que nuestro medio tiende cada vez más a disolvernos. Si a ello añadimos que no tenemos un antes y un después que conectar con la memoria -nuestro tiempo es un tiempo sin precisa memoria-, sólo nos queda la acción del presente.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero, como estamos viendo, el presente lo acumula todo y la ruptura de la linealidad pasado-presente- futuro es ya una realidad. Una realidad donde las categorías temporales han sido sustituidas por una omnipresencia del espacio, un espacio que, cada vez más virtual, acaba protagonizando las interminables apariciones y desapariciones.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/12.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-551" title="1" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/12.jpg?w=204&#038;h=300" alt="" width="204" height="300" /></a>Quizás por ello, la sociedad contemporánea mantiene una relación paradógica  con     el pasado que no termina de resolver. Estamos asistiendo a “la coexistencia de  una  hiperinformación y de una ignorancia e indiferencia esenciales. La colección de informaciones y objetos (nunca antes practicada) corre pareja con laneutralización del pasado: objeto del saber para unos, de curiosidad turística o de hobby para otros, el pasado no es fuente y raíz para nadie. Como si fuera imposible tenerse en pie ante el pasado, como si del absurdo dilema: imitación servil o negación por la negación, no se pudiera salir más que por la indiferencia. Ni ‘tradicionalista’ ni creadora y revolucionaria (pese a las historias que al respecto se cuenta a sí misma), esta época vive su relación con el pasado de una forma que como tal representa ciertamente una novedad histórica: la de la más completa exterioridad.”17</p>
<p style="text-align:justify;">Pero si ésta es la relación que se mantiene con el pasado, no es menos relevante la mantenida con el futuro, que lejos de ser una promesa mítica, cimentada en el progreso; ahora es continuamente anticipado como un lugar lleno de posibilidades y garantizado visualmente por las infinitas simulaciones, que acaban constatando su idéntica repetición.</p>
<p style="text-align:justify;">En este sentido, la razón de ser de nuestra temporalidad está siendo expropiada por los medios de comunicación que median por nosotros entre pasado y futuro. Esta operación, enormemente sofisticada, se funda en la desaparición de aquellos modelos y certezas que mantuvieron unas relaciones lineales espacio-temporales. Tanto la invención científico-técnica como su alternativa revisionista históricocontextualista; habían buscado un origen para proyectar el futuro. Aunque sus posiciones sobre el pasado habían sido opuestas –para una, la ausencia y para otra, la presencia–, ambas establecieron una temporalidad donde el objetivo final era el progreso de la humanidad, es decir su intento de anticipación, su previsión del futuro. Sin embargo, ambas se muestran ineficaces en el momento que juegan con la dicotomía modelo/realidad, y por tanto, dependen de la validación del modelo. En cambio, hoy día,la superación del presente como acción mediadora entre pasado y futuro, sólo se desarrolla ya en la exterioridad del mundo, en la realización de su imagen, una imagen que sólo es modelo de sí misma.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero si este razonamiento puede estar cargado de coherencia, ¿cómo existe tan mayúscula indiferencia para realizar esta operación? Posiblemente porque los propios medios indican y seleccionan cuales la exterioridad válida. Pero también porque la operación que se nos pide es enormemente costosa: encontrar la contemporaneidad de lo no contemporáneo en las imágenes, sin referentes a los que asirse, supone un esfuerzo interpretativo que no todo el mundo está dispuesto hacer.</p>
<p style="text-align:justify;">Conscientes de que las cosas y sus relaciones no están presentes sino fuera de ellas y de nosotros, el paso de la interpretación se hace necesario; pero la dificultad que entraña dicho paso es que hay que encontrar el tiempo y el espacio que en esta sociedad se ha abolido: los simulacros corren ante nuestros ojos como única respuesta de mediación. Las imágenes poseen sonidos diferentes a los que nosotros podemos darle, pero en ellas la posibilidad está aún latente.</p>
<p style="text-align:justify;">No cabe duda que la aceptación de un mundo multicultural, la aceleración del proceso social de liberación del deseo y la globalización de los medios de comunicación han propiciado, en gran medida, un nuevo entendimiento de lo Patrimonial.</p>
<p style="text-align:justify;">En este sentido, no podemos olvidar que a partir de la 2ª Guerra Mundial el desarrollo y expansión de esos tres fenómenos han contribuido también a que la reflexión sobre el Patrimonio se haya encontrado con el desarrollo de nuestra sociedad del espectáculo. Por lo que podemos decir que el Patrimonio y la Práctica Patrimonial más profunda del siglo XX no sólo son contemporáneas de dicha sociedad, sino que se han forjado y constituido en su interior. Y que, probablemente, ésta sea la razón por la que lo Patrimonial haya adquirido ese carácter de alternativa. O dicho de otro modo, que si la sociedad del espectáculo se ha encargado en su formación de fundar nuestra condición contemporánea; a su lado, y en su interior, el Patrimonio ha surgido como compensación.</p>
<p style="text-align:justify;">Parece que el ser humano –consciente de que entraba en otro mundo– no ha querido hacerlo sin el equipaje del pasado. Y para ello se ha visto obligado a mediar entre pasado y presente, a realizar una transferencia desde el pasado al presente. Y es precisamente en esa transferencia donde el hombre contemporáneo se la juega, porque tiene que integrar en el presente dos acciones fundamentales. En primer lugar, exigirle a aquello que se transfiere, el pasado, su indiscutible condición contemporánea. Y en segundo lugar, hacerle justicia, es decir, que el conocimiento, la reconstrucción y valoración que realicemos del pasado contribuya a que éste gane en su propio ser, que crezca al tiempo que nos hace crecer a nosotros. Con una dificultad añadida que viene del reconocimiento de que el pasado está incluido en el presente, y que estamos ante dos alteridades superpuestas que sólo podrán constituirse en un ejercicio de interpretación profunda.</p>
<p style="text-align:justify;">Todo ello nos hace recordar que estamos ante un comportamiento cada vez más dominante, el espectacular; pero también ante un comportamiento compensatorio y necesario, el patrimonial. Cada uno produce su figura. El primero, la del espectador, la de ese observador, que se convierte en un ‘despreciador universal’, desconfiando de todo acto creador y libre y deslizándose de imagen en imagen en un puro fluir de los deseos. El segundo, la del intérprete, un sujeto que confía en el Otro tanto o más que en él mismo, y que está dispuesto a arriesgarse hasta donde lo arrastre su alteridad.</p>
<p style="text-align:justify;">Evidentemente, cada figura va acompañada por un modo de producir y producirse en el mundo. Si en el espectáculo cualquier objeto se realiza bajo la exigencia del impacto máximo y la obsolescencia inmediata18, es decir, aparece y desaparece casi a la  velocidad de la luz en el mismo acto del consumo.</p>
<p style="text-align:justify;">Por el contrario, la alternativa del reciclaje se mueve en la búsqueda del propio tiempo de las cosas. Pero lejos de esa idea generalizada de reciclaje en la que las cosas volverán a servir para lo mismo que han servido, el auténtico reciclaje consiste en confiar en las infinitas posibilidades que poseen las cosas para alargar su existencia junto a la nuestra, siendo re-vividas en cada ocasión de manera diferente. Sin duda, detrás de cada figura y de cada forma de producir existe una forma de tiempo y una forma de vida radicalmente distinta y distante.</p>
<p style="text-align:justify;">Aparentemente, podríamos decir que los que defendemos el Patrimonio poseemos un pensamiento que va a contracorriente con la sociedad del espectáculo, una sociedad donde nada es duradero y donde el continuado cambio se ha introducido como comportamiento paradigmático. Cuando en realidad vivimos en una situación esquizofrénica en la que necesitamos retener y conservar lo que somos, pero al mismo tiempo, el cambio exige que nos separemos de todo y no nos comprometamos con nada.</p>
<p style="text-align:justify;">Si se piensa que lo Patrimonial puede estar allí, donde aún parece existir señales del pasado como presencia de una ausencia; se puede correr el riesgo de estar prolongando indefinidamente una búsqueda nostálgica de aquello que ha dejado de ser o que nunca existió. Porque ya sabemos que el pasado originario es una fantasía que se vende al mejor postor y que hay que mostrar desconfianza absoluta y completa respecto de todo aquello que se pretende como retorno. El primero de los motivos de esta desconfianza es de una lógica aplastante: el retorno, de hecho, no existe.</p>
<p style="text-align:justify;">Tenemos que afirmar con Niklas Luhmann19 que los medios de masas han sustituido las tareas del conocimiento que en otras formaciones sociales estaban reservadas a sitios de observación privilegiados, los sabios, los sacerdotes, los nobles, el estado o los artistas: formas de vida que estaban privilegiadas por la religión y la ética política. Y que eran desde estos observatorios desde donde se indicaba que era cultura y que no lo era. Ahora, hemos pasado a considerar cultura todas aquellas experiencias y todas aquellas comunicaciones que sean ofrecidas expresamente como tales desde los medios de comunicación de masas.</p>
<p style="text-align:justify;">Añadido a esto, la flexibilidad social en la que vivimos, fundamentada en la alta velocidad y fomentada por el bajo coste de la información nos está obligando a olvidar ante esa enorme y casi gratuita avalancha informativa que somos incapaces de digerir. Como dice Bauman, la comunicación rápida y casi instantánea sirve para limpiar y olvidar más que para aprender y acumular conocimientos: el cambio nos obliga al olvido.</p>
<p style="text-align:justify;">En este sentido, los medios de comunicación de masas podrían estar haciendo ahora el mismo efecto que hacía la flor de loto a los compañeros de Ulises en la Odisea. Como cuenta Homero con la flor de loto los compañeros de Ulises olvidaban sus penas, sus alegrías, su tiempo y, sobre todo, sus tierras y sus casas. Aquella unidad cósmica entre el hombre y la tierra era sustituida por el ahora y el aquí absolutos, extraídos de toda relación con cualquier otra región del universo y del tiempo, gracias a los efectos adormecedores de la flor. El correlato con nuestra situación es bastante similar, sólo que hoy el ahora y aquí absolutos no se extraen de la falta de relación con otros universos o tiempos sino de la presencia máxima de todas las relaciones posibles. Ahora, es el exceso de posibilidad informativa lo que nos impide regresar y nos aboca al olvido.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, seguimos suponiendo que todavía es posible constituir ‘comunidades naturales’, añorando esos lugares donde existía la posibilidad de la comunicación insistente, consensuada y repetida, esa comunicación que antaño nos obligaba no a tener memoria sino a hacer memoria; sabedores de que en esa acción la memoria nos conectaba con nuestros afectos. Pero, en esta carrera de liberación e independencia que hemos emprendido, lo que hemos perdido es esa capacidad de hacer memoria que nos llevaba a la afectividad, al cariño y a la comprensión del otro. Porque solo somos capaces de querer y comprender cuando recordamos. Recordar siempre será esa interacción entre la memoria colectiva y la individual, y el olvido se produce cuando la memoria colectiva es insignificante para el individuo. De ahí ese ascenso de la insignificancia y, como contrapunto, ese ascenso de la añoranza y la nostalgia por esos lugares perdidos llenos de posibilidad y de significación, llenos de memoria colectiva y, por consiguiente, llenos de afectividad.</p>
<p style="text-align:justify;">No es casual por tanto, que los programas de televisión, las músicas e incluso los deportes más seguidos en nuestra sociedad sean aquellos en los que la carga de afectividad aparece más patente y apropiable. Y eso los medios de comunicación lo saben perfectamente. El problema radica en que este afecto es solo un afecto consumido y no correspondido.</p>
<p style="text-align:justify;">Como nos dice Luhmann20, sólo permanece como modo de reflexión, la observación de segundo orden; es decir, la observación de que la sociedad deja en manos del sistema de los mass media su observación: la observación en el modo de la observación de la observación. En los medios se aprende a observar a los observadores –y sobre todo en vista del modo en que reaccionan a las situaciones, por consiguiente a la manera en que ellos mismos se observan. Allí, en calidad de observador de segundo orden, se es más astuto pero también se está menos comprometido. Como sabemos, el que actúa entiende su acción a partir de la situación, en cambio, el observador tiende a atribuir la acción a ciertas cualidades del actor, y por tanto, a despreocuparse. Miramos pero no vemos, y mientras, los relatos manan y se depositan en bancos de memoria, donde pronto todos caerán en el olvido. Como diría Debord21, la exterioridad del espectáculo en relación con el hombre activo se manifiesta en el hecho de que sus propios gestos dejan de ser suyos, para convertirse en los gestos de otro que los representa para él.</p>
<p style="text-align:justify;">En este sentido, lo Patrimonial al convertirse en espectáculo nos expropia la actividad que podría dotar de sentido nuestra apropiación de las cosas. La única que podría hacer que aquello fuese verdaderamente nuestro. Ya sabemos que “no puede haber libertad fuera de la actividad, y que en el marco del espectáculo toda actividad está negada.” Por eso, el valor de las cosas, de nuestras cosas, no puede venir dado. Es la vida y su actividad de desvelamiento la que va dando valor a las cosas. Y aunque sea paradójico, no podía ser de otra forma, el remedio está en el mal: en el interior del propio espectáculo existe todavía una posibilidad que es la de detener las imágenes y darles tiempo. Ese tiempo que poseen las cosas que vemos y oímos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero ya no somos inocentes y sabemos que en el mundo en él que vivimos la mayoría de los, aún llamados ciudadanos, ya no se encuentran en casa consigo mismos, ni se encuentran consigo mismos en casa. La razón de que el espectador no se encuentre en casa en ninguna parte es que el espectáculo está en todas partes. Tal vez por ello, y como último residuo de una necesaria localización, portemos el teléfono móvil como nuestra nueva casa sin lugar.</p>
<p style="text-align:justify;">La contradicción está servida: si vivimos obsesionados por las imágenes y los mitos de la velocidad y de la ubicuidad, ¿cómo es que los espacios que construimos insisten testarudamente en definir, delimitar, confinar? ¿Tan fuerte es la nostalgia por esos mundos cerrados y delimitados, ilusorios lugares de protección y seguridad donde el habitar se sigue contemplando como una relación armoniosa con el lugar? ¿Todavía no hemos aceptado que si la ciudad fue alguna vez un lugar donde habitar, un hogar, ese hogar siempre fue producto de ese perenne experimento de dar forma a nuestras contradicciones y nuestros conflictos, a esos deseos irreductibles de encontrar en la ciudad un refugio al mismo tiempo que un espacio de libertad y movilidad?22</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, no dejamos de producir espacios cerrados, guetos residenciales y parques temáticos donde la vida como la diversión son cronometradas y previstas. En estas operaciones urbanísticas la industria cultural, la racionalización técnica y comercial de los lenguajes y el empobrecimiento de la experiencia cierran el círculo maldito en el que nos<br />
encontramos.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero, es difícil que estos modelos cerrados sean los lugares en los que necesitamos habitar, esos lugares que pudieran encontrar alguna correspondencia con el nuevo hombre posmetropolitano, capaces de expresar el tiempo y el movimiento de nuestra cultura. Si el nuevo territorio ha perdido sus confines y ha disuelto sus fronteras, nuestro lugar no podrá estar ya ni dentro ni fuera sino en esos espacios intermedios, cuya constitución como lugares requiera la creación de nuevos límites y de nuevas fronteras, nunca estables y siempre predispuestas al cambio. O como nos dice Zygmunt Bauman23, la obra de la cultura, y por tanto de la acción patrimonial, no consiste tanto en la propia perpetuación como en asegurar las condiciones de nuevas experimentaciones y cambios.</p>
<p style="text-align:justify;">Como dice Sloterdijk24, las sociedades globalizadoras y movilizadoras se acercan al mismo tiempo tanto al polo ‘nómada’, al sí-mismo sin lugar, (ese individuo desarraigado y desterritorializado) como al polo desértico, a un lugar sin sí-mismo (esos lugares de nadie o esos no lugares donde la gente pasa y transita sin habitar) En medio, y cada vezmás encogidas, quedan aún esas culturas regionales maduras con las satisfacciones que produce el apego al suelo y la comunicación directa. Esas culturas históricas, donde todavía, tal vez por poco tiempo, se mantiene el punto de intersección del sí-mismo y el lugar. Ahora, la característica de nuestra Modernidad Avanzada es la tendencia al sí-mismo multilocal, así como al lugar poliétnico o desnacional. Ante esta progresiva crisis de identidad la pregunta que nos surge es la siguiente ¿podremos habitar sin lugar propio? O, como nos decía Agambem, ¿podemos todavía hacer comunidad sin pertenecer a ningún lugar, con identidades cualquiera?</p>
<p style="text-align:justify;">Ya no se trata de la antigua dualidad entre ser y parecer, sino de un entendimiento en el que la realidad se configura con una forma que contiene dos lados el ‘qué’ y el ‘cómo’ –el ‘qué’ es lo que se observa y el ‘cómo’, cómo se observa. Y ahí radica la diferencia entre la información y la comunicación, porque sólo cuando se tiene a la vista esta diferencia puede uno comprender algo. 25</p>
<p style="text-align:justify;">Por eso, esa búsqueda desesperada del pasado, de lo originario y auténtico no deja de ser paradójica en la sociedad del espectáculo. Ahora somos conscientes que sin mundo artificial no existiría mundo natural. Sin reproducciones no habría originales; sin medios de masas la Cultura como Cultura sería irreconocible, y el Patrimonio como Patrimonio también. Y el hecho que este concepto reflexivo produzca su contrapunto de originalidad y espontaneidad prueba claramente que se trata de un fenómeno autoincluyente de autorreferencialidad específico del espectáculo.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, quizá sea bueno dirigir la mirada a otros ámbitos, muchos lo han hecho ya llevados por esa atracción y seducción por esos lugares donde la vida contiene aún una dimensión diversa a la de nuestra civilización. Pero lo que se busca con esta operación es intentar captar, más sencillamente y más ambiciosamente, un poco mejor la complejidad de nuestro mundo y los límites de nuestra tradición. Encontrar una forma específica de comprensión y percepción de la realidad y re-crear la memoria como condición de supervivencia.</p>
<p style="text-align:justify;">Y eso es lo que podemos encontrar, sin ilusorio primitivismo, en buena parte de nuestro territorio rural. Aquí, encontramos o podemos encontrar el pasado, sólo que contaminado, mezclado con los nuevos medios, con los nuevos y viejos comportamientos de sus habitantes y con una manera de entender el tiempo y el espacio que se muestra más auténtica en la medida que goza de una esquizofrenia congénita. Pero este proceder, que lleva implícito una comprensión prejuiciada de las culturas, está muy lejos de ese otro que se dedica a convertir cada cultura en su imagen más exótica. Sin embargo, y a pesar de que los medios hayan sustituido a las mediaciones, este hecho no debe ser suficiente para que desistamos de la posibilidad que las propias imágenes poseen. Porque, sin duda, las imágenes nos ponen en contacto con las cosas y con el pasado. Así, frente a esa huida hacia el pasado que busca la cuadratura del círculo: el contacto sin la comunidad, lo nuestro sin nosotros y el patrimonio sin lo patrimonial; puede que las imágenes nos sirvan para realizar esa transferencia del pasado al presente y nos sirvan para encontrar otro sentido y otra comprensión de nuestro patrimonio, de nuestras ciudades y nuestro territorio.</p>
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<h5 style="text-align:justify;">NOTAS:</h5>
<h5 style="text-align:justify;">1. Berger, John, <em>El sentido de la vista</em>, Alianza Editorial, Madrid, 1990, p. 144.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">2. C astells, Manuel, <em>La era de la información. Economía, sociedad y cultura</em>. Alianza Editorial, Madrid,1998, Vol.I, p. 489. También podemos destacar aquí la tesis, por otra parte tan patrimonial, de Jacques Derrida recogida en su libro <em>Espectros de Marx</em>; según la cual sólo como espectros podremos apreciar en un ‘tiempo fuera de quicio’ la realidad de lo pasado; no como recuerdo ni olvido, sino como el hacerse presente de lo desconocido-reconocido. Este hecho es fundamental para torcer la esencia del ser humano actual declinada por Heidegger mediante su destino, ‘como ser para la muerte’. Si esta consideración no sólo es anulada sino invertida, produce una distorsión perversa en la relación con la vida. Así pues, la expropiación del ser humano, como afirma Debord, se habría completado. Resuena aquí, con una potente actualidad, el cierre de la introducción de Georges Teyssot al ‘Proyecto doméstico’.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">3. Barthes, Roland, <em>La cámara lúcida. Notas sobre la fotografía</em>, Paidós, Barcelona, 1995, p. 104.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">4. C astells, Manuel, Ibídem, 1998, Vol. 1, p. 489.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">5. Y continúa Baudrillard: “las cosas aparecen dobladas por su propia escenificación, pero este doblaje no significa una muerte inminente pues las cosas están en él ya expurgadas de su muerte, mejor aún, más sonrientes, más auténticas bajo la luz de su modelo, como los rostros de las funerarias. Disneylandia con las dimensiones de todo el universo” (Baudrillard, Jean,<em> Cultura y simulacro</em>, Kairós, Barcelona, 1993, p.28)</h5>
<h5 style="text-align:justify;">6. R eyes Mate, “La memoria es peligrosa” en el diario <em>El País</em>, 20.12.97.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">7. E sto ocurre cuando nos sabemos distintos, separados de ese pasado; es decir, cuando este no está en la tradición, no es tradición. Véase la propuesta que realiza Hanna Arendt en<em> Entre el pasado y el futuro. Ocho ejercicios sobre la reflexi</em><em>ó</em><em>n política. </em>Península, Madrid, 1999; y la lectura que hacemos de ella mas adelante.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">8. U na consideración profunda de este tema está presente en la discusión de Koselleck con su maestro Gadamer en el homenaje de éste último.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">9. I talo Calvino, “Olvida y recuerda” en <em>Diario 16</em>, 14.03.85.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">10. A este respecto, Reyes Mate nos dice que “nuestras actividades”&#8230;”están levantadas sobre un inmenso olvido. De ahí la necesidad de introducir la dimensión del recuerdo en todos nuestros quehaceres morales, politicos o científicos.” (Reyes Mate, La memoria es peligrosa, en el diario <em>El País</em>, 20.12.97)</h5>
<h5 style="text-align:justify;">11. Véase Manzini, Artefactos: hacia una nueva ecología del ambiente artificial, Celeste, Madrid, 1998, p. 26. También puede resultar conveniente lo que A. Hauser nos decía al respecto: “lo viejo p<em>resenta </em>rasgos desconocidos mirados a la luz de lo nuevo y un sentido diferente para cada presente según el punto de vista bajo el cual se observe y juzgue” (Hauser, Arnold, <em>Sociología del arte</em>.3. Dialéctica de lo estético, Guadarrama, Madrid, 19 77. p. 478)</h5>
<h5 style="text-align:justify;">12. Arendt, Hannah, Ibídem, 1999, p. 14</h5>
<h5 style="text-align:justify;">13. C ontinuamos viviendo una relación problemática entre el pasado y el futuro en una desesperada búsqueda de nuestra propia temporalidad. En esta situación, “el tiempo no es un continuo, un flujo de sucesión ininterrumpida, porque está partido por la mitad, en el punto donde (el hombre) se yergue, y<em> su </em>punto de mira no es el presente, tal como habitualmente lo entendemos, sino más bien una brecha en el tiempo al que <em>su</em> lucha constante, <em>su </em>definición de una postura frente al pasado y al futuro otorga existencia.” (Arendt, 1999, pp. 16-17). Es por tanto, ese estar firme e inserto en el tiempo lo que rompe el continuo temporal y es esa lucha entre pasado y futuro lo que constituye nuestro presente. Aunque, “la presencia de esa lucha parece que se debe de modo exclusivo a la presencia del hombre, en cuya ausencia, sospechamos, las fuerzas del pasado y las del futuro habrían quedado neutralizadas o destruidas mutuamente mucho tiempo atrás.” (Arendt, 1999, p. 16).</h5>
<h5 style="text-align:justify;">14. José Quetglas propone una simetría parecida a ésta en su artículo de la revista El Croquis nº 100-101 titulado <em>“De Vers une architecture al primer tomo de las Obras Completas”.</em></h5>
<h5 style="text-align:justify;">15. Arendt, 1999, p. 12</h5>
<h5 style="text-align:justify;">16. Dice Deleuze: “hemos vivido mucho tiempo con una concepción energética del movimiento: un punto de apoyo o una fuente de movimiento. Carreras, lanzamiento de peso, etc.: se trataba de esfuerzo, de resistencia, siempre con un punto de origen, con una palanca. Pero vemos que hoy el movimiento se define cada vez menos mediante un punto de apoyo. Todos los deportes nuevos –el surfing, el windsurfing, el ala delta- se basan en la inserción en una ondulación preexistente. Ya no hay origen como punto de partida, sino un modo de ponerse en órbita. Se trata fundamentalmente de situarse en el movimiento de una gran ola, de una columna de aire ascendente, de ‘colocarse entre’, y no ya de ser el origen de un esfuerzo.” (Deleuze, <em>Pilles, Conversaciones</em>,Pre-textos, Valencia, 1999, pp. 193-194)</h5>
<h5 style="text-align:justify;">17. C astoriadis, Cornelius, <em>El ascenso de la insignifican</em><em>cia</em>, Cátedra, Madrid, 1998, p. 25-26</h5>
<h5 style="text-align:justify;">18. Véase José Ramón Moreno Pérez, “Impacto máximo, obsolescencia inmediata: reciclaje” en <em>Revista de Historia yTeoría de la arquitectura</em>, Nº 4-5, Departamento de HTCA, ETSAS, Sevilla, 2002-2003</h5>
<h5 style="text-align:justify;">19. L uhmann, Niklas,<em>La realidad de los medios de masas</em>, Antropos, Barcelona, 2000</h5>
<h5 style="text-align:justify;">20. L uhmann, Ibídem., p. 124.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">21. Debord, Guy, <em>La sociedad del espectáculo</em>, Pre-textos, Valencia 1999, p. 49.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">22. Véase Cacciari, Máximo, “Nómadas prisioneros”, en<em> Revista Casabella </em>705, 2002, pp. 4-7</h5>
<h5 style="text-align:justify;">23. Barman, Zygmunt, <em>La cultura como praxis</em>, Paidós, Barcelona, 2002, p. 33.</h5>
<h5 style="text-align:justify;">24. Sloterdijk, Peter, <em>Esferas </em>II, Siruela, Madrid,2003, p. 868</h5>
<h5 style="text-align:justify;">25. Véase Luhmann, Ibídem, p. 123.</h5>
<p style="text-align:justify;">
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		<title>Restauración y Arquitectura contemporánea: posibilidades, alternativas y cuestionamientos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 11:41:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Carmen Guerra de Hoyos, Carlos Tapia Martín, ETSA. Universidad de Sevilla Unos versos del místico medieval alemán Ángelus Silesius dicen: “dos ojos tiene el alma, uno mira en el tiempo / el otro, hacia lo lejos, a donde está lo eterno”. Estos versos nos sirven como punto de partida porque aclaran eficazmente la tarea que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=515&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#888888;">Carmen Guerra de Hoyos, Carlos Tapia Martín, ETSA. Universidad de Sevilla</span></strong></h3>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"> </span>Unos versos del místico medieval alemán Ángelus Silesius dicen: “dos ojos tiene el alma, uno mira en el tiempo / el otro, hacia lo lejos, a donde está lo eterno”. Estos versos nos sirven como punto de partida porque aclaran eficazmente la tarea que nos ocupa. Efectivamente, en la acción de restaurar, hasta ahora, parecía imprescindible la mirada con esos ojos del alma que enfocan simultáneamente el discurrir temporal y aquello que subyace, que permanece frente a los cambios. Para la Arquitectura, al menos hasta el siglo XX, también formaban parte de su planteamiento esencial.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, de lo que ya no parecemos tan seguros es sobre si esa condición pueda definir con efectividad nuestro propio presente. A esta inquietud responde el concepto de “desrestauración”, en el sentido de que no nos correspondería atender sólo al momento de creación de la obra a restaurar o rehabilitar, sino que habría que recoger la línea que refleja su transformación y su entendimiento, su recepción social y cultural, en el arco temporal que discurre entre su origen y nosotros o, en otras palabras, la comprensión de la historia como una red y no como una vía.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero nos gustaría dilatar este concepto entendiendo que no sólo hay que revisar la tarea de mirar, sino que resulta imprescindible definir la situación, el punto de vista desde donde se mira; dicho de otro modo, en los versos de Silesius, lo que vendría a poner en cuestión la condición de presente es la incertidumbre del posicionamiento, puesto que nos sabemos separados, diferentes, no sólo de nuestro pasado o de nuestro futuro, sino también respecto a otras miradas constatables del mismo presente. Entendida como tal, la tarea de restaurar, rehabilitar, convivir o entender el pasado ofrece un doble requerimiento, hacer justicia al pasado ¹y al presente, sin impedir, sin agotar la posibilidad de otras lecturas presentes o futuras. Pese a la incertidumbre y al riesgo al que cualquier profesional responsable se enfrenta, esta dimensión ofrece una oportunidad innegable a la creatividad y a la dilatación de nuestra época en esta tarea.</p>
<p style="text-align:justify;">Pero detrás de este planteamiento, en su necesidad de renovación, actualización y revisión continuas, se revela una cuestión bastante más problemática que provocaría el influjo -progresivamente más cercano y poderoso- de los planteamientos culturales de la sociedad de consumo de masas, en algunos campos que habían mantenido su actividad centrada en sus objetivos internos casi hasta final del pasado siglo. Por ello, la actitud de incertidumbre cultural, el fenómeno de la moda –incluso en un nivel conceptual-, la importancia de los medios de comunicación en la gestión y en la actuación patrimonial, o la tendencia a la espectacularidad, son efectos de este proceso que vamos apreciando cada vez con más frecuencia y sobre los que convendría reflexionar, aunque aparentemente puedan considerarse contradictorios con una tarea que ha atendido fundamentalmente a la objetividad histórica, a lo permanente, a lo duradero.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, no existe contradicción alguna en estos cambios, por más que revolucionen la Restauración o la Arquitectura misma, puesto que, a la postre, son prácticas que tienen una misma referencia cultural y social y responderían a la misma weltanschauung. Por tanto, no deberían mantenerse al margen, intentando prolongar una situación de aislamiento disciplinar, por más consolador y seguro que ésta sea.</p>
<p style="text-align:justify;">Quizás una buena parte de los prejuicios que conlleva el aceptar las reglas de la cultura de consumo provienen de la superficialidad o la banalidad con la que se suele relacionar, y que indudablemente están presentes en el concepto mismo de consumo y renovación continuos. Pero, si aceptamos el desafío que supone esta condición, se nos plantean, al menos, dos retos inmediatos.</p>
<p style="text-align:justify;">El primero, la generación de productos culturales que ofrezcan múltiples posibilidades de lectura, una manifiesta capacidad textual, en estratos diferentes, que admitan en su inmediatez una comprensión y asunción rápida, superficial y de consumo si ello se demanda, pero al mismo tiempo visiones alternativas, más profundas o más ricas, según la posición del receptor cultural o su disponibilidad temporal. El segundo problema a resolver es el de la sostenibilidad de la producción cultural, que nos implica directamente en la tarea de continua reactivación de lo que va quedando de nuestras propias acciones, no sólo en el plano material sino también conceptual².</p>
<p style="text-align:justify;">Si el primer problema se juega en un escenario donde es confundido el sistema geopolítico-cultural con el económico, y oponerse a él es desconocer que en el perfilado del mundo ya no existen márgenes y, por tanto, marginalidad por disidencia o posibilidad de estar al margen -y por ello se han de re-conocer las posibilidades de acción integrada-, el segundo permitiría una incorporación mayor de la labor propositiva y argumental en arquitectura en su presente. Por un lado, la textualidad arquitectónica incorporaría todas las reescrituras dadas, no como resultado ininteligible, sino como devenir, cuya mejor definición estaría en concebir a la realidad como proceso o cambio, que es justamente considerado como uno de los síntomas claros de nuestro tiempo. Por otro, la integración en conectividades no sólo dentro del objeto arquitectónico tratado, que deja de ser tal, para establecer un “haz de haces”, un “telar de telares”, relaciones sinápticas, complejas, con los elementos propios de la cultura en toda su amplitud, propondría una resistencia o alternativa para ese campo de juegos global y del capital. Explicitar su singularidad por referencialidad infiere localidad, en lo indispensable universal.</p>
<p style="text-align:justify;">En otras palabras, si el concepto de desrestauración supone asumir las posibilidades creativas de la hermenéutica en el Patrimonio, el siguiente paso es incorporarlo a las condiciones gestoras, comunicativas, participativas que la sociedad contemporánea ofrece a la cultura.</p>
<p style="text-align:justify;">La Arquitectura lleva experimentando estas transformaciones estructurales al menos desde los años ochenta del pasado siglo, y durante este tiempo se han ido haciendo patentes algunas líneas de acción que quisiéramos traer a la reflexión colectiva en este encuentro, aunque solamente desarrollaremos con algo de profundidad la última de ellas.</p>
<p style="text-align:justify;">1. Importancia de la interacción disciplinar, transliteraciones, trasvases, trasducciones. Teniendo en cuenta que no se trata de enriquecer un suelo propio de una disciplina determinada, sino de trabajar en un suelo que no pertenezca específicamente a ninguna.</p>
<p style="text-align:justify;">2. Necesidad de encontrar instrumentos de lectura, recepción de los productos que permitan esas múltiples capas de las que se ha hablado: de lo morfológico a la logoformación, traslado a todas las etapas del aprendizaje. Incorporando herramientas y miradas que se han ido planteando, sobre todo, a lo largo de la segunda mitad del siglo XX. Entre ellas nos gustaría recordar las de John Berger, Roland Barthes, Hans Georg Gadamer o George Steiner.</p>
<p style="text-align:justify;">3. Incorporación de los lenguajes de la comunicación, especialmente el visual, mediante la asunción/puesta en crisis/ y desbordamiento de sus códigos. Realizando una revisión de los efectos de escenificación, recreación o tendencia a la asimilación en imágenes tópicas, que se encuentran en una buena parte de la puesta en producción y publicitación de los productos patrimoniales. Sobre todo trabajando en la revisión de los límites de la tarea investigadora y creadora que suponen la gestión, la toma de decisiones políticas y la participación social en la restauración y la rehabilitación.</p>
<p style="text-align:justify;">4. Revisión del concepto de Temporalidad.</p>
<p style="text-align:justify;">Este encuentro, que nos reúne bajo el aspecto aparentemente común de las aportaciones de la llamada “des-restauración”, se auspicia asimismo a través de teorías para la intervención con algunas consideraciones tales como que, se debe, para la obra de arte en su singularidad, tener en cuenta su condición material, física, y por otro lado -algo dual e inseparable-, su calidad artística, más su incardinación histórica respecto al origen y a su situación en el presente, todo lo cual la hacen ser única e irrepetible.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos van a permitir que propongamos un despliegue en el arco temporal poliédrico que responde al nombre de realidad, su actualidad en el mundo de hoy, a partir de las dos consideraciones anteriores, la materialidad y el carácter de tiempo, en su aportación a constitución de la obra de arte. Y si bien el mecanismo que emplearemos especula con una de esas líneas cohabitantes de flecha temporal, será porque parece haberse dejado enmascarar tras la maraña de fragmentos, paradojas y yuxtaposiciones epocales.</p>
<p style="text-align:justify;">De ese soto o fieltro espacial, tensar algunas hebras en concreto provoca un despejamiento por contorneado, breve y difuso, es cierto, pero también esclarecedor aún en su instantaneidad. Tal es nuestra intención, una llamada de atención sobre la reflexión del entendimiento del tiempo de presente para la intervención en la obra, la obra de arte, en su atemporalidad.</p>
<p style="text-align:justify;">La hebra a templar será el momento –1935- de la conferencia de Heidegger que tuvo por título “El origen de la Obra de Arte”. En un preámbulo que coincidiría con el que nosotros hemos propuesto para esta comunicación, el filósofo alemán acondicionará los entornos posibles que podrían tener los aspectos materia, origen, tiempo y mundo. Heidegger pulsó al tiempo al decir que un mundo no consiste en el simple ensamblaje de cosas dadas, sino que un mundo se organiza a su vez “en mundo”. Consideración tautológica que no se desautoriza a sí misma y explicita con precisión la complejidad del marco de relaciones que hay que establecer, hasta hacer aparecer a la obra de arte como un mundo en completitud, llegando a que por la obra de arte se nos revela el mundo, se “instala” mundo. Ello nos ha de hacer meditar sobre la importancia de la acción de la revitalización de estructuras edilicias y del compromiso del interventor con su tiempo-mundo, su presente, al fundar la obra un espacio y un lugar. Pero añade Heidegger, que la tierra, la que nos es presente por la apertura de un mundo, es lo fundamental, primigenio, epigenético de esta topología del ser y del mundo. Pero es que lo que va de suyo con la tierra es renunciar a ser simple material, como soporte inerte, como estructura pura, y es, en cambio, la constitución de lo significante que da un lugar como fundación.</p>
<p style="text-align:justify;">La obra de arte no se da en un mundo ya terminado, de cosas dadas, como hemos dicho, sino en permanente vía de acaecer. La obra de arte no se remite a sí misma a un instante original, pleno, inviolable e insoslayable, sino que comparte un lugar sin tiempo. Con lo que reconocer un periodo histórico-cultural en una geografía particular consistiría en el modo característico que posee un grupo humano de simbolizar la realidad, de generar condiciones del pensar anteriores a lo conceptual o lógico, esencia vital, y que puede llegar a reconocerse. Ese reconocimiento del modo de ser de las cosas, una Weltanschauung o cosmovisión, un Zeitgeist, paradigma o con lo que queramos evidenciar un lapso temporal, no es estable, ni unitario ni duradero. Nunca ha existido un espacio-tiempo social, ha dicho Castro Nogueira, ni en los bulevares de Haussmann, ni el burgo medieval, ni en la ciudad santa barroca. Y sin embargo, toda sociedad se ve como una suerte evidente de en-sí, de su propia e incoercible espacio-temporalidad.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Cómo pensamos entonces en la materia como sustrato, soporte del tiempo de la obra de arte? Llevado al extremo, usar a Heidegger para la temporalidad del ser de la obra de arte implica igualmente un reconocimiento de caducidad, del ser para la muerte. Mas como dice Auerbach, dar la muerte significa que este mundo no pasará por destrucción sino por transformación.</p>
<p style="text-align:justify;">Cacciari, en estos términos, con un paso al frente, acaba diciendo de la obra de arte que siempre está abocada a atropellar la figura del origen, a disolverla. El filósofo-alcalde sentencia al darse cuenta la obra de arte, que al descubrir su propio origen, es su misma mirada la que lo llega a destruir, “porque es para rememorar lo Inmemorable, por lo que, al fin y al cabo, existe, y sólo tal memoria es su imposible meta. […] Deja que el espíritu vuele a donde quiera”.</p>
<p style="text-align:justify;">No caben malas interpretaciones, el arquitecto no abandona el puesto de trabajo, ni inventa espurios argumentos para satisfacer su modernidad innata e inherente. Se trata, por diferencia, de entender que las restituciones no son la descongelación de la savia auténtica del edificio, sino que su autenticidad, su ipseidad, sin salirnos de Heidegger, se encuentra cuando deja de reconocerse como cosa entre las cosas, cuando se adelanta siempre a sí mismo como proyecto o como cuidado. Proyecto, no es la instrumentación para la intervención, sino lo que se proyecta hacia delante. Como dice el tándem Morin/Baudrillard, asimismo desde Heidegger, “el origen no está detrás de nosotros, está delante de nosotros”. Ahora, proyecto, sí está en condiciones de hacersencargo del problema del tiempo. Y es que es fácil superar el pasado, pero no superar lo que hace superar el pasado.</p>
<p style="text-align:justify;">No nos engañemos. La construcción del tiempo proviene de una génesis histórica de supuestas verdades transhistóricas. Es Guy Debord, en “La sociedad del espectáculo”, quien aportaría otro apoyo a nuestras tesis, cuando indiferencia la temporalidad del hombre, a través de sus procesos sociales, con la humanización del tiempo, de modo y manera que el movimiento, que él califica de inconsciente, del tiempo, se hace presente y verdadero en la conciencia histórica. Y si partíamos del reconocimiento de un mundo aleatorio, fragmentario y heterogéneo, es porque Jameson nos advierte del problema del tiempo en cuanto a la historicidad. Su crisis nos obliga a retornar sobre la forma del tiempo, de la temporalidad, de una cultura cada vez más condicionada por el espacio que por el propio tiempo. Si ya no podemos generar una experiencia completa en lo que concierne a nuestro pasado y al anticipo leve de nuestro porvenir, cómo esperar que obtengamos otra cosa que “colecciones de fragmentos”.</p>
<p style="text-align:justify;">Por esto, si asumir las condiciones de nuestro presente nos conduce a lo fragmentario, lo efímero, lo vulnerable, incluso a lo nunca sido de Benjamin, tendremos que desarrollar la capacidad de leer en los fragmentos, descontextualizados por las limpiezas del tiempo y la búsqueda del origen, como medio de reconciliar presente e historia.</p>
<p style="text-align:justify;">
<h5><strong>Notas</strong></h5>
<h5>¹ Sobre todo en un sentido que destaca Walter Benjamin “leer lo que nunca ha sido escrito”, y que también registra José Manuel Cuesta Abad.</h5>
<h5>²Al célebre diagnóstico de George Steiner sobre la regla que regiría a los productos culturales en la sociedad de consumo: “Impacto máximo, obsolescencia instantánea”, le añade José Ramón Moreno Pérez un corolario ético: reciclaje.</h5>
<h5><strong>Bibliografía</strong></h5>
<h5>CUESTA ABAD, J.M. Juegos de Duelo. La historia según Walter Benjamin. Madrid: Abada, 2004</h5>
<p style="text-align:right;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-528" title="1" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/1.jpg?w=237&#038;h=300" alt="" width="237" height="300" /></a> Ayuntamiento de Utrecht (Holanda).<br />
EMBT arquitectos.<br />
Foto: Carlos Tapia Martín</p>
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<p style="text-align:right;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/21.jpg"><img class="size-medium wp-image-529 alignleft" title="2" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/21.jpg?w=300&#038;h=260" alt="" width="300" height="260" /></a></p>
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<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/31.jpg"><img class="size-medium wp-image-531   alignnone" title="3" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/31.jpg?w=292&#038;h=247" alt="" width="292" height="247" /></a></p>
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		<title>Mil “cuasi” territorios. Soportes para lo común y lo identitario.</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 11:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquiaspubli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outarquias]]></category>

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		<description><![CDATA[La arquitectura como juego de transacciones entre signos, contextos y tiempos. . Índice. · No es posible una geopolítica desde el Estado. Alternativas y procederes. · Nueva estructuración del territorio: conflicto/consenso en vez de administración centralizada. · Entrega del discurso generalista del Movimiento Moderno a la particularidad del urbanismo y a la arquitectura, de la [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=482&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="color:#888888;"><strong>La arquitectura como juego de transacciones entre signos, contextos y tiempos.</strong></span></h1>
<p><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/portada.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-483" title="portada" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/portada.jpg?w=415&#038;h=330" alt="" width="415" height="330" /></a></p>
<p>.</p>
<h5>Índice.</h5>
<ul>
<li>
<h5>· No es posible una geopolítica desde el Estado. Alternativas y procederes.</h5>
</li>
<li>
<h5>· Nueva estructuración del territorio: conflicto/consenso en vez de administración centralizada.</h5>
</li>
<li>
<h5>· Entrega del discurso generalista del Movimiento Moderno a la particularidad del urbanismo y a la arquitectura, de la aplicación al lugar.</h5>
</li>
</ul>
<ul>
<li>
<h5>· Incitación, diagnósticos, procesualidad, acoplamientos sobre la arquitectura contemporánea y la geopolítica.</h5>
</li>
<li>
<h5>· Soporte de interacción en la cultura. Una respuesta a la gestión de la habitación sobre un territorio entendido como laboratorio.</h5>
</li>
</ul>
<h3 style="text-align:justify;"><strong><em>Introducción.</em></strong></h3>
<p style="text-align:justify;"><em>Este discurso es una tentativa que no obvia los riesgos que su puesta en escena evidenciará. Incorporarse es encarnarse en cuerpo otro, y aún siendo la trans-formación una de las condiciones de nuestro tiempo, no siempre ajustan bien los órganos adquiridos, o quizá no lleguen a acoyuntarse nunca, formando un todo no relacional dependiente, sino legible por las roturas y los hiatos: por lo ya no enervado.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Ello es así salvo para la lógica organizativa del propio discurso que, consciente de su lugar y su procedencia, ha previsto no ocupar un lugar que no le corresponde y entender los antecedentes con que se enfrenta. Nosotros hablaremos desde la arquitectura, como disciplina en disolución en múltiples frentes y modos de hacer, tal es nuestra formación, con el objetivo de aportar al seminario que nos ocupa, un conocimiento elaborado a partir del alcance de nuestra facultad de intervención y generación espacial, y una continuada investigación sobre la lectura del presente.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>El material que el profesor Piazzini nos hizo llegar hace ahora un año es un referente, junto a otros que hemos introducido como aportación, que pueden ustedes vislumbrar paseando por los distintos pasajes de nuestra exposición. La publicación “(Des)territorialidades y (No) lugares. Procesos de configuración y transformación social del espacio” tiene nodos de reactivación en nuestra propuesta, sinergias que sintomatizan el problema tratado aquí, como uno de los más relevantes que hoy podemos constatar. Desde los flujos de Castro Nogueira a la lectura de los tiempos de Wallerstein por Piazzini, o a las definiciones de la profesora Segato para lo territorial, hemos lanzado puentes cognitivos que allanen la tarea de empezar a trabajar juntos desde perspectivas a veces de difícil síntesis e integración. Transacciones que darán lugar sin duda a un debate multivaluado, poliédrico y atravesable por sustransparencias y coalescencias. Y de nuevo, la forma del decir y los tiempos que corren, se mueven parejos, pero se pisan. La misma transparencia que nos permite ver al otro a través nuestra, disuelve la estructura subyacente en resplandores de luz, el “ritornelo” en palabras de Deleuze, un prisma, un catalizador de transformaciones, cristal de espacio-tiempo, generando sitios en no-sitios, desterritorializaciones in-situ donde, como indica Buci-Glucksmann, las formas se emborronan desmultiplicándose, la arquitectura pierde su gravedad y el tiempo se hace inaprensible, por cuanto el pasado es justamente lo que da definición a lo virtual, ya que no es lo que viene después, sino loque coexiste con su presente.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em> Esta nueva temporalidad en el espacio de flujos, disimilar y eternamente efímera, no lineal y nunca unificada, deconstruye lo social, las identidades, los imaginarios, y sus territorios, en un doble correr como el que ya hemos comentado. Hoy se habla ya de “resorts” donde antes impulsábamos nuestras identidades con el nombre de ciudades, de ciudades-mundo como única oportunidad de entender y manejar nuestro espacio-tiempo. Pies cambiados con cuerpos atados, que proveen movimientos de desterritorialización-reterritorialización como espacialización patológica, la de la compresión temporal instantánea en la globalización.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Cura al estar enfermo de tiempo significa saber cuantificar los movimientos por las roturas de las fronteras, encontrar datos para la desaparición o al menos la profunda modificación del entendimiento de los estados-nación, tan olvidados en sus estudios por las ciencias sociales hasta hoy, es advertir el desplazamiento de la materia hacia una inundación de inmaterialidad y de deslocalización por el vértigo de su aparecer efímero, es comprender la diferencia entre persona yciudadano, cuando se trata de resituarse en el territorio que no es el administrado y que es público y visible, es hacer frente al “comienzo del tiempo del mundo finito”, como diría Valéry, donde ya nada existe sin propiedad o dependencia administrativa.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sin embargo, la pierna que corre con el otro ritmo podría tener algo que decir aquí. La transparencia no es trans-apariencia solamente, como diría Virilio, no es efecto resultante, sino soporte de intermediación, lo que permitiría ver las cosas como son. La transparencia no será una ontología social estética, que condiciona la realidad, capturando el presente, sino la intermediación, los intermezzi, los contextos, el estar entre (in-between), que produce sentido. Así, Jonathan Glover advierte que, para que se pueda hablar de nación, éstas deben tratarse como medios y no como fines en sí mismas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>El filósofo político canadiense Will Kymlicka introduce el concepto, acorde con el de mediación que mostramos como aportación a este seminario, de “cultura societaria” en las sociedades liberales, no nacionalistas, donde se pone de manifiesto la apertura hacia otras culturas, plurales dentro de ellas, -no entre ellas, naturalmente- integrándolas en la propia, para hacerla llegar a generaciones posteriores. La cultura societaria es afín al empleo del lenguaje común –no necesariamente idiomático, creemos nosotros-, llevado a las instituciones, antes que creencias religiosas, costumbres familiares o estilos de vida. Aquí la nación no es valor supremo, aunque (y por ello) no se encuentre escrito en su Constitución. La identidad florece por roce y no por entregas discrecionales, desplegándose en mil territorios (mil plataformas) de posibilidad de lo común.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Este es el ámbito que se pretende trasladar a la organización global del planeta por parte de pensadores como Inmanuel Wallerstein en su entendimiento de los sistemas-mundo. Con una perspectiva intrínsecamente histórica, los sistemas-mundo poseen tres ejes articuladores principales (economía-política-cultura) aunque fundamentados los 3 en la vertiente económica, la que va de los objetos a la sociedad (ya que la posmodernidad posee un sinónimo, el postcapitalismo) con una vía tercera fundamental que es el sistema cultural para ser capaz de dar coherencia y legitimidad – que es conocido como geocultura. Si hay un reconocimiento del fin del estado, también lo hay para la cultura, que antropólogos como Eduard Hall llaman cultura postestatal para un tiempo policrónico.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Nosotros hemos querido avanzar sobre esta perspectiva y cambiar el paso: de la sociedad a los objetos, según los preceptos de Bruno Latour, donde ya no es posible que los dioses, el dinero, la moda e incluso el arte sean los generadores de los imaginarios y las plataformas donde proyectar nuestras necesidades sociales. Lo contrario no es lo opuesto, sino el hallazgo de una sociedad capaz de entenderse con sus otros iguales, los objetos, en una república de encuentros donde todos sean posibles, donde se emplee una lengua común y donde de ninguna manera pueda entenderse que son el “arbitrario receptáculo de una sociedad hecha y derecha”. Más bien cuasi territorios. Latour ha escrito que mediante la multiplicación de capas de intermediarios es posible aceptar el de los cuasi-objetos (como intermediarios a su vez), pero sin concederles una ontología que pudiera cuestionar de nuevo la “revolución copernicana”. Este avance se hará, además de con Latour, con Giacomo Marramao, por el que evolucionamos del concepto de sistema-mundo, ligado a la economía globalizada, hacia el de modernidad-mundo, que asimismo se entronca con el de sociedad-mundo de los años 70 de Niklas Luhmann. Por él se reconocía que, por ejemplo, para observar las situaciones límite en Sudamérica, ya no podemos atender a la unidad local sino partir de la sociedad-mundo, lo que conjuga un reconocimiento de lo común en lo glocal.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Sobre la gestión común de lo común es necesaria una crítica a la geografía política, por mantener presente el contexto de Marx, donde además de la obsolescencia del estado-nación encontramos un foco de atención en el tratamiento reflexivo del espacio público, no sólo político, sino como escenarios de vida. Negri hablaría quizá aquí de Biopolítica, de amplio espectro comunista. Y, como extensión, el común, por estar ya acostumbrados a él, combate (que diría Castoriadis) entre las reivindicaciones de individualidad inscrita, eso sí, en lo democrático, y su necesario tamizado a través de la estrategia del capital, donde se es individuo sólo si llega a ser rentable. Las capas sedimentarias de la historia en combate con el régimen de acumulación flexible del capital, convierten al individuo en superfluo y banal, antes que la obtención de una plusvalía humanista, paradójicamente producida por el córtex cultural que abanderaba la operación. Es lógico pensar que aquí se pueda hablar de lo privado enfrentado a lo público como lo común. ¿Quées lo privado? Lo que está desprovisto de rostro y de voz, como diría un buen manual de acción social combativa. Pero, por otra parte, proveniente de lo jurídico para el ciudadano, para su reglamentación espacial: lo que resulta extraño a la esfera de los asuntos comunes.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Dos ejemplos abanderaran nuestra traslación del discurso como palabra, siempre ensimismado, a la generación de especialidades para lo común y lo proxémico, creación de una plaza y de un parque, donde signos, contextos y tiempos se reúnan para la tarea de la nueva constitución de las cosas de nuestro mundo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;">
<h3 style="text-align:justify;"><strong>1</strong><strong>. No es posible una geopolítica desde el Estado. Alternativas y procederes. </strong></h3>
<p style="text-align:justify;">Partamos, intencionadamente desmarcados de los puntos más conocidos para el tratamiento de la obsolescencia del estado-nación, de un diagnóstico de Peter Sloterdijk (Sloterdijk, 2006, 123) según el que las culturas no son sólo “sistemas” sociales organizados sino que son también, y aun fundamentalmente, sistemas de construcción escenográfica. Lo que nos importa de este diagnóstico para nuestra argumentación es que una de las misiones principales de la cultura es la de construir un escenario, un espacio artificial, un imaginario, donde se desarrolla y se articula nuestro proceder social y personal en el mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">Hay otros modos, antiguos y contemporáneos, de llamar a esta tarea: weltanschauung, cosmovisión, paradigma, marco de referencia, o metáfora cultural; términos que hacen referencia a los presupuestos de partida que posibilitan y limitan simultáneamente nuestra comprensión del mundo que nos rodea. Desde el giro lingüístico de principios de siglo, podemos incluir en este presupuesto también al lenguaje, como casa del ser pero también como sistema regulado de pensamiento en el que nos insertamos como eslabones, siempre últimos, de una cadena, que nos abre el mundo y, al mismo tiempo, nos limita su entendimiento. Sloterdijk aporta un cierto matiz de actualidad con su definición porque, al hablar de escenografía, hace resaltar el elemento de fingimiento, de simulacro, que acompaña a la cultura desde la segunda mitad del siglo XX. Si de los términos anteriores se derivaba como una especie de sentido naturalizado de lo que supone estar en el mundo, la cultura moderna, en su progresiva racionalización, funcionalización y abstracción de la vida acaba produciendo una especie de disociación entre naturaleza culturizada y escenografía cultural oficial.</p>
<p style="text-align:justify;">Ficción de la cultura que podemos situar a partir de lo que Bruno Latour denomina el establecimiento de la Constitución Moderna (Latour, 1993), que genera una especie de reducción de la vida y el modo de relacionarse con el medio social, un esquema jerárquico, estratificado, sustentado en una base racional científica y tecnológica, puesto que no sólo la ciencia debía ener por objeto explicar-dominar la naturaleza, sino también, y en una tarea paralela, explicardomesticar al hombre. Este sistema conceptual debía extenderse e implantarse, del centro a la periferia, en una articulación geopolítica supuestamente democrática, que lo que conseguía en realidad era dejar un cierto nivel de convivencia para el sistema de estados nación que habían ido llegando, a través de un fluctuante juego de poder, a un reparto de poder territorial a nivel mundial.</p>
<p style="text-align:justify;">Es difícil valorar el papel que este despliegue constructivo ha jugado en la historia colectiva mundial, puesto que, si por una parte ha generado un enorme nivel de desarrollo y bienestar, lo ha hecho produciendo enormes desigualdades y situaciones de dependencia muy difíciles de subvertir. Sin embargo las críticas fundamentales a este paradigma constitutivo, aun, de nuestro modo de pensar, vienen, por decirlo así, como defectos originarios del modelo, y aunque hemos tardado casi tres siglos en reconocer su existencia, llevan registrándose disfunciones y respuestas, a menudo demoledoras, durante todo el ciclo acotado entre la Ilustración y nuestros días.</p>
<p style="text-align:justify;">La primera falla del modelo la muestra también Bruno Latour, y es que la simplificación básica de la constitución moderna entre naturaleza (a explicar y dominar por la técnica) y cultura, presenta un grado importante de irreductibilidad, es decir, no podemos separar completamente ciencia y cultura, materia y mente. Es más, los intentos de separación suelen conducir a la generación de situaciones puente entre una y otra, a tal punto que hoy la ciencia forma parte indisoluble de nuestro acerbo cultural, mediático, y también de nuestra vida al emprender cualquier gesto cotidiano.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, es justamente esta separación, que Latour denomina tarea de purificación, la que ha permitido el desarrollo de una segunda tarea, la de traducción, que provee una multiplicidad de híbridos culturales que suplen la interactuación premoderna entre naturaleza y cultura.Paradoja de lo moderno, una versión oficial racionalista, estricta, funcional, que potencia una actividad sumergida de mestizaje, no regulada, marginal, pero con un desarrollo creciente a lo largo del ciclo. Si la tarea oficial de purificación propone un marco explicativo de cómo funcionan las cosas, la tarea de traducción construye innumerables puentes, forjando una constelación de situaciones intermedias no previsibles, y que por lo tanto abren un territorio enormemente fértil a la experimentación y la creatividad.</p>
<p style="text-align:justify;">Este desdoblamiento explicaría también el desbordamiento del modelo desde el mismo sistema tecnológico que ha sido su fundamento profundo, puesto que la tecnología se ha ido desligando del marco purificador, para tener cada vez más puntos de referencia en las tareas de traducción. En esa línea puede leerse la generación de todo un sistema de comunicaciones, que constituye por si sólo un entorno diferenciado, y que introduce en los modos de vida un aceleramiento continuo y ubicuo, al mismo tiempo que nos sumerge en nuevos nudos problemáticos que vienen de la inserción de lo virtual en lo real. Y que si por un lado están del lado de la cultura oficial, han producido una serie de vectores de variación en las pautas de consumo y de opinión, que no siempre son previsibles, ni mucho menos controlables y, por lo tanto, se configura como un campo provisorio de experimentación y libertad.</p>
<p style="text-align:justify;">De ahí que el sistema organizativo tradicional del poder (económico-productivo, político, cultural), tienda a incorporar estas nuevas reglas del juego, generadas por el entorno de los medios de comunicación globales. En el ámbito económico productivo la asunción del mundo como mercado único, y por lo tanto campo de juego de fuerzas económicas, es algo que lleva gestándose a lo largo de los dos últimos tercios del pasado siglo. En el mercado global las asociaciones productivas son ya ajenas o independientes de los entornos de decisión, locales o nacionales, esto es, las agrupaciones en bloques de mercados comunes se articulan no sólo para privatizar un trozo del pastel para consumo interno, sino para conseguir condiciones de competencia y capacidad de presión sobre otros bloques.</p>
<p style="text-align:justify;">El sistema político no ha tenido una suerte similar, puesto que las políticas globales, no han superado todavía un estándar mínimo de efectividad o democracia. Además el proceso de deterioro del estado nación como capacidad operativa se refleja en los procesos de balcanización, y reajustes de poder en el interior de las naciones a los que asistimos en diferentes puntos del mundo, pero también en la inefectividad de la mayoría de las políticas exteriores estatales, hecho visible en casi cualquier conflicto internacional.</p>
<p style="text-align:justify;">En cuanto al sistema cultural, la materialización de una cultural global de consumo de masas, es un hecho difícilmente discutible a estas alturas. Los modos y las modas de vida, se gestan en una asociación entre visibilidad, valores y condiciones productivas que determinan la conducta y los gustos de cada vez más sectores poblacionales del mundo. Cultura global que genera un sistema de espacios propios, que describen desde el arquitecto holandés Rem Koolhaas y su “espacio basura” hasta Marc Augé con su concepto de no-lugar porque, ¿no se trata en realidad de uncierto tipo de lugares cuyas referencias no son ya espaciotemporales sino simbólicas e informacionales?</p>
<p style="text-align:justify;">También se constituye una serie de categorías, que resuenan en la definición de Sloterdijk de la que hemos partido, puesto que son afines al mundo de la escenografía, como espectacularidad, virtualidad, ficción, visibilidad o moda. Por eso nos había interesado tanto la apuesta del maestro de Frankfurt, porque refleja que las condiciones de producción cultural contemporáneas tienen un sustrato básico –mal que nos guste- que aceptar: la existencia de un campo de juegos global, en el que, no sólo hay unas reglas establecidas desde su virtualidad específica, sino que hay también un juego de poderes establecidos que lo gestionan.</p>
<p style="text-align:justify;">Puestas así las cosas, deben traerse al debate común no sólo aquellos problemas que reconocemos contemporáneos y que se originan en el despliegue de la estrategia moderna, sino también el conjunto de cuestiones que la simplificación existencial, efectuada por la modernidad, ha dejado a un lado como no esenciales, como rémoras en el desarrollo del nuevo mundo, y que se rebelan como nudos problemáticos profundos y constituyentes de nuestro tiempo, como la subjetividad, la materialidad, el papel del cuerpo, la importancia de lo contextual, etc., a las que las tareas experimentales de traducción sólo han ido respondiendo con una colección de parcialidades, muy fragmentadas. A este segundo grupo cabría añadirles además el rescate de aquellos otros paradigmas culturales, premodernos, o marginados por la modernidad, como las culturas tradicionales o la cuestión patrimonial.</p>
<p style="text-align:justify;">Quizás sea por esto que Alain Tourainei, habla de una evolución del paradigma de la civilización occidental desde una polaridad primero política y posteriormente económica-productiva, a una visión cultural desde la segunda mitad del siglo XX. Para él, la cultura es el campo regulador general, desde el que la política y la economía se articulan. Puede que sea algo excesivo como planteamiento, puesto que no creemos que pueda hablarse de regulación efectiva por parte de la cultura del resto de los ámbitos de poder, pero sí es apreciable un cierto giro en la dirección cultural de los problemas centrales de la sociedad contemporánea. De hecho, y con ello entraríamos de lleno en el problema que nos ocupa, el problema de la identidad es un ejemplo excelente de cómo una temática fundamentalmente cultural se convierte en un problema económico-productivo y político.</p>
<p style="text-align:justify;">Entraríamos entonces en una reformulación de la ya inabordable geopolítica tradicional, que sustituiría al sistema organizativo y jerarquizado de estructuración territorial, por una redefinición y puesta en tensión de las estrategias globales y locales.</p>
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<h3 style="text-align:justify;"><strong>2. Nueva estructuración del territorio: conflicto/consenso en vez de administración centralizada.</strong></h3>
<p style="text-align:justify;">La descripción de un panorama que ustedes conocen suficientemente, nos permite, ahora sí, situarnos en el entorno territorial desde el enfoque específico de la arquitectura: cómo una disciplina que ha estado profundamente comprometida en la tarea de modernización de la vida y del medio, ejecutora, además, de la construcción física de una buena parte del espacio es, por lo tanto, afectada y llamada a su revisión por su mal funcionamiento y por la dificultad de su gestión.</p>
<p style="text-align:justify;">Este papel de ejecutora y de cierto privilegio respecto a otras técnicas culturales, o prácticas artísticas, viene determinado por su misma configuración esencial, puesto que se desenvuelve indistintamente en el ámbito del entorno productivo y en el cultural. Parece por tanto que esa separación entre naturaleza y cultura, que se establece con la constitución moderna debería cuestionar seriamente su papel. Efectivamente, podemos repensar la evolución de la arquitectura desde mediados del siglo XVII, como un devenir, no siempre equilibrado, entre los polos de purificación y traducción a los que antes nos referíamos. De hecho, la formulación del Estilo Internacional es una tarea intrínsecamente purificadora, generada sobre una experimentación traductora previa, y a la que inmediatamente se superponen nuevos procesos de traducción, registrados hasta ahora como experimentaciones más o menos alejadas del canon moderno cuando, en realidad, se trata de hibridaciones que tratan de saltar el abismo, la separacióncreada entre proyecto funcionalista y vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Si nos situamos ya más directamente en el entorno temporal que nos concierne, el territorio actual correspondería a la progresiva construcción de un escenario artificial, o la explicitación de la construcción de sistemas de inmunidad, en la terminología de Sloterdijk. Dicho de otro modo, una ordenación del territorio jerarquizada por las mismas fuerzas económico productivas (y en menor medida políticas) que han ido poniendo en explotación y en despliegue las valencias consumibles de los diferentes entornos y que atendería a la adecuación del espacio para la habitabilidad y la productividad. La índole científico-tecnológica de este proceso, que acostumbramos a llamar globalización, ha ido generando una desterritorialización del territorio previo, y de su ligazón a culturas y sociedades premodernas, para insertarlos en una red de producción regida por la eficiencia tecnológica.</p>
<p style="text-align:justify;">Por lo tanto, uno de los problemas sustanciales a los que nos enfrentamos en los procesos socioespaciales es la carencia, o la crisis profunda de las identidades territoriales, y a ello se responde con la necesidad, cada vez más acusada, de la reterritorialización. Pero en este vuelco hacia la búsqueda de un sentido territorial local ya no sirven las anteriores estructuras de poder económico o político modernas, puesto que, como ya hemos visto con anterioridad, se encuentran en una situación de desbordamiento ante la imposibilidad de regular relaciones estables entre naturaleza y cultura. Por tanto, nos encontramos con un vacío, con un sistema desregulado, enormemente sensible y vulnerable a los embates de las, todavía potentes, fuerzas productivas y su cultura correspondiente de consumo de masas globalizada, como vector desterritorializador activo.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/personas.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-496" title="personas" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/personas.jpg?w=507&#038;h=151" alt="" width="507" height="151" /></a></p>
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<p style="text-align:justify;">Este es el motivo por el que el principal conflicto del territorio es un conflicto de identidad, que se registra fundamentalmente desde una polaridad antagónica: global contra local. Una dialéctica que ofrece pocas garantías, puesto que ambos polos deberían confluir de manera orgánica, más que constituirse en caras opuestas e irreconciliables entre las que hay que elegir, a veces de forma bastante dramática. Una dicotomía que Giacomo Marramao (Marramao 2006) trata de disolver volviendo sobre el término glocal, que se configura “como una cohabitación conflictiva de dos líneas tendenciales: la trend `sinérgica´ de lo global, representada por el complejo tecnoeconómico y financiero, y la `alérgica’ de lo local, representada por la turbulencia de las diferentes culturas”.</p>
<p style="text-align:justify;">En otras palabras, si no podemos realizar una elección realista y responsable entre desarrollo económico o identidad cultural, habrá que asumir una situación inestable de gestión de conflictos desde bases consensuadas entre ambos polos, que permitan una habitabilidad territorial negociada y, por lo tanto, participada. Hay que tener en cuenta que lo local no puede entenderse meramente como una fuerza reactiva, sino que debe constituirse como fuerza productora de cultura activa, de identidad específica, si quiere constituirse en alternativa dialógica a las fuerzas globales, y al mismo tiempo debe ser lo suficientemente flexible como para permitir ese diálogo productivo, esa interactuación eficaz que estamos buscando.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong>3. Entrega del discurso generalista del Movimiento Moderno a la particularidad del urbanismo y a la arquitectura, de la aplicación al lugar.</strong></h3>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/2.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-499" title="2" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/2.jpg?w=300&#038;h=245" alt="" width="300" height="245" /></a>Ya hemos adelantado que el Movimiento Moderno, en su apuesta por la racionalización y la funcionalidad del espacio, asume la tarea de purificación de la cultura moderna, rompiendo con la arquitectura anterior, como representante de intentos no eficientes, impuros, como representaciones híbridas de aproximación entre lo regulado por la ciencia y la cultura social, todavía con una cierta autonomía, que le producía el desfase con respecto a los modos de producción.</p>
<p style="text-align:justify;">El ámbito de actuación de la arquitectura, para ellos, abarcaría desde la implementación del entorno corporal hasta lo territorial, con un criterio similar de eficiencia y funcionalidad. Su tarea era la de la construcción integral e integrada de un escenario artificial, racional, abstracto, extensible universalmente, puesto que sus referentes son herederos de la ciencia y, por tanto, no susceptibles de discusión.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta intención está en la base de la formulación del Estilo Internacional. Sin embargo, los malos resultados de esta arquitectura, empiezan a poner en evidencia la inefectividad del presupuesto exclusivamente científico para la operatividad arquitectónica y generan un estatuto de revisiones que se solapa al desbordamiento general del modelo moderno, que hemos descrito con anterioridad.</p>
<p style="text-align:justify;">La arquitectura, como forma de hacer, dentro de esta estructura en explosión que es el presente desde los años 60 del pasado siglo, se configura, a ojos del fallecido arquitecto Bruno Zevi, como una nueva conformación de su espacio de desarrollo, Si la arquitectura se ha movido, al menos desde hace 5000 años, entre los polos del mundo autoritario de las reglas, de control, del orden, y el trasgresor de la libertad creativa, lo que definiría la situación actual, según Zevi, es que ya no hay reglas, sólo un estado de excepcionalidad continua.</p>
<p style="text-align:justify;">Como ya anticipábamos, no es un problema exclusivo de la Arquitectura. La cultura, mirada macroscópicamente, sufre una fractura en su desarrollo que viene observándose desde el siglo XIX hasta encontrarse de golpe con un cambio dramático: a partir del año 1947, el nuevo ordo será el de la libertad, por la transacción de lo que era espacial vendido ahora como cultura del espectáculo.</p>
<p style="text-align:justify;">Si lo que se quiebra es el equilibrio entre reacción-libertad, hoy el juego queda adherido al lado de la libertad. Lo que era excepción y marginalidad, es ahora regla común. Lo que era anomalía y revolución es ahora el “alba de una nueva civilización cuya luz no está destinada a oscurecerse”. Y no cabe esperar, ha pronosticado Zevi, que se alimente de acomodos lingüísticos, sino de experiencias sociales, es decir, de intercambios, que pueden ser inteligibles por su localización, &#8211; el lugar antropológico lo ha llamado Augé- en los mapas cambiantes que constantemente estamos obligados a generar. Esos lugares heterotópicos revelan que el predominio es el de los procesos, más que el de los ordenamientos, como nos gusta recordar del diálogo de Foucault con los arquitectos sobre la forma espacial, allá por 1967.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-501" title="3" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/3.jpg?w=118&#038;h=457" alt="" width="118" height="457" /></a>Desde la constatación de esta ruptura que arranca en la década de los 60 con Aldo Rossi que trabaja la arquitectura para la ciudad y con Robert Venturi desde la demanda de lo popular, empieza a desplegarse un considerable interés por aquellos que en sus obras manifiestan sus modos de hacer, y que han ido sustituyendo la estilística, la de los bricoleurs, por una ingente cantidad de estos modos de hacer.</p>
<p style="text-align:justify;">Modos de hacer que conocen nítidamente el fin de la confianza en lógicas arquitectónicas disciplinares, o en condiciones de certeza, supliéndolas, para la acción postmetropolitana.</p>
<p style="text-align:justify;">Parece que la única posibilidad de entablar acciones dentro del metapanorama que podemos aventurar de lo que son las cosas, sería, dentro de la pluralidad de respuestas, ir aislando algunas deesas estructuras parciales, como indica Moreno Pérez, tanto para decirse a sí misma la arquitectura como para resituarla en una función que desempeñar en este nuevo ámbito. Y es que los medios de comunicación han ido desplazando a la arquitectura hasta hacerla desaparecer por irrelevancia, lo que obliga a su reubicación respecto a su papel en la cultura. Para ello será Derrida quien nos, introduzca a una nueva figuración proyectual, acorde a la responsabilidad de no depender de la dominación y el control tradicional entre la representación plana, el dibujo, y lo espacial mismo, la arquitectura, articulándose la posibilidad de una nueva relación, una nueva condición diagramática, un espacio intermedio, a caballo entre ambas dimensiones.</p>
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<h3 style="text-align:justify;"><strong>4. Incitación, diagnósticos, procesualidad, acoplamientos sobre la arquitectura contemporánea y la geopolítica.</strong></h3>
<p style="text-align:justify;">Hemos argumentado nuestra apreciación de partida, por la que entendemos que el territorio ya no puede ser administrado centralizadamente, desde el fracaso de las geopolíticas y la desestructuración del sistema de estados nación. Pero además hay que tener en cuenta que lo social-productivo ha roto la organización del postcapitalismo, donde no se centralizan territorios especializados sino que todo hecho se expande, rizomáticamente al conjunto del territorio, y nuestro punto de vista ha de fijarse en lo glocal, como campo conflictivo de interacción entre local y global. Teniendo en cuenta, además, que lo que caracteriza nuestra época según Touraine es la separación progresiva entre la red de mercados globalizados y una fragmentación creciente de las identidades culturales, y no hay una economía participada sino de comunicación global, no nos definimos en términos sociales, sino de identidad.</p>
<p style="text-align:justify;">Otros convocados a este proceso participativo son las cosas mismas, en tanto que se constituyen en referentes y sujetos de nuestra acción. Para ello Latour reclama una nueva constitución, que refleje no sólo el estatuto de lo humano, sino también el estatuto de los objetos, entendiendo que los procesos de hibridación entran en esa relación de manera directa, y que no deberíamos seguir manteniendo una separación ficticia entre ambos mundos. Quizá en ese sentido, van las aproximaciones de Serres o de Agamben, proponiendo un espacio político en el que la operación de entrecruzamiento de los filones deconstruidos de lo global y lo local se entrelaza participativamente, al mismo tiempo que se constituye una política.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Sloterdijk, si la modernidad ha tenido como tarea la explicitación de los sistemas de inmunidad, estos umwelten deben ahora ser reevaluados en las condiciones de vulnerabilidad vital, parodiabilidad cultural y sustituibilidad protésica que caracterizarían la cultura contemporánea. Para ello propone una serie de capas, o estratos, susceptibles de interactuación, donde se ubicarían capas de problemas genéricamente diferentes y que abarcarían desde la integración de los problemas no resueltos, o soluciones todavía vigentes del estadio premoderno, a la aplicación de los artificios técnicos, la creación de ambientes fenomenológicos o la gestión de la relación con el lugar, y el ámbito del deseo y el ocio.</p>
<p style="text-align:justify;">En otro sentido complementario replantea lo territorial Pierre Levy, proponiendo la inversión de la fundación tradicional del territorio sobre una base espacial, desde la que se hace fluir la temporalidad, por un modo de proceder más propio del intelecto colectivo, que transforma el tiempo en espacio. Si el primero intenta perpetuar fronteras, jerarquías y estructuras, el segundo se organiza alrededor de dispositivos que conciben un espacio dinámico, simbólico, y con capacidad de diferenciarse cualitativamente.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/holl2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-503" title="holl2" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/holl2.jpg?w=300&#038;h=255" alt="" width="300" height="255" /></a> Un diagnóstico coincidente con este panorama lo aporta Massimo Cacciari (Cacciari, 2002), cuando habla de una paradoja filosófica y estética que proviene de que la energía que libera el territorio posmetropolitano es fundamentalmente anti-espacial, o desterritorializadora, donde las métricas espaciales son sólo un obstáculo a superar y las actividades no se piensan ya en términos de relaciones espaciales sino sólo temporales. Entiende que lo temporal es un paso hacia lo inmediato, es decir, una especie de estadio intermedio, previo a una situación que generaría un espacio indiferente y homogéneo, sin nodos significativos y sin particularidades, sólo perfecta, transparente e inmediata comunicación.</p>
<p style="text-align:justify;">La paradoja está en nuestra propia condición física, somos lugar que conoce y habita lugares, que busca referencias concretas. Una contradicción que puede ser expresada en otros términos: lo inmaterial versus el peso de la materia. A resolver esta contradicción puede ayudarnos la idea, proveniente de la física, de la relatividad, donde materia y energía se traspasan mutuamente, reconocible como territorio de espacios deformables, elásticos, capaces de acogerse unos a otros.</p>
<p style="text-align:justify;">Cacciari define una especie de individualidad universal, que trata de acordar, sin confundir, lo general y lo particular. Si extendemos esta concepción a los pares de términos dialécticos que hemos ido desglosando como local/global o público/privado, nos sentimos requeridos a buscar modos de generar esos ámbitos desde la asunción de lo complejo y lo conflictivo de la tarea que emprendemos.</p>
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<h3 style="text-align:justify;"><strong>5. Soporte de interacción en la cultura. Una respuesta a la gestión de la habitación sobre un territorio entendido como laboratorio.</strong></h3>
<p style="text-align:justify;">Por lo tanto, nos situamos en un territorio en el que la realidad misma está sujeta a su propia representabilidad, a su entendimiento parcializado y temporal. El reconocimiento genealógico o el científico no llegan a resolver el problema: nada queda sujeto a pertenencias, a puntos fijos. La realidad que atañe al conocimiento y a la propuesta para el territorio es un conjunto complejo que resulta mucho mayor y diferente que la suma de las partes que lo componen o lo resumen en abstracciones, incluso contando con que ninguna de ellas puede ser considerada sin las demás. Añadiendo además una particularidad, que ya estamos en condiciones de reconocer en nuestro presente: nada queda ya definido por sus bordes, su figura, su forma, sino por su conectividad. Ni centro ni periferia sino la capacidad del tejido que los comunica y los articula.</p>
<p style="text-align:justify;">En este entendimiento de la realidad urbana y territorial se detecta un claro desbordamiento de los instrumentos de comprensión anteriores, que partían de análisis y representaciones sectoriales del campo de estudio. Necesitamos por tanto nuevos modos de conocimiento y acción que puedan adecuarse a la complejidad contemporánea. Así aparece nuestra propuesta de intermediación: la de generación de interfaces de mantenimiento de la complejidad para evitar la simplificación y la reducción.</p>
<p style="text-align:justify;">Un procedimiento como el que planteamos promueve una serie de cuestionamientos metodológicos, entre los que estaría cómo montar un pensamiento no determinado por las direccionalidades, por las estrías de los métodos establecidos o posibles. Para ello tomaremos como base a Deleuze (Deleuze 1998) y su descripción de miles de plataformas en movimiento que no se dejan cercar, cuya incorporación como presente se aventura en los intervalos, las etapas, los intermedios, en reactivaciones inagotables. Y lo veremos en los dos ejemplos que les proponemos.</p>
<p style="text-align:justify;">Un segundo apoyo vendría, ofrecido por una situación extemporánea, sobre la que queremos producir un proceso de hibridación, de las geometrías no euclidianas o la fuzzy logic, como generadoras de complejidades, y que posibilitan el encuentro de una colección amorfa de fragmentos yuxtapuestos, no necesariamente unidos los unos a los otros.</p>
<p style="text-align:justify;">Estas matemáticas emborronadoras no son meras instrumentaciones o ideologías al uso, sino que hemos podido constatar cómo la medicina, la psicología, la química, la economía, las dinámicas de población, o incluso determinados procedimientos proyectuales arquitectónicos, han incorporado sus aperturas, pese a las reticencias de ciertos sectores dentro de los mismos campos de conocimiento.</p>
<p style="text-align:justify;">Lo que estas lógicas tratan de incorporar es una superación de las nociones simples de sistemas cerrados en equilibrio, o prácticamente en equilibrio, donde las causas son proporcionales a los efectos, y el tiempo es un factor externo, inherente al proceso a estudiar. A cambio, la intromisión de la complejidad concede amplios rangos a variables menores, por cuanto sus variaciones pueden someter al conjunto a modificaciones sustanciales. Tienden a ser susceptibles a la inestabilidad por los cambios de las condiciones iniciales y por las continuas fluctuaciones internas y externas. Su comportamiento es caótico, lo cual no significa que se autodestruyan, sino que el caos es un orden dentro del desorden, y se mantiene la generatividad como premisa, produciendo nuevas estructuras, que Prigogine llamó disipativas, a su vez más complejas, que demandan más materia y energía, o lo que es lo mismo, más potencialidades en relación y más información.</p>
<p style="text-align:justify;">Un tipo de planteamiento que estimula formas abiertas de entender nuestro estar en el mundo asociados, por demás, a soportes, territorios, ciudades.</p>
<p style="text-align:justify;">Se presenta ahora una visión propia que trata de responder desde la arquitectura a este nuevo reto, enunciando una teorización formulada al hilo de unas experiencias sobre problemas reales cuya naturaleza apunta a lo complejo, a lo participativo y a lo multidisciplinar. En concreto, a través de dos acciones que, localizadas en la ciudad de Sevilla –la propuesta para la ordenación de la Plaza de la Encarnación y la realización de un Parque sobre el antiguo cauce del Guadaira-, se enmarcan en la investigación que sobre los llamados soportes de interacción viene realizando desde diversos ámbitos el Grupo Composite como respuesta a la gestión de la habitación y protocolo de funcionamiento de los laboratorios sociales. Éstas, se suman a la formulación modelística ensayada en el seno del Master de Arquitectura y Patrimonio Histórico –como Proyecto Patrimonial- y, sobre todo, a la actividad cognoscitiva y propositiva generada por el Foro Barriadas: Nuevos Centros urbanos, como marco para una distinta sociabilidad urbana.</p>
<p style="text-align:justify;">Actividades que dibujan una sinergia de actuaciones en cuyo seno es posible formular una acción arquitectónica compleja, capaz de encontrarse con los agentes y prácticas presentes en la estructuración de un territorio y ofrecerse como medio de articulación para una pluralidad de objetivos, intereses e identidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Una, en el corazón del Centro Histórico de la ciudad, y otra, recorriendo su borde meridional, se enuncian como proyectos abiertos en los que las dos miradas planteadas –la propia y singular de cada episodio y la más general del territorio al que pertenecen- están presentes en su forma de manera implícita. Para ello, geografías, ambientes y espacios culturales, modos y comportamientos de las gentes y los objetos, acontecimientos y situaciones posibles como propuestas de valoración social, etnológica, histórica, arquitectónica o medio ambiental de los elementos estudiados, etc., se constituyen en parte básica del proceso, quedando reflejados en una re-presentación donde aparecen convocados todos los personajes del sitio.</p>
<p style="text-align:justify;">Una figura que pretende formularse como ámbito de nuevas inercias específicas y lugar de intercambio de escalas de paisajes y actividades entre ámbitos globales y locales; un soporte donde identificar potencialidades, inscribir acciones y arquitecturas singulares; un cuerpo en el que injertar nuevos parámetros de activación y reconocimiento de comunidades emergentes e intereses particulares. Pero también, un dispositivo para el control de los tránsitos de escalas y percepciones capaz de gestionar los pasos regulados de lo genérico a lo particular.</p>
<p style="text-align:justify;">Y es que ante las nuevas expectativas creadas en nuestras ciudades y territorios, a raíz de una nueva significación de lo urbano y de la arquitecturización del entorno, surge una nueva cultura urbana ciudadana –basada en la participación y emergencia de nuevos lugares- que tiende a la puesta en valor del espacio público y natural como escenario alternativo de vida: allí donde producir el intercambio y encontrar nuevas identidades. Ello va producir un desplazamiento de los intereses y comportamientos ciudadanos a otras localizaciones más propias y al que habría que sumar el descubrimiento de nuevos valores y oportunidades en los sitios encontrados en su ámbito territorial más cercano.</p>
<p style="text-align:justify;">Urge así, plantear y desarrollar conceptualmente una nueva idea del paisaje urbano abierto a un entorno territorial y cultural más amplio, a la vez que accesible a todos, desde la que producir la revisión de los conceptos asociados a la arquitectura y el urbanismo, al Patrimonio Histórico y Natural. Se hará necesaria la búsqueda de una definición para un paisaje cultural vivo en el que la acción del hombre se manifiesta con el paso del tiempo, con sus manipulaciones y transformaciones, como modo de activación y adaptación a nuevas necesidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Todo ello, sabiendo que los ámbitos de actuación pasarán a ser nuevos espacios humanos de individualización e inmunidad, de comunidades parcial y temporalmente constituidas, y en el entendimiento del territorio y la ciudad como un conjunto difuso de unidades en equilibrio cohesionadas por una leve espuma que las reúne, en las que cualquier actuación motiva un movimiento general en busca de una nueva estabilidad; sabiendo, también, que para una latente sociedad dinámica y participativa, las estrategias y soluciones serán siempre provisionales, susceptibles de cambios en los distintos momentos del proceso de aplicación, por lo que el punto de inicio es el diseño de una programación consecuente para la constitución de nuevos entornos humanos intermedios –donde el individuo o el grupo de individuos reconozca e identifique su lugar- que se realizará mediante ensayos sobre situaciones concretas que tienen como referencia la diversidad, la sostenibilidad y la gestión de transferencias de participación adecuadas entre individuo y medio.</p>
<p style="text-align:justify;">Nuevos elementos y valoraciones de paisaje entran en relación con la nueva dimensión y vivencia propuesta: la nueva escala de los entornos vivenciales, la experiencia fenomenológica del Paisaje (paisaje practicado, paisaje activado, paisaje participado), las infraestructuras habitables (otras posibilidades y actividades se superponen a su funcionamiento), la imagen contemporánea (dilatada, plural, cambiante, virtual, mediática). A través de descriptores referidos a las infraestructuras y la movilidad, a la habitación o el medio, a la imagen o el patrimonio, surgen aquellos paisajes de las infraestructuras o del territorio, de lo informacional-global o del arte, paisajes inmobiliarios o del pasado.</p>
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<h3><strong>Propuesta para el concurso de la plaza de la Encarnación</strong></h3>
<p>El Patrimonio como dispositivo y modelo de Gestión: una apuesta por la transferencia temporal</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/encarnacion.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-508" title="encarnacion" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/encarnacion.jpg?w=575&#038;h=135" alt="" width="575" height="135" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">La posibilidad de sobrevolar de manera ágil por espacios de novedad y pasado es tarea que nos incumbe y preocupa, estando empeñados en la formulación de un Proyecto Patrimonial capaz de vivificar el ayer. El modo de relacionarnos con las cosas del pasado, que constituyen las señas de identidad del lugar en su encuentro con la sociedad civil y con las instituciones que lo viven, para actuar sobre los potenciales del presente y la memoria de nuestro territorio va a inducir a la configuración de un soporte capaz de recoger y dar cuenta de aquellos elementos que comuniquen y refuercen la estructura de relaciones que se producen en nuestro entornos.</p>
<p style="text-align:justify;">Se ensaya un modelo de gestión patrimonial con base en la construcción de una sistemática abarcativa de actuación e intervención en un marco territorial específico y caracterizado, sobre el que se plantea una ‘idea sobre el sitio’ que recoge intereses de lo patrimonial, arquitectónico, político, económico, de desarrollo sostenible y de gestión. Pero también, un proceder que actúa como proyecto de espacialización del patrimonio desde una perspectiva de globalidad ambiental y como motor de desarrollo.</p>
<p style="text-align:justify;">La representación del soporte cultural y natural, el establecimiento de redes y de estrategias de desarrollo, la identificación de segmentos espaciales y temporales del ámbito de actuación o el señalamiento de transversalidades operativas, son las intenciones y los materiales de una Base de Datos Activa donde se recoge tanto la información documental y gráfica de cada situación, como los criterios de intervención desde lo patrimonial en una estrategia regional.</p>
<p style="text-align:justify;">
<h3><strong>Proyecto de un Parque sobre el antiguo cauce del Guadaira</strong></h3>
<p>El efecto resemantizador: Un lenguaje transformador en la ciudad contemporánea.</p>
<p><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/la-invencion-del-soporte.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-510" title="la invencion del soporte" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/la-invencion-del-soporte.jpg?w=491&#038;h=144" alt="" width="491" height="144" /></a></p>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;">Se muestra aquí una incursión por nuevos lugares de habitabilidad con distintos compañeros de viaje, porque, si el urbanismo y las técnicas tradicionales nos resultan insuficientes para dar cuenta de los movimientos acelerados de personas, actividades y capitales, tampoco la arquitectura, el diseño arquitectónico, es una garantía para acudir a determinadas situaciones encontradas.</p>
<p style="text-align:justify;">Se trata de evidenciar un estado de cosas que ha llevado al conjunto de disfunciones presentes en el continuo devenir de la ciudad, descubrir aquellos lugares donde poder considerar otros anhelos ciudadanos para volcarlos en una experiencia singularizada de estas regiones. Y con ello, formular estrategias de comprensión primero y luego de actuación sobre realidades fracturadas, incompletas o incapaces de actualizar su posición en el entorno que comparten con otros. Acciones que aproximan y distancian -lo separado en el espacio se une por su puesta en uso, por el carácter de las actividades que se producen-, movimientos que descubren vacíos de resistencia y gestión variable.</p>
<p style="text-align:justify;">Ello, para figurar de un modelo de ciudad extrovertido, fluctuante, donde se disuelven los límites, reinventan paisajes y surgen nuevos escenarios en los que la forma de la ciudad viene del modo de habitarla, de su urbanidad. Un modelo desde el que presentar estructuras –bateasalternativas de cohesión, construyendo mapas que dilatan los ámbitos de intervención y gestión a otros espacios culturales de influencia, a través de procesos de aproximación, desvelamiento y búsqueda de referencias más eficaces tanto en el sitio como fuera de él, que atienden a la manera en que el sujeto se relaciona con el medio. Así, han aparecido otras geografías: suelos transitados, líneas, regiones y transversalidades que se reconocen como hechos diferenciales y proponen el sentido de lo patrimonial, de lo ecológico y una posible configuración formal a partir de su ocupación y puesta en carga.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada bancada nos convoca y acoge mostrando su propia forma: se orienta en el lugar proponiendo desde ella la mirada de cuanto le rodea y la nueva actividad que la justifica; nos remite y conduce a situaciones donde lo significante pasa a ser el paso firme sobre el pavimento, el contacto blando e inseguro sobre los tapizantes o el roce del pie descalzo sobre el agua; establece su capacidad de acogimiento del grupo que nos acompaña, dimensionando y diseñando los espacios para ello. Son esos modos de ocupación, los nuevos vínculos que se quieren establecer como experiencia de lo público con la ciudad.</p>
<p style="text-align:justify;">Para su representación nos servimos de la metáfora de la batimetría: la ciencia que estudia las profundidades oceánicas con el trazado de mapas de isóbaras. Una técnica para el registro y representación de un espacio vivo de tránsitos globales y aproximaciones a escenarios de atraque y demoras provisionales; también, un modo de conocimiento capaz de fijar la realidad de un soporte de perfiles ocultos, contenedor de un medio fluctuante sujeto a corrientes internas no visibles y estados variables de su apariencia: un acercamiento distinto a la lámina superficial de agua, reflectante -siempre contrastada y en pugna con los bordes firmes de la tierra- y tan seductora como temible.</p>
<p style="text-align:justify;">A la postre, un instrumento de desvelamiento que procura otra representación de la realidad, de los lugares de nuestro entorno y los comportamientos que allí se registran. Y con él, el trazado de nuevas cartografías para nuestras ciudades: mapeados que registren otras líneas de navegación ciudadana entre sitios ocultos, o de otra visibilidad e interés, y en los que señalar accidentes y posiciones relativas de encuentros, hasta llegar a la invención de un soporte donde nuevos sentidos de lo ecológico, lo patrimonial (identificadores) y de imagen queden establecidos en un espacio de participación.</p>
<p style="text-align:justify;">Un espacio configurado por membranas artificiales o virtuales que son instaladas o programadas sobre un flujo móvil y fluctuante de naturaleza diversa que intermedia como alojo para actividades humanas en un ecosistema. Nuevos lugares de relación y convocatoria ciudadana, donde implementar programas capaces de adecuarse a las instalaciones híbridas ya existentes e interactuar requerimientos atmosféricos para la definición de diversos escenarios ambientales: compromiso con un espacio público activo dispuesto para una vida contemporánea caracterizada por la interacción con diferentes lugares próximos o remotos.</p>
<p style="text-align:justify;">En un abanico de escalas que recorre los procesos que van de lo institucional a lo cotidiano, de lo remoto a lo próximo, del pasado al futuro en el presente, de lo infraestructural a lo informático, estas membranas deberían atender al diseño de la complejidad que se da cita ahora en nuestras ciudades.</p>
<p style="text-align:justify;">Un registro inverso de la ciudad que metaforiza la batimetría como estudio de las profundidades por bateas y sus ecosistemas sucesivos formando una tarta invertida, que actúa como una distinta vía de acceso y manera de estudiar el espacio público en la metrópolis. Aquí las bateas hay que crearlas, adaptarlas de lo existente, sería como una nueva especie que habita la tierra y por tanto entra en simbiosis con ella, además se comportaría esta ciencia como una especie de fractal cuyo orden de lo minúsculo es el de lo inmenso y así podría entrar en su geografía.</p>
<p style="text-align:justify;">
<h3><strong>Bibliografía.</strong></h3>
<h5>Agamben, G., La comunidad que viene. Pre-textos, Valencia</h5>
<h5>Bermejo Luque, L. Foucault: anarquía, democracia e inconmensurabilidad. 38º Congreso de jóvenes</h5>
<h5>filósofos en Bilbao 2001. www.camaranet.com/filosofiabilbao</h5>
<h5>Cacciari, M., Nómadas prisioneros. Rev. Casabella 705, 2002.</h5>
<h5>Deleuze, G. y Guattari, F. Mil mesetas. Capitalismo y esquizofrenia. Pre-textos, Valencia 1988.</h5>
<h5>Latour, B., Nunca hemos sido modernos. Ensayo de antropología simétrica. Editorial Debate S.A., Madrid 1993.</h5>
<h5>Marramao, G., Pasaje a Occidente. Filosofía y Globalización. Katz Editores, Buenos Aires 2006.</h5>
<h5>Negri, T., Arte y multitudo. Ocho cartas. Trotta, Madrid 2000.</h5>
<h5>Serres, M., Atlas.</h5>
<h5>Sloterdijk, P., Esferas III. Siruela. Madrid 2005.</h5>
<h5>Sloterdijk, P., Venir al mundo, venir al lenguaje. Lecciones de Frankfurt. Pre-textos, Valencia 2006.</h5>
<h5>Touraine, A., Un nuevo paradigma: para comprender el mundo de hoy. Paidos, Barcelona 2005.</h5>
<h5>Zevi, B., Después de 5000 años la revolución. Rev. Lotus nº104, 2000.</h5>
<h5>Kymlicka, Will. Fronteras territoriales. Minima Trotta. Madrid. 2006.</h5>
<h5>E-book “Sobre la situación actual de la arquitectura: genealogías, diagnósticos e interpretación” (2004), grupo Composite Universidad de Sevilla, 2005 www.grupo.us.es/composite i Peter Sloterdijk (Sloterdijk 2006) habla de la existencia de un giro poético en la concepción cultural, como sucesor del giro lingüístico de principios de s.XX enunciado por Saussure, o Wittgenstein. Quizás puede apreciarse esa línea de desarrollo en la incipiente tendencia a la esencialización de los problemas a la que asistimos, que podría entenderse como una reacción a la cultura de consumo y/o a la sucesión incesante de modas existenciales.</h5>
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		<title>La ciudadela postmodernidad</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 09:28:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquiaspubli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outarquias]]></category>

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		<description><![CDATA[SILACC_2008: Simposio Latinoamericano “CIUDAD Y CULTURA: reflexiones y proyectualidad hoy” Título: La Ciudadela posmodernidad. Palabras clave: ciudad, resort, identidad Autor/es: Tapia Martín, Carlos – Dr. Arquitecto, docente e investigador. Pérez Humanes, Mariano- Dr. Arquitecto, docente e investigador. Guerra de Hoyos, Carmen – Dra. Arquitecta, docente e investigadora. Sesión temática: 2.- Textualidad. Especializaciones urbanas coetáneas. Institución: [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=448&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:justify;"><strong>SILACC_2008: Simposio Latinoamericano</strong></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><strong>“CIUDAD Y CULTURA: reflexiones y proyectualidad hoy”</strong></h2>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>Título</strong>: La Ciudadela posmodernidad.<br />
<strong>Palabras clave</strong>: ciudad, resort, identidad<br />
<strong>Autor/es</strong>: Tapia Martín, Carlos – Dr. Arquitecto, docente e investigador. Pérez<br />
Humanes, Mariano- Dr. Arquitecto, docente e investigador. Guerra de Hoyos,<br />
Carmen – Dra. Arquitecta, docente e investigadora.<br />
<strong>Sesión temática</strong>: 2.- Textualidad. Especializaciones urbanas coetáneas.<br />
<strong>Institución:</strong> Grupo de Investigación Outarquias [HUM853]. Escuela de arquitectura<br />
de Sevilla (España).<br />
<strong>E-mail:</strong> tava@us.es, marianoperez@us.es, cguerrah@us.es, outarquias@us.es</p>
<p style="text-align:justify;">
<h3 style="text-align:justify;"><strong>1-introducción</strong></h3>
<p><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/moritos1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-456" title="moritos" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/moritos1.jpg?w=300&#038;h=213" alt="" width="300" height="213" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><em>La palabra “ciudadela” ahora se usa poco. Muy rara vez se encuentra la expresión “ciudadela del capitalismo”. Y casi no escriben “ciudadela del fascismo”.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>En el mejor de los casos la </em>ciudadela <em>es relacionada con la película de King Vidor o con la novela de Cronin. En la Riga de mi infancia, la ciudadela fue una realidad. Igual que el “castillo” donde vivía el gobernador.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>O como la Torre de Pólvora, que fue uno de los lugares más famosos de la ciudad, con tres balas de piedra insertadas en su costado.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>En la ciudadela se concentraba la administración militar de la guarnición.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"><em> </em></span></p>
<p><strong>Extracto deYo. Memorias Inmorales, de Sergei Eisenstein.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">El proceso de transformación y de construcción del nuevo Dubai es sobradamente conocido en los ámbitos de estudio que sobre la ciudad se desarrollan en la actualidad, pero habría que precisar algunas cuestiones que resultan pertinentes para confrontarlo con lo que se deriva de las imágenes, que vamos a presentar como juego de equivalentes surrealistas que nos saquen de la narcolepsia por la fascinación de lo posible ya actualizado en realidad.</p>
<p style="text-align:justify;">Con la palabra <em>uncanny</em>, Freud define un sentimiento o sensación que nos desvela algo que no es nuevo aunque extraño, algo familiar y profundo, arraigado en nuestra mente, pero reprimido, que su dificultad de afloramiento sólo prueba su represión. Algo que es usado por el historiador de la arquitectura contemporánea, Anthony Vidler, como apertura a la relación posible entre lo surreal y lo arquitectónico.</p>
<p style="text-align:justify;">Tal es nuestra intención, recorrer ciudad, por las fronteras conocidas y reprimidas de su definición, exponiendo para este simposio un pequeño aporte extraído de un estudio más amplio.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Uncanny</em>, se relaciona con el cine y la literatura de terror como &#8220;aquello que te hace sentir intranquilo en el mundo de tu experiencia habitual&#8221;. Si bien usaremos el cine inicialmente como vehículo conductor, no será por mor de series b, sino por la genealógica mirada que propone la producción fílmica de principios del XX, y concretamente, de la premiada película “La ciudadela”, de King Vidor. Asalto a las fuerzas de la naturaleza que retardan el “progreso físico de la raza humana”, que sólo con ironía puede ser <em>transcrito </em>en nuestros días en su <em>intertextualidad</em>.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/texto.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-459" title="texto" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/texto.jpg?w=300&#038;h=220" alt="" width="300" height="220" /></a>Ciudadelas son, para estos supuestos, como imaginarios, la <em>zerópolis </em>por excelencia, Las Vegas, los condados-islas en Los Ángeles, como el de Clark, los paraísos fiscales, el G-8, los clubes privados, los nacionalismos, los ghettos, los privilegios, las dominaciones, del orden que sean, que van en contra de la constitución y constatación de lo social y lo público, la isla de Tomás Moro “Utopía”, cuya descripción, como elogio de la locura, abarca desde la quimera descrita por Basílides en forma de cielo</p>
<p style="text-align:justify;">dominante, el de Abraxas, el mayor de los 365 existentes, hasta los oscuros liderazgos de Amaurota, conocida por su amplio y caudaloso río llamado paradójicamente Anhidro. En lo que compete a este texto, figurará Abraxas como Las Vegas y Amaurota como Dubai, como islas de un mismo archipiélago, lejanas entre sí, pero distópicamente cercanas, sin recursos, mas exhultantes de un exceso vacuo y, sin embargo, plusvalente. Ciudadelas serán los <em>sitios sitiados </em>de los no-lugares y, en otro sentido, puramente moderno y plenamente ucrónico, toda <em>naturaleza </em>hostil que haya que combatir.</p>
<p style="text-align:justify;">También debería ser entendido como insular, aislante y encerrado, lo <em>genérico</em>, en el contexto de Koolhaas, como un paradigma para el epítome de esta ponencia. Eisenstein se dio cuenta: no se habla de la ciudadela del capitalismo. El imperio-ciudadela, del que luego hablaremos, no como territorio y orden mundial, sino condición, por la que los que están fuera están obligados a asaltarla y a los de dentro a defenderla. La ciudad, así planteada, pone sus ojos en la construcción de sus fronteras y en el fortalecimiento de los acuerdos con los de su misma suerte. El joven Marx escribió sobre el hombre genérico, antes que el arquitecto holandés, como recuerda Edgar Morin a propósito de la enunciación de sus tres principios de esperanza en la desesperanza del habitar la tierra como construcción, como</p>
<p style="text-align:justify;">construcción de plenitud arquitectónica. El horizonte que apunta Morin atiende a la disolución de los límites de lo que comprende la ciudadela. Es auténticamente heideggeriano, en tanto que horizonte, según Félix Duque, ya que designa el acto de inscribir dentro de unos límites, lo que cerca, una clausura respecto al entorno. Pero lejos de constituir forma, la ciudad genérica, Amaurota, o figuradamente, Dubai, es una implantación cainita, que literalmente vaga por la tierra estéril, como condena, pero a pesar de ello, fija un espacio y lo cerca, para irradiar desde allí su dominación. No es un lugar, sino un punto desde el que vigilar y dominar. Hoy lo llamaríamos un… <em>resort</em>. Ni se está, ni se puede abandonar, no tiene dimensión ni identidad.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Es en la elaboración del mundo objetivo, dice el Marx del empeño en la noción de trabajo, en donde el hombre se afirma existentemente como un <em>ser genérico</em>. Y sigue: “esta producción es su vida genérica activa. Mediante ella aparece la naturaleza como su obra y su realidad. El objeto del trabajo es por eso la <em>objetivación </em>de <em>la vida genérica del hombre</em>, pues éste se desdobla no sólo intelectualmente, como en la conciencia, sino activa y realmente, y se contempla a sí mismo en un mundo creado por él”.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Lo genérico viene a señalar la capacidad del hombre por generar y regenerar, generarse y regenerarse, pero que en boca de Marx, deviene en denuncia, por su tendencia a insensibilizarse, a esclerotizarse, a aletargarse. Conviene precisar, que sólo la presencia del arte, que sólo puede ser creadora por definición, o no sería posible nombrarlo como tal, acude a sacar de la patología autohipnótica los procesos inerciales de la producción. Ella, y las revoluciones, que ya advirtió Augé que eran los primeros y más importantes no-lugares, no alcanzables y echando la vista atrás, imposibles de considerar como conseguidas ninguna de ellas en la historia.</p>
<p><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/dibujo1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-461" title="Dibujo1" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/dibujo1.jpg?w=435&#038;h=152" alt="" width="435" height="152" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Éste es el hombre genérico, su ontología: extrañeza y sobrepujanza, como lo define Duque, respecto al mundo, trascendencia y reflexividad, pero siempre por doblegar el mundo, su naturaleza, la del propio hombre, como construcción, definición y cuidado de sí, y la de su entorno, natural y social, si aún hay alguien que sepa distinguirlas. Y de su ontología, su metafísica, determinable por los principios de la arquitectura, como sistemas de inmunidad y doblegado de las impenitentes fuerzas descontroladas de la naturaleza. Cercar, asaltar, ampliar el horizonte.</p>
<h3 style="text-align:justify;"><strong>2-objetivos del trabajo</strong></h3>
<p style="text-align:justify;">La ciudadela de la posmodernidad: diagnóstico para Dubai (aunque podría ser su matriz, Las Vegas, o tantas otras en el golfo pérsico o en el resto del globo).</p>
<p style="text-align:justify;">Quienes están refiriéndose a nuestro tiempo como atesorador de polinaturalezas y, al punto, tolerante y renovador de las connotaciones que la discursividad ha mantenido fuera de la propia experiencia y del desarrollo de los procesos vitales en sus entornos, conciben como vía necesaria de iniciar el camino del remedio de los fracasos de la modernidad, junto con la constitución de ese nuevo entendimiento del mundo, insisten en que se debe trabajar el territorio como islas. Ello permite numerosas ventajas, entre las que se encuentra el tener en condición de la máxima relevancia la atmósfera circundante, aunque nosotros no propondremos este ejemplo como tal literalidad ni pertinencia. Sin embargo, los perfilados orográficos y los contorneados edilicios, nos dan el juego necesario para construir nuestra argumentación.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/oceano.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-465" title="oceano" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/oceano.jpg?w=318&#038;h=213" alt="" width="318" height="213" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">El sustrato sobre el que se efectúa la operación era un pequeño asentamiento, cuya implantación en una de las rutas comerciales de la antigüedad había decaído en un poblado de pastores hasta el descubrimiento de los recursos petrolíferos, que lo convierte repentinamente en sede de representaciones de empresas comerciales internacionales. Al no tener la infraestructura técnico-productiva ni social para abastecer al coloso inmobiliario, se genera un mecanismo de inmigración y de importación de materiales y de personas desde diferentes partes del planeta en apenas poco más de una treintena de años.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Las clases trabajadoras de inmigrantes están social, jurídica y culturalmente separadas de la población autóctona, generando una serie de conflictos en cuanto a demanda de derechos. Además, el crecimiento se ha ido acelerando convirtiendo en obsoletas algunas de las infraestructuras originalmente planeadas, o complejizando los flujos mediante la superposición de nuevas ofertas de actividades y la densificación de las mismas por el éxito de demanda. El mal funcionamiento, la congestión urbana, empiezan a amenazar las condiciones paradisíacas anunciadas. Otra de las claves que se publicitan pero que son altamente cuestionables es la sostenibilidad ambiental de la transformación territorial, que plantea problemas a fauna y flora marinas autóctonas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Dubai como fenómeno se ha constituido en modelo para un buen número de lugares que ven en este tipo de operaciones la oportunidad de incorporarse del tirón a una civilización global, de situarse en el mundo conocido, esta vez, constituyéndose en destino en un lugar de la red de lugares de los media. La profesión y los medios de comunicación disciplinares han recogido abundantemente información de los diferentes proyectos, así como discusiones sobre su operatividad o su validez.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/ciudad.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-467" title="ciudad" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/ciudad.jpg?w=352&#038;h=228" alt="" width="352" height="228" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Pero, ¿por qué esta evidencia de diagnóstico?, podría preguntarse alguien. ¿Por qué dejar aflorar la apariencia de esa conciencia de denuncia no implicativa, ni demandante de participación?</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">No somos tan ingenuos, pero tampoco tan cínicos como para no decir lo que lo visible, como mácula que enfoca y ciega, aún en la tormenta que vela y desvela, debe aportar.</p>
<p style="text-align:justify;">Lipovestky refresca la memoria de quienes seguían, al dictado de la moda, ciegos –es la palabra por él usada- al hecho de que la perspectiva subversivo-radical se convertía ella misma en una moda para uso de la clase intelectual.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">No hay otro fundamento argumental a la vista: el devenir moda de nuestras sociedades –ese <em>nuestras </em>en sentido amplio, descarado y descarnado- se equipara a la institucionalización del consumo, la invención globalizante de necesidades artificiales y la normalización e hipercontrol de la vida privada, que se dispone como íntima en el fluir como imágenes que violan ese interior.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">La sociedad de consumo supone programación de lo cotidiano, y sigue Lipovestky: te da la solución para generar el problema, que acude desesperadamente a reiterar la solución. Cada resquicio donde pueda darse vida para uno o vida en conjunto, es manipulado. A cambio, eso sí, la tranquilidad de saberse felices inmersos en el <em>mar </em>de la ilusión. Como el propio lema de la Nueva Dubai: “Ciudades del mundo, uníos a nosotros en <em>bluecomunities.org</em>”. Mientras podáis pagar, faltaría añadir. Si ya en los años sesenta se denunciaba y condenaban las apariencias en todas las esferas de lo común y lo identitario, ahora no podemos sino decir lo que el ojo no quiere, porque no sabe ya, ver. En aquel entonces, en aquellos gloriosos sesentas, Debord desenmascaró la neurosis sistemática del espectáculo, Lefebvre hablaba sin reparos de la sociedad terrorista, Baudrillard polemizaba con el fetichismo que sigue hoy vigente, y cada rascacielos que toca el cielo de Dubai es un subrayado a esta cuestión de dominación, de supremacía social, de condicionamiento de la existencia, con lo que el diagnóstico del que partíamos no puede sino ser la constatación del abismo sin barandillas que encandila mirar.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Así, ser moderno es vivir una vida de paradoja y contradicciones. Mirar con deseo lo que te atrapa, es vivir la vida conservadora de un revolucionario permanente. Sí, ello puede hacerse hoy: a la vez, vitales ante las nuevas posibilidades de experiencia y aventura, aunque acaezcan allá donde se producen hoy las realidades, más allá de ellas, atemorizados ante las profundidades nihilistas, de vacío, ansiosos por crear mediante la confianza en la técnica y asirnos a algo real aun cuando todo se desvanezca, según decía Berman.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/ciudad-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-469" title="ciudad 2" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/ciudad-2.jpg?w=333&#038;h=217" alt="" width="333" height="217" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">No hace mucho, una conocida nos decía que su abuela temía por su familia. Sus nietas no debían salir a la calle. El espacio público no era seguro. La mujer mantenía la profunda convicción de que los romanos atacarían la ciudad. Ello era seguro, pues había sido difundido por la televisión. Las tres claves, confianza en el progreso, a través de la verdad inequívoca de la técnica, caricatura de la sociedad, como en Lévinas, transformando la obra en mito, que acompasa su existencia al ritmo de 24 fotogramas por segundo, y riesgo continuado aun cuando no haya motivos <em>reales </em>para ello.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Si observan las imágenes, las nuevas <em>ciudades-insulae</em>, rompiendo de forma diádica en red las tesis constructivistas de burbujas incomunicadas spenglerianas, surgen desde esa figuración de ocupación del territorio con un primer destino de defensa militar, que muta a organización civil de <em>cardo-decumano</em>. La ciudad aquí, no hace sino reafirmar la cuestión del surgimiento de las periferias –y, por tanto, del centro, pues sólo cuando aparece uno acaece el otro- donde lo físico no será sino una más de las cuestiones de territorialización. La ocupación social y espacial del territorio propende a entender que ciudad equivale a mundo, como es ya un apotegma de nuestro tiempo. Y, ligado al riesgo, lo que no está dentro, es un peligro potencial. No es de extrañar que tras el cambio de paradigma que supuso el golpe a las torres gemelas de Nueva York, el entonces secretario de estado, se asesorara, de cineastas e historiadores, para concluir en que el modelo a seguir es del imperio romano.</p>
<p style="text-align:justify;">Ciudadanos, los de dentro, con derechos. Bárbaros, los de fuera, los que hay que civilizar. En ese sentido, el Imperio no es algo premoderno, como podríamos suponer y con ello contravenir nuestro argumento, sino <em>paramoderno </em>en el sentido de Augé. El aborto de la modernidad, lo paramoderno, no es en ningún caso su futuro y no depende de ninguna de las tres figuras de la sobremodernidad: individuo, tiempo y espacio. Ese fracaso, malogro o frustración, según Heidegger, tiene forma de ciudadela, de forma que sirva de refugio contra la naturaleza (las tormentas de arena, sin ir más lejos), elevar su nivel técnico (lo que lo hará fuerte y comparable por su imagen a otras ciudadelas, a las que arrebatará su identidad, y dispondrá la suficiente energía como para poder asaltar el exterior y convencerlo de su error, es decir, el dominio y control del mundo.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">El argumento del que partir para distinguir una racionalidad que ahora se debe a lo complejo, pese a tratar de mantenerse en lo simplificado lo sitúa Escohotado en nuestra propia civilización, que, una vez que se siente sostenida tras sociedades militares, la ciudadela de Eisenstein, muta naturalmente a sociedades comerciales. De las jerarquías a las voluntariedades –o creencia firme en ellas, que acaba siendo lo mismo- con una alta movilidad social mediando entre ambos polos.</p>
<p style="text-align:justify;">Si en el tiempo de Heidegger, por su formulación de espacio, donde cada cosa ocupa su lugar, donde no hay extensión, sino verdad presente y no instalada -como en los griegos-, los términos ciudad y periferia debieron repensarse, ahora, ciudad, define el escenario, frágil, de las nuevas complejidades sociales, que se saltan los muros de los límites impuestos y sus ocupantes se convierten en seres de una diferente y aún no bien comprendida delimitación territorial, como flujos, derivas, ocupaciones, usurpaciones, avatares, persistencias y resistencias, éstas casi surreales, perplejidades, expatriaciones, extrañamientos y desarraigos, encuentros y generación de conectividades y otros <em>habitus</em> como dirían Bourdieu o Luis Castro.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/maqueta.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-472" title="maqueta" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/maqueta.jpg?w=262&#038;h=196" alt="" width="262" height="196" /></a>La imagen-ciudadela, por clausurar su corto imaginario si se hace por lo histórico, no se hace presente por singularidades o vuelta a la desintegración feudal, sino que su figura se hace forma estable en el estar en el mundo en tanto que resume las prescripciones de nuestros supuestos, en un planeta que a la vuelta de medio siglo contará con 3200 millones de personas viviendo en 438 ciudades-regiones que progresarán al ritmo del temor de sus propios romanos.</p>
<p style="text-align:justify;">No es de extrañar que la primera ucronía (utopía en el tiempo) fuera escrita por Tito Livio en uno de sus capítulos de la Historia de Roma desde su fundación, en la que relata una hipotética guerra entre el imperio de Alejandro Magno y Roma en el siglo IV a. C. Falso contexto verdadero, por el que es factible sujetar una ficción que es fundadamente plausible y fundible con otros ámbitos y cuotas de realidad.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">La ciudadela sería el mejor nombre que de momento podemos dar a los cambios sustanciales que se han desatado en las organizaciones políticas, estatales y sociales. Ya no desde ellas a la forma de la ciudad, sino que su atribución proviene de la <em>imagen </em>de la forma de la ciudad, con nuevas organizaciones sociales que se nos antojan inéditas en territorios con alta densidad demográfica, donde los procesos físicos están llamados a ser entendidos de otras maneras, casi desterrando las definiciones que hasta hace poco funcionaban.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<h3 style="text-align:justify;"><strong>3-metodología</strong></h3>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/blanco-y-negro.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-475" title="blanco y negro" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/07/blanco-y-negro.jpg?w=226&#038;h=284" alt="" width="226" height="284" /></a>Al modo en que Latour, Michael Lynch y Knorr- Cetina deciden en los años 70 desentrañar antropológicamente grupos <em>exóticos </em>ubicados no en la periferia de las culturas occidentales, como lo habían hecho los antropólogos clásicos cien años atrás, sino ubicados, contrariamente, en el centro de la reformulación del mundo moderno, nuestros ejemplos dirigen la atención en lo contradictorio de la operación del Hermes-Koolhaas, o de Dubai en su conjunto, por ser mediador del mundo moderno en tanto que lo condena, paradójicamente, <em>traduciendo </em>lo que por la arquitectura signa lo social, lo productivo, lo político, etc. Nunca el pensamiento aristotélico ha tenido tanta figuración. Si para Aristóteles se confundía el mapa con el territorio, las palabras con las realidades, podemos decir que Dubai-Amaurota manipula la realidad trastocando paroxísticamente su mapa. La tecnología ha cambiado el territorio, indiferente a la denuncia de Baudrillard que percibe que ella misma, de paroxismo se ha convertido en parodia. Puede verse en el mapa del mundo como islas a la venta, el ridículo de la dominación de la última frontera y de la última reserva, los fondos marinos.</p>
<p style="text-align:justify;">La imagen ciudadela como postura irónica cuando toda imagen ocurre contra cualquier acontecimiento. Está ahí para ser su sustituto. Cuando no hay realidad sino imagen, <em>resort </em>en vez de autoorganización social, conjuramos esa emergencia cuando no hay destino sino<em> </em>fascinarse por el abismo. Tal vez acabar con la imagen delirante de NY abismada por la falta<em> </em>del agua de uno de sus ríos (anhidro) de L. Woods permita comprender la gravedad con que<em> </em>estas operaciones arquitectónicas nos llevan a reafirmar tozudamente como premisa la<em> </em>advertencia del fotograma de Vidor, aunque ello debiera ser entendido contrariamente en la<em> </em>medida de una nueva alianza estar en el mundo-habitarlo.</p>
<h3 style="text-align:justify;"></h3>
<h3><strong>4-referencias bibliográficas</strong></h3>
<h5>AAVV. <em>Ecología del ambiente artificial</em>. Revista Astrágalo, 16. Madrid. Diciembre de 2000.</h5>
<h5>AAVV. <em>Consumir el mundo: hacia un uso responsible de la energía</em>. Revista Archipiélago, 61. Barcelona, Julio de 2004.</h5>
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<h5>DAVIS, MIKE. <em>Ciudad de cuarzo. Arqueología del futuro en Los Ángeles</em>. (2003) Madrid: Lengua de Trapo. 2003</h5>
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<h5>DAVIS, MIKE. <em>Planeta De Ciudades-Miseria, Involución urbana y proletariado informal</em>. FOCA. Madrid, 2008</h5>
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<h5>LATOUR, B., <em>Nunca hemos sido modernos</em>; ensayo de antropología simétrica. Debate. Madrid.1993</h5>
<h5>LATOUR, B., <em>La esperanza de Pando</em>ra. Gedisa. México. 2001.</h5>
<h5>MARRAMAO, GIACOMO. <em>Pasaje a Occidente, Filosofía y globalización</em>. Katz editores. Madrid. 2007.</h5>
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<h5>SLOTERDIJK, PETER <em>Esferas II. Macroesferología </em>(1999) Siruela: Madrid. 2004</h5>
<h5>SLOTERDIJK, PETER. <em>Esferas III. Espumas</em>. Madrid. Siruela, 2006.</h5>
<h5>VIDLER, ANTHONY <em>Fantasy, the Uncanny and Surrealist Theories of Architecture. </em>Papers of Surrealism Issue 1winter. 2003</h5>
<h5>WOODS, LEBBEUS. <em>Delirious Dubai </em>en http://lebbeuswoods.wordpress.com/ (Consulta 04/05/2008)</h5>
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	</item>
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		<title>Rutas de la ausencia. Recorridos por las pinturas-arquitecturas de Rosario.</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 11:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquiaspubli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outarquias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/?p=363</guid>
		<description><![CDATA[Publicado en el catálogo de la exposición “rutas de la ausencia” en la sala Kstelar 22 de Sevilla en 2006. http://www.etsa.us.es/index.php?option=com_zoom&#38;Itemid=78&#38;catid=9 Carlos Tapia. Dr. Arquitecto. Departamento de Historia, Teoría y Composición Arquitectónicas. Escuela de Arquitectura de Sevilla. Miembro del Consejo de las Artes de Sevilla. Cabría pensar que para encontrar formas de leer un cuadro, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=363&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;"><strong>Publicado en el catálogo de la exposición “rutas de la ausencia” en la sala Kstelar<br />
22 de Sevilla en 2006.</strong></p>
<p style="text-align:left;">http://www.etsa.us.es/index.php?option=com_zoom&amp;Itemid=78&amp;catid=9</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Carlos Tapia. Dr. Arquitecto.<br />
Departamento de Historia, Teoría y Composición Arquitectónicas.<br />
Escuela de Arquitectura de Sevilla.<br />
Miembro del Consejo de las Artes de Sevilla.</strong></p>
<p style="text-align:left;">Cabría pensar que para encontrar formas de leer un cuadro, se nos presentarían múltiples<br />
caminos, vías, rondas, rutas por las que elegir transitar. De las que se nos pudieran ocurrir,<br />
dos se adelantan por causa del extrañamiento que, en concreto, provocan estos cuadros,<br />
los que Rosario nos invita <em>al decir</em>.</p>
<p style="text-align:left;">La primera sería la forense. Enormes reproches asaltan sin duda para tan crítico<br />
entendimiento, pero, describámosla, que por un instante al menos, permitirán sembrar<br />
desde este inicio la construcción del corpus –lo que haces, lo que eres-, no del autor sino de<br />
todos nosotros, los autores.</p>
<p style="text-align:left;">Y así, para poder defender tus convicciones, en lo forense, lo estratégico sería<br />
contextualizar inequívocamente el marco donde luego aposentar la obra. Otro étimo de<br />
forense es, claro, el que está fuera y termina involucrándose en un interior.</p>
<p style="text-align:left;">Sin embargo, para demostrar la teoría, lo pertinente es, a continuación, partir de<br />
justamente lo contrario a lo ambientado para finalmente llegar a las conclusiones<br />
esperadas. Sólo así se identifica el cadáver, y lo que inflingió su final, lo que lo dio por<br />
acabado, lo que podríamos llamar su forma. Sólo así se sabe de dónde vienes y poder<br />
aplicar patrones de lectura. El crítico funda lo nuevo ahondando en lo filogenético, para<br />
asegurarse un trenzado responsable para un tiempo.</p>
<p>Contra el abordaje por la vía de la identificación científica, la de la tipificación cadavérica,<br />
y aún dentro de la práctica de la autopsia –acción de ver por los propios ojos-, estaría la de<br />
la identidad, cuyas pertenencias recaen en los aún vivos, los que reaccionan al encontrarse<br />
con la pretensión de alguien de saberse leído a través de un cuadro. Y en este caso, el<br />
método no se demuestra deterministamente, sino que, al suscitar de las incisiones, deja<br />
aflorar los profundos del ser, por la intensa y sinérgica reacción que provocan.<br />
Y aquí una lateral opinión, médica, por qué no. Ese ulterior refrendo se acrecienta si al<br />
mirar encima de la mesa, no sólo no hay corpus –cuerpo, por lo que haces, por lo que eressino<br />
ausencia de él por las máscaras, veladuras, envolventes que distraen la mirada. No hay<br />
nombre ni disciplina con el convocar a los otros que fueron antes que él, no hay recuerdos<br />
nítidos que aplicar, no hay sentimientos que repartir, con los que dosificar la experiencia. Y<br />
el médico diría: “hay que mirar más adentro”. Lo que se sabe que debe estar, aun no<br />
estando presente.<br />
Así se creyó leer el inicio de la obra de un balbuceante e incatalogable Enric Miralles. Así<br />
surgieron los cuadros del cesáreo –por potente y lacerante al tiempo- <em>pintor-cirujano</em> Lucio<br />
Fontana y, así, operó para sí –se auto operó- durante años, el <em>arquitecto-forense</em> Peter<br />
Eisenman, que fue bien leído por el<em> crítico-detective</em> Robin Evans.<br />
La segunda manera de decir un cuadro podría hacerse como en la charla de cuatro<br />
desconocidos, quizá recién encontrados alrededor de una improvisada conversación,<br />
obligados a ello por estar quizá en un vagón de tren, compartiendo departamento. De<br />
igual manera hipotética, quizá encontraron un pequeño manuscrito de alguien que no<br />
está, un ausente, y que al leerlo entre todos, lo hicieron tan suyo, lo vivieron tan adentro,<br />
que ninguno de ellos dudó de la realidad de la presencia del ya no ausente, y ninguno<br />
salió tal como entró en ese departamento del tren en el trayecto de no importa qué ciudad<br />
a otra. Uno se va sumando a las experiencias, y suma las suyas, como arrugas al rostro,<br />
como quien aporta a algo en construcción un impulso no solicitado y a la vez es<br />
modificado en la acción, irremisiblemente.</p>
<p>Así operan el errático, el vago –porque vaga- <em>arquitecto-poet</em>a Peter Handke, y el <em>poeta-arquitecto</em><br />
John Hedjuk. Así trabaja, como collage de cosas heterogéneas, la materia<br />
pictórica que sirve de aglutinante de dimensiones que no conjugan tradicionalmente bien<br />
entre sí, el <em>pintor-arquitecto-pintor</em> Juan Navarro Baldeweg. O el<em> cineasta-agrimensor</em><br />
espacial Orson Welles, de quien dijo Paul Virilio que, como para muchos anglosajones, la<br />
presencia de la ausencia es un tema crucial.<br />
Transitar por las pinturas de Rosario, es enfrentarse al hosco boscaje de uno mismo, de<br />
resultas de saberse desasido de algo que le pertenecía, donde ya nada es sino pensable<br />
desde esa ausencia: la de la definición última de las cosas que estuvieron cosidas a nombre,<br />
o que les fue insuflada el ánima por el vigor de los dioses, o por la presencia cadencial de<br />
lo queda sujeto a mudanza. O de otra manera, no leer por las presencias de la realidad,<br />
por el signo (técnica, lenguaje), ni por su filiación (mercado, formas), ni por el tenor del<br />
tiempo (moda, media, autoría).<br />
Desde los anchos valles lejanos de la metafísica de la presencia, acaecen las<br />
<em>transliteraciones</em> en las <em>rutas de la ausencia</em>.<br />
Para poner en orden los pensamientos en ruta a no importa dónde ni con quién se va, hay<br />
que sacarlos de una forma de producción que, aunque se piense con las palabras de la<br />
lengua materna o habitual, no se estructuran cabalmente como textos, como comprensión<br />
y transmisión. Esto se conoce con el nombre de transliteración. Trasvases de forma, dos o<br />
más dimensiones no conjugables, no equiparables entre sí, que ahora puedan reunirse en<br />
los estados, las rutas intermedias del tránsito. Salirse de sí para no ser en ese instante uno,<br />
y reunirse con otro que tampoco es él. Ni arquitectura ni pintura, y ni lo uno sin lo otro.<br />
Estar y no estar, siendo uno.<br />
Ciertamente, quien ya empieza a leer los cuadros de Rosario, comprende que elegir una<br />
ruta u otra es irrelevante, puesto que en lo pintado lo importante es el tránsito, deambular<br />
por el imaginario de la estancia. Por eso hay que recorrer el conjunto de las pinturas,<br />
deteniéndonos en cada habitación sin cobijo, en cada edificación descompuesta sin ruina,<br />
en cada sujeto ausente que mora y mira, en y entre las estructuras de la historia. Una<br />
historia que no es sino de nuevo la rememoración, o presencia de una ausencia, lo cual<br />
permite por tanto un acercamiento y un alejamiento simultáneos en lo sensible del<br />
encuentro.</p>
<p>De hecho, a lo largo de la historia, la arquitectura ha sido la consignataria indiscutible de<br />
la presencia. Sus muros han sido la clave de lo que entendemos como realidad: refugio,<br />
cerramiento y estructura, como ha escrito Eisenman.<br />
Pero procedamos a trazar rutas sobre lo que no está, en las pinturas de Rosario. Y<br />
hagámoslo por medio de la reunión de las dos maneras aludidas. Ya hemos ambientado el<br />
entorno de estas pinturas y ahora realizaremos incisiones sobre ellas. Al modo de una<br />
interrogación dialógica, identitaria, improvisada y disectiva, con sus cuadros como<br />
manuscrito encontrado, preguntémonos por diversas presencias fantasmagóricas para<br />
conocer de nosotros mismos en ellas.<br />
<strong>Ruta del Sujeto Ausente.</strong><br />
Aludir al extrañamiento proviene en esta ruta de la durísima desaparición del sujeto en los<br />
cuadros. No hay presencia humana, pero se evidencia que está ahí, se palpa. Nos vemos, y<br />
lo hacemos como parte de ese interior arquitectónico al descubierto. Hanna Arendt<br />
observaba como obvio el que no puede darse el estar presente si no se ha experimentado<br />
el estar ausente. El reconocimiento de lo que vemos en las pinturas de Rosario es<br />
claramente una cuestión de vida cotidiana, de pertenencias al hábito, donde lo<br />
fundamental es precisamente que lo diario, lo cotidiano, no se refiere sino al olvido de sí<br />
mismo, la “eliminación del ser” o “el olvido del ser”, que por su naturaleza, es referirse a<br />
lo ausente. Presencia y ausencia encadenadas, el mostrar y el ocultar, lo lejano y lo<br />
cercano, son agentes que explican la necesidad de engarzar sobre las estructuras<br />
habitacionales vacías el propio tejido de la vida cotidiana. No hay grandes narrativas que<br />
pudieran ser simbolizadas, como haría lo moderno, al modo de grupos sociales bien<br />
representados, ya sean de corte <em>miserabilista</em> o provenientes del esplendor del<br />
desarrollismo, ambos universalizantes, sino que aquí caben millones de pequeñas y<br />
cotidianas historias, intrahistorias, que la mayoría de pensadores y por encima de ellos el<br />
arte, se encargan de recordarnos su importancia. El hacerlo a través de las estructuras<br />
desmochadas de los edificios es porque quien es en el mundo, ha dicho Sloterdijk, habita<br />
en un lugar en el que, gracias a la estructura en la que se aposenta, la relación fuerte<br />
reclama siempre sus derechos. Estar arrojados a ese mundo de microhistorias depositables<br />
entre las arquitecturas de Rosario, es darse cuenta de que es lo mismo ser-ahí que lugar, y<br />
que éste es abierto. Abierto por la inhabitación. No es habitación la que nos acoge, sino la<br />
ausencia de ella y por ello reconstrucción trabajosa del hábitus. Lévinas diría que el sujeto<br />
da una forma a lo informe y constituye por su laboriosidad el mundo.<br />
<strong>Ruta de la representación (en perspectiva y figurativa).</strong><br />
El empleo en las pinturas de la artista de la recurrencia a la perspectiva aérea, cuasi<br />
axonométrica, para involucrar a la mirada en un entorno por encima del menudeo de la<br />
experiencia habitacional, por el recorrido y la envolvente de la estancia, donde el ojo sabe<br />
más de ese espacio por recuerdos, por adaptación sensorial, que por el continuado registro<br />
de sus fenómenos, vuelve a ser una intrigante y desazonadora cuestión por la que hay que<br />
transitar.<br />
La perspectiva para la arquitectura tiene, durante el siglo XX y en lo moderno, una<br />
consideración de notable preeminencia. Las axonometrías de van Eesteren y van Doesburg<br />
expuestas en la Galería l’Effort Moderne en 1923, han sido objeto de la misma noción de<br />
realidad arquitectónica para muchos críticos de peso que obras construidas y reconocidas<br />
como ejemplares. En el caso de van Doesburg, sus dibujos perspectivos se denominan<br />
<em>contraconstrucciones</em>. Son estudios de amplia importancia simbólica, que poseen las<br />
representaciones en arquitectura, y la arquitectura en sí misma, tanto para Giedion como<br />
para bruno Zevi, o desde Panofsky hasta Eisenman, quien ha escrito:<br />
“Una arquitectura, pues, que no representa ya al hombre, que en sí misma se vuelve signo<br />
autorreferente&#8230; Pero una arquitectura que se explica por sí misma suministra información<br />
sobre lo que le es propio. Refleja una relación básicamente nueva entre hombre y objeto,<br />
entre casa y habitante. Una posibilidad de representar este tipo de arquitectura es la<br />
axonometría: una guía para la lectura de un edificio que no presupone su habitabilidad”.<br />
Quizá fuera conveniente releer el párrafo anterior cuantas veces sean necesarias mientras<br />
se está delante de los cuadros de Rosario.<br />
Por otro lado, la figuratividad continuada para la contemplación de la ausencia es<br />
asimismo un rasgo caracterizador. ¿Cómo pintar lo que no está? Probablemente, mejor se<br />
deja representar abstractamente. Pero el ejercicio reiterado en estas series de cuadros con<br />
el que se atrapa la realidad insiste en una necesidad de testimoniar el avance, el<br />
crecimiento y la diversificación en modos diversos del mismo problema obsesivo. A<br />
propósito del espacio y sus sinergias, Navarro Baldeweg y el poeta Ángel González se<br />
reúnen a charlar de la visibilidad, del pintar el aire que hay entre las cosas. Baldeweg<br />
resume su mirar en la pintura aludiendo a lo que está, pero sólo tras advertir su ausencia.<br />
Para él es la mejor demostración de la existencia y reclama dificultad y dureza en la<br />
distinción entre el ser y el no-ser. Así, es importante experimentar la presencia, a través del<br />
desafío enriquecedor que promueve la figuración. La acción puede desembocar en la<br />
abstracción, pero el ejercicio de la aprehensión y de sentirse en el mundo sólo proviene de<br />
la voluptuosidad del mirar, que es abstracta y figurativa al tiempo, aunque finalmente<br />
derive hacia una mayor presencia de una o de otra. No puedo pensar estos cuadros de la<br />
artista jerezana sin que recorra la ruta de la experiencia por los contorneados labiales del<br />
mundo. Es ahí donde el sujeto ha de arrimarse, y llegar a ser.</p>
<p><strong><br />
Ruta festiva: distracción, mascarada.</strong></p>
<p><em>Apenas te he dejado,<br />
vas en mí, cristalina<br />
o temblorosa,<br />
o inquieta, herida por mí mismo<br />
o colmada de amor, como cuando tus ojos<br />
se cierran sobre el don de la vida<br />
que sin cesar te entrego</em></p>
<h5>Ausencia (fragmento). Pablo Neruda. Veinte poemas de amor y una canción desesperada</h5>
<p>En el recuento de las misiones que los modos de hacer tienen para la cultura, la poesía<br />
tiene para las suyas pocas que se muestren como presencia y muchas, la mayoría, todas,<br />
que se muestran por lo que no dicen, por lo que no son, por lo que no está. Podría decirse<br />
que la poesía nunca desvela y siempre oculta. No demuestra sus razones, no esgrime sus<br />
argumentos, sino que cubre con un velo cualquier trasluz. Toda la acción del poema de<br />
Neruda ocurre sin la presencia de la persona amada, pero su ausencia describe toda la<br />
procesualidad del devenir del amor, personificado en la falta del cuerpo con el que se<br />
marca el propio. Los lances del amor que tallan mi presencia cuando no hallo al otro, y más<br />
veo y presencio dolor, temor, inquietud, desasosiego, que no debería verse, en la mácula<br />
que asimismo encontramos en cada cuadro de Rosario. Recorridos los bordes, no hay lugar<br />
para el nombrar. Antes que ello, velar, distraer, ocultar. Superponer tramas, manchas<br />
derramadas para así imposibilitar un completo reconocimiento. Así lo hacía Bacon,<br />
lanzando con furia al lienzo ya acabado una brocha de óleo blanco inédito, por si a<br />
alguien le pudiera parecer que ya estaba todo dicho. No es descripción de una escena, sino<br />
la acción desgarradora del interior abierto en canal y la exhibición de las entrañas.<br />
Cómo creo ver en cada dibujo de Rosario los concienzudos apuntes de Hedjuk, de quien se<br />
ha dicho que fue capaz de convertir un dibujo en un proyecto completo y completado.<br />
Cómo quiero ver decenas de proyectos en estos cuadros, por sus condiciones<br />
absolutamente arquitectónicas. Y es que Hedjuk, que ya lo trajimos como poeta, trabaja<br />
las cualidades de la presencia, como lo demuestra su cadena de máscaras, explicitando y<br />
ocultando la identidad del sujeto arquitectónico, en un juego que no llega a tener fin, ni<br />
solución.<br />
No se puede pasar por un cuadro de esta muestra, sino por todos ellos, por la serie y con<br />
todos los asistentes formando parte del estallido de relaciones.<br />
Tres rutas hemos trenzado, para surcar el extrañamiento de la vida, aparecida de improviso<br />
cuando nos pusimos a leer en los cuadros de Rosario.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>From Gnoseology to Gnoiselogy</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 21:44:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquiaspubli</dc:creator>
				<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA[Outarquias]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoy decimos: el ruido, el ruido de fondo. De dónde queréis que surja el verbo, sino del ruido. Nuestros antepasados decían: el caos. Ellos estaban colocados en un mundo y nosotros estamos sumergidos en mares de signos. Michel Serres. 1976. “Uno es a uno” [1:1], atrapa en su sentido una tautología que por la fuerza de su insistencia, al verse presentada en distinta apariencia, constituye una suerte de figura retórica reconocida. Ver obras sometidas a la presencia de ellas mismas, y contra ellas mismas, escaladas por condiciones de intensidad, y no por la capa de historicidad, temporalidad, afinidad pictórica, entidad formal, temática sobreimpuesta o aireo socio-espacial, que suelen ser las habituales, denota un cambio sobre el que detenerse. Tal figura, se denomina expolición, y adquiere, en este caso, un rango más amplio que la definición que pueda darse a una exposición. Esta sinonimia, persigue la insistencia en una fijación que no ha sido suficiente en una primera aproximación y necesita redundarla con más fuerza, sobre todo porque otra razón supletoria acaecería de forma extrañada. Sin embargo, percibir la redundancia no resulta ser tan sencillo. Ninguna de las obras expuestas aparece como ella misma. Ninguna se ve desafectada por la interferencia de las demás. Ya no hay identidad inicial, originaria, para el conocimiento, en lo real, en la materia, o el objeto, ni en el orden, ni por el espíritu.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=349&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:justify;"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/fom-g-to-g.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-352" style="border:2px solid black;" title="Fom g to g" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/fom-g-to-g.jpg?w=480&#038;h=481" alt="" width="480" height="481" /></a></div>
<div style="text-align:justify;">.</div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Hoy decimos: el ruido, el ruido de fondo. De dónde queréis que surja el verbo, sino del ruido. Nuestros antepasados decían: el caos. Ellos estaban colocados en un mundo y nosotros estamos sumergidos en mares de signos. Michel Serres. 1976. “Uno es a uno” [1:1], atrapa en su sentido una tautología que por la fuerza de su insistencia, al verse presentada en distinta apariencia, constituye una suerte de figura retórica reconocida. Ver obras sometidas a la presencia de ellas mismas, y contra ellas mismas, escaladas por condiciones de intensidad, y no por la capa de historicidad, temporalidad, afinidad pictórica, entidad formal, temática sobreimpuesta o aireo socio-espacial, que suelen ser las habituales, denota un cambio sobre el que detenerse. Tal figura, se denomina expolición, y adquiere, en este caso, un rango más amplio que la definición que pueda darse a una exposición. Esta sinonimia, persigue la insistencia en una fijación que no ha sido suficiente en una primera aproximación y necesita redundarla con más fuerza, sobre todo porque otra razón supletoria acaecería de forma extrañada. Sin embargo, percibir la redundancia no resulta ser tan sencillo. Ninguna de las obras expuestas aparece como ella misma. Ninguna se ve desafectada por la interferencia de las demás. Ya no hay identidad inicial, originaria, para el conocimiento, en lo real, en la materia, o el objeto, ni en el orden, ni por el espíritu.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Hay un juego reiterativo que genera lo identitario, que surge como otros tantos momentos de una producción. La auténtica discusión, la cuestión última, la verdadera alternativa se encuentra, en lo sucesivo, entre la complejidad y la simplificación: lo que intermedia el proceso de uno a otro estado. Esa intermediación es registrable. De hecho, [1:1] es un dispositivo de captura de procesos, de todo tipo, donde se incluyen ruidos, esto es, azar, como entidades que vagan repentinamente, sin un propósito fijo. Este dispositivo indiferencia o, mejor, demuele, las barreras entre lo visible y lo invisible, lo que alcanza forma y lo que no, lo ilegible y lo traducible.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Tautología de [1:1] sería, por tanto, [sonido:ruido]. Y conlleva riesgos, eso es cierto. En términos postmodernos, la sustitución del sonido por el ruido es celebrada como el triunfo de la banalidad. Información no procesada y desperdiciada en el obvio y confortable vertedero en que habitamos. En su seno, en su burbuja, no es más que un poco de ruido lo necesario para que haya comunicación. Pero este proceso no es el que evidenciamos aquí. No se trata de observar el fenómeno, los resultados, sino las secciones de las conexiones que aglutinan en un mismo estado las condiciones de transformación. Es este el sentido del mensaje: su</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">carácter parasitario, y no una codificación lingüística. Se puede decir, que en el interior del canal hay comunicabilidad amplificada en las interferencias, más que en los contenidos. Alguien definió el ruido en una ocasión como una especie de excitante termal que produce un cambio en las relaciones. Por eso, en las lenguas latinas “parásito” quiere decir también ruido. Por eso el verbo surge del ruido. Por eso, de la teoría del conocimiento se pasa sin menoscabo a la del mensaje, en y por el ruido.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">El excitante termal de [1:1] alcanza corporeidad en la condición climatológica de los cambios de escala, distancias y en la burbuja anestésica instalada entre las pinturas. Trastocando la relación figura-fondo, cosa que no es sólo posible sino lógica y necesaria en la cultura técnica en que nos inscribimos, por la que lo implícito deviene explícito y lo indefinido trasmuta a definido, sólo en medio de lo dislocado, lo inapropiado, la catástrofe, el estallido de la burbuja, en el fulgor de su ruido ocurre que, como dice Sloterdijk, las moradas explosionan, y se constata la desnudez del afuera. Estar fuera significa preguntarse por dónde estamos, donde el contenido se contiene a sí mismo, tautología de sí, de carácter extremadamente espacial y no psicológico, donde las obras son ellas por sí, arrojadas a la interferencia cíclica, de lo complejo a lo simplificativo.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Desde otro punto de vista -dimensión sería una palabra más apropiada-, “Uno es a uno” [1:1], es una semejanza. Una semejanza en el sentido del manejo de la complejidad. Decía T.W. Adorno que la mayoría de las cosas se nos antojan conocidas, sin que las conozcamos en realidad. Se presentan sin causar sorpresa y, sin embargo, exteriorizan un poso de angustia. Una vez que son dispuestas, se muestra un mundo que &#8220;está golpeado con la semejanza&#8221;. Golpeado de nuevo en el contexto de lo banal.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">De la banalización por la imagen se extraen varias condiciones: la analogía, la semejanza, la parodia, o el transformismo. De todas ellas, la semejanza es la que alcanza un mínimo de sentido reflexivo. La analogía es conjetural, si no llega a formalizarse, el transformismo acoge sentido funcionalista, la parodia expresa ironía, presa de la imposibilidad de movimiento alguno. Jabés dirá quizá por ello que no hay reposo en el reino de las semejanzas. Si una pregunta es formulable, la semejanza es la pérfida pregunta insatisfecha, en el seno de su feliz formulación. Si se es semejante, no se es idéntico. Ya hemos hablado del bucle de donde salen</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">las identidades. Lo distinto, diferente, lo que no coincide, lo extranjero, desconocido, el miedo que provoca, el ruido que me distancia del reconocimiento e identificación.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Por último, “Uno es a uno” [1:1], es una ambigüedad que implica a quien se introduce en el mar de conexiones que es esta exposición-expolición. Es una llamada a pertenecer. Lo que sea, se debe a uno, a mí mismo; me invoca a insertar mis relaciones. En consonancia con una actitud poscrítica, los límites mismos del campo de relaciones están en quien lee, interpreta, en el acto de la comunicación, visual, textual, verbal, corporal, mediante construcciones arbitrarias. El dispositivo que se ha previsto para las obras expuestas, desaparece, impidiendo la emergencia de connotaciones predecibles o deterministas. Más que una cámara aislada, más</span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">que un laboratorio, donde el empleo de las palabras &#8220;dentro&#8221; y &#8220;fuera&#8221;, &#8220;micro&#8221; y &#8221;macro&#8221;, &#8220;pequeña escala&#8221; y &#8220;gran escala&#8221;, demuestran el papel desestabilizador de los recintos de experimentación, en estas salas no hay intercambiabilidad entre condiciones inducidas y deducibles para otras ocasiones. No es mecanizable, ni es posible generar un patrón. Todo lo más, ser membrana permeable que desencadena el juego de lo probable y de lo mesurable. Y no hay contradicción en ello. La verdadera medida era, para Novalis, una mediación, que consta de una ruptura y una combinación. Surge así una ulterior semejanza, que afirma que la medida es lo que el grado intermedio es a la escala. Intermediación y escala frente a las actuales banalizaciones que instan a hacer equivaler todos los valores.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Walter Benjamin, en su atónita percepción de la intromisión del cine en todos los frentes de la pura vida, en su libro dedicado a la reproductibilidad técnica de la obra de arte, cita a Pirandello. Para el dramaturgo, que un actor represente frente a una máquina para luego llegar a otra, que finalmente sea la que se encare al público, es la pérdida del sentido del teatro. Un actor, continúa Pirandello, debe percibir el ruido de sus propios movimientos en el espacio, que lo conecten con el resto de intervinientes en la escena: cuerpos, objetos, público, historia, tema, tradición, novedad. En nuestro tiempo, el ruido de la escena es más complejo, exige toda una atribución de renovación, e incluso una disolución, de las características de la teoría del conocimiento como fundamentación disciplinar. Y a ello contribuye esta expolición.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><br />
</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#000000;">(Artículo publicado en el catálogo de la exposición “[1:1] mirar dentro”, Fundación Cajasol, 2008)</span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#000000;"><span style="color:#333333;">Carlos Tapia Martín. Departamento de Historia, Teoría y Composición Arquitectónicas. Universidad de Sevilla</span></span></span></div>
<br />Filed under: <a href='http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/category/general/'>General</a>, <a href='http://outarquiaspublicaciones.wordpress.com/category/outarquias/'>Outarquias</a>  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/outarquiaspublicaciones.wordpress.com/349/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=349&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Fom g to g</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Generación de la forma: Soportes de intermediación</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 18:20:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquiaspubli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitectura]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Espacio]]></category>
		<category><![CDATA[Forma]]></category>
		<category><![CDATA[Outarquias]]></category>
		<category><![CDATA[Soporte de intermediación]]></category>

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		<description><![CDATA[Preguntarse por la visibilidad, forma de aparición, y entendimiento del presente, es una tarea que es necesaria para afrontar el resto de preguntas que indefectiblemente aparecen como subsiguientes. En este ensayo, fruto de investigaciones que han dado lugar a una tesis doctoral, se reflexiona sobre la forma de abordar el mundo, y sobre la propia forma del mundo. No hay entendimiento de él si no es porque comprendemos la potencialidad que ejercen los llamados soportes de intermediación, que enfrenta todo problema con su cultura. La pregunta por la forma, no sólo arquitectónica, se encuentra en el procedimiento, en el propio soporte que intermedia entre las cosas del mundo.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=118&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Un resumen acelerado de las posiciones que nos sitúan en la condición actual de visibilidad del presente, podría ser, como marco más comprometido, el que sigue a continuación. Esta toma de conciencia es necesaria para poder dotar a otras futuras hipótesis de un encuadre de referencia donde las operaciones que desarrollemos tengan un amplio horizonte, conociendo la diáspora de percepciones antagónicas que hoy se pueden llegar a tener de un mismo argumento. Asimismo, si esto es una instancia metodológica, no es para poder hacer uso de una definición que busque una verdad, ni se adscriba a lo procedimental como requisito de inducción a resultados, sino porque queremos de partida confundir el qué decir con el cómo decir, dejando aflorar cuestiones que a priori no tenemos constancia de su posibilidad de emergencia. Chomsky propone para el método científico un desinterés por los datos por sí mismos, salvo que se tengan en cuenta como alegatos de umbrales de organización, sabiendo, por Morin, que si hay principio organizador, sólo se presenta y nace de los alea, encuentros de orden y desorden.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> Es requisito por tanto, no saber a dónde nos llevará esta investigación, sólo admitiendo que compartimos el criterio de Jacques Derrida que exponía la intencionalidad de no ir hacia dónde sabría de antemano qué resultado obtener, o el de René Thom, que opera en el campo de la matemática que no sabe muy bien qué se hace. Por eso nos proponemos un marco referencial, punto de apoyo pero no fijo, que nos posicione frente a los que serían posibles. Tal será presentado en forma de tres consideraciones, sumado al revelador diagnóstico del presente -y en él el de la arquitectura- que el profesor de la escuela de arquitectura de Sevilla Moreno Pérez ha desgranado en distintas oportunidades, y configurarán el armazón que encierran nuestras hipótesis.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> Edgar Morin me susurra una nominación para lo que pretendo extender como base constituyente. La llama a-método. No es una idea, formalismo de raíz platónica que impone a cualquier criterio o argumentación una razón ideológica, pobre, simplificativa, generalista, como si se pudiera elegir de entre muchas otras que están ahí, esperando ser reconocidas como imágenes. La confusión platónica en la época del simulacro y de la cultura del espectáculo se entiende desde esta polaridad, la que aglutina Verdad con Imagen, al decir de José Luis Pardo. Para él imagen significa idea y todo el problema radicaría en la distinción entre imágenes de distinta estirpe.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> La a-metodología, más apropiadamente para nosotros, recoge como estandarte la incertidumbre y la insuficiencia cartesiana, renuncia al deslinde claro entre conceptos sobre los que fundar su aportación, y apuesta por vía contraria el detectar y desvelar articulaciones, relaciones, enmadejados, contaminaciones, interdependencias, complicidades y complejidades. Dudar sobre lo que se duda propone ante todo reflexividad, que Pierre Bourdieu identifica con el oficio de científico. Estos aspectos conducen al sujeto a preguntarse por las oportunidades de su propio pensar y por las emergencias de él en el mundo, promulgando una actitud que, volviendo a Morin, calificará de “relativista, relacionista y auto-cognoscente”. Lo relativo se sostiene aquí en el mantenimiento del criterio de variación de la verdad según el sujeto, pero cabría otra aproximación, que nos parece mejor y la debemos a Deleuze, que se definiría por la condición bajo la cual la verdad de una variación se presenta al sujeto. A pesar de todo, esta perspectiva adoptada no está carente de controversia, que asumimos por entender que es la que mejor permite articular estar en el presente. Por ejemplo, alguien que ha predicado contra el relativismo como corriente –que nosotros suscribimos- es el por ello ya aludido Noam Chomsky, para quien es sinónimo de confusión, prevista para objetivos que no existen. Pero esta actitud, no la de Chomsky, sino la que va de unos a otros, desde los detractores a los animadores, se percibe, fuera de toda paradoja, como consustancial con nuestro tiempo. El matemático Zalamea se refiere a esta evidencia por la que todo trabajo debe asumir la presentación de connotaciones universales, unitarias e integrales pero que, no obstante, emergen detrás de lo relativo, indeterminado, diferencial, local y particular.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#333333;"> Si se mal comprende la relatividad, llevada al relativismo extremo, promueve desorientación. No obstante, si se posiciona co-relativamente, como ironiza el lógico colombiano, proponiéndole un entorno sometido a las tensiones de las informaciones disponibles, dejamos aclarada nuestra intencionalidad y preparación para el abordaje de esta investigación. Cuando Bourdieu nos introduce en el oficio de científico, acomete esta cuestión sopesando los enfrentamientos entre relativismos y logicismos y proponiendo tras ello la enunciación de un síntoma contemporáneo, que justifica nuestra posición. Asimismo, aporta el cotejo que buscábamos por el que superar el constructivismo idealista y el positivismo realista en aras de múltiples reconstrucciones autogeneradoras y de la interrelación de los sujetos como suma de “agentes comprometidos en el campo” de investigación que ya no más será el reflejo de lo que hasta ahora hemos llamado realidad. Invocar aquí a Leibniz, no será sino adelantarse a lo que será una constante en toda investigación que ponga en claro nuestro tiempo. En Leibniz no sólo encontramos una teoría de la perspectiva, en lo que en otros lugares hemos propuesto como imaginarios en una superación de la perspectiva individual, del punto de vista, sino que podremos hallar en su pensamiento lo que de común tienen todas esas posiciones aun siendo contrapuestas. Será parte de una concepción compleja del presente que se dejará ver gracias al tratamiento que le daremos como hipertexto, como computación, relatio contra ratio, pues necesita para ser de múltiples otros. La consecuencia, podría adelantarse ya, será la imposibilidad de un único relato de lo de hoy, lo actual, en un único panorama o punto de vista y, todo lo más, realizar una cartografía borrosa que ilustre un </span><em><span style="color:#333333;">metapanorama</span></em><span style="color:#333333;">, como lo llama el arquitecto Moreno Pérez.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#333333;">Tracemos, pues las guías a-metodológicas de nuestra investigación, donde el término método no será sino ir de unos a otros, </span><em><span style="color:#333333;">transporte </span></em><span style="color:#333333;">dirá Serres y que aquí repetiremos más de una vez. Poder ver su movimiento en forma de espacialización insumisa, que se deja acceder por recurrencias aproximativas, es fácil y desgrana una enorme comprensión si lo hacemos desde dos ámbitos, desde la escritura y desde la arquitectura. Desde El camino de san Giovanni que se marca Italo Calvino en su niñez y desde Wright, creando una vía para alcanzarse a sí mismo. Como dice Derrida, “un método es una técnica, un procedimiento para obtener el control del camino y lograr que sea viable”. No es esta nuestra metodología, ni controlar, ni hacer viable. No es el orgullo que muestra el Tío John al enseñarle a su joven sobrino Frank Lloyd Wright el método:”ni a derecha ni a izquierda, sino al frente; ése es el camino”. El mundo no se muestra por su vía más inmediata, sino que la forma del mundo se configura por las distintas posibilidades de ir a un lugar sin saber qué inclinación, qué declinación, qué inflexión pisar para llegar a no se sabe qué sitio. Si a Italo Calvino le hubieran preguntado por la forma de su mundo, de seguro que habría respondido que era “en pendiente, con desniveles irregulares, con entrantes y salientes, y por eso siempre me encuentro de alguna manera como en un balcón, asomado a una balaustrada y veo disponerse a derecha e izquierda, a diferentes distancias, lo que el mundo contiene en otros balcones o palcos de teatro, arriba o abajo, de un teatro cuyo escenario se abre al vacío…” Para Calvino, como para Enric Miralles, en este mundo a-fijado, lo primordial es, en la búsqueda de su descripción, de su forma, es relatar la posición en que uno se encuentra. Pero no en un lugar, sino en la manera en que nos orientamos y utilizamos dimensiones para medirlo, cuyas únicas prioridades se tienen por descoyuntado y por lo impropio de su utilización.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#333333;"> Formulados estos términos, la condición que permite estar hoy en juego y, como </span><strong><span style="color:#333333;">primera de las consideraciones </span></strong><span style="color:#333333;">anunciadas, vendrá por el postestructuralismo -Derrida, Foucault, Deleuze- deconstruyendo las categorías, pero semejando un sistema de totalidades como alternativa.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> Es menester dejar constancia de la adscripción aristotélica de la noción de categoría. Los filósofos se preocupan de que ésta se salvaguarde debido a su particular sentido y operatividad. Aristóteles conecta precisamente la verdad y la falsedad con las categorías, que en él serían del orden: sustancia, cantidad, cualidad, pasión, revelando con ellas la realidad. Si la pregunta que está hoy en los labios es cómo asumir lo real, cómo saber estar en el mundo, las categorías permitirían la apertura de un hueco por el que entrar en el mundo desde la clasificación y, por ello, desde la totalización. Sin embargo, fue Adorno quien lo dijo: “el todo nunca es verdadero, porque jamás tiene lugar, no llega a realizarse nunca”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Pero es que, por debajo, encontramos otros niveles de discursividad que funcionan en el mismo espacio-tiempo, en idéntico </span><em><span style="color:#333333;">cronotopo</span></em><span style="color:#333333;">. No se puede olvidar el ingente esfuerzo de escritores, historiadores, pensadores, cuya visualización en nombres vendría por enumerar, por un lado, a George Bataille, Alexandre Kójeve, su discípulo Raymond Queneau, Antonin Artaud, Maurice Blanchot, Jean Luc Nancy; por otro, a Edmond Jabès; en paralelo, a Lévinas; distanciado, a Chomsky y más allá, en una dilatación en el arte, a Nancy Holt, Bill Viola o a Cristina Iglesias. Todos ellos promueven el cuestionamiento de la naturaleza de la escritura y su engarce con su representación artificial en el habla, que establecería un ejercicio parangonable de espacialidad entrearquitectura y habitar, como vemos en Derrida en su “no escribo sin luz artificial”, y de ello tratan los destacados Alvaro Siza, Pier Luigi Nicolin y José Ramón Moreno Pérez. Tanto escritura-habla como arquitectura-habitar son dos problemas a tener en cuenta y que se refundan en el pensador alemán Peter Sloterdijk. La forma, las letras -y no los gestos- son la oportunidad del decir. En la cotidianeidad, la aparición del lenguaje dota de constitución lo que quedaba oculto, disuelto, invisible… </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Esta ficción predicativa supone que sólo estando dentro del sistema se es capaz de estar en el presente, por lo que se hace necesaria una teorización del espacio que, tras 30 años de actividad, ha constituido una alteridad no substitutiva, como políticas de compensación de aquello que no quedaba cubierto o reprimido. Por dar unas pinceladas muy generales, en Foucault, aparece el problema del sujeto, del hombre como invención reciente, como vemos en “Las palabras y las Cosas”. Se trata de un humanismo constituyente para llegar al sujeto desde la ética, la moral o la historia y, dentro de ese humanismo, operar con hermenéutica, epistemología y fenomenología. En Chomsky, por su lado, desde otros planteamientos, a través de una gramática </span><em><span style="color:#333333;">innatista </span></em><span style="color:#333333;">que se opone a la </span><em><span style="color:#333333;">behaviorista</span></em><span style="color:#333333;">, se recupera la subjetividad. Ya Foucault duda de mantener la argumentación de la naturaleza humana como hilo conductor hacia la estancia en el presente. A través del lenguaje científico, Foucault condiciona al sujeto por su estructura, cuyas reglas de creación no se apegan a un origen conocido tejiendo una malla de captura –que tanto oculta como deja ver– dentro de la historia de su propia cultura. Aquí se posiciona la creatividad como el </span><em><span style="color:#333333;">carné </span></em><span style="color:#333333;">de todo humano. Es su apuesta para estar en el mundo, aunque en Foucault el hombre no es el centro de ese mundo, sino que es el gran ausente de su cultura. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Ya se percibe el tránsito hacia nuestra tercera consideración. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Esta válvula de control de presión ha funcionado y sigue haciéndolo hoy en determinados ámbitos, pero deberían ser requeridas contrapesándolas con la aparición en escena de Sloterdijk, ya que es él desde la espacialidad el que configura la aglutinación de transporte con </span><em><span style="color:#333333;">a-método.</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#333333;">La segunda consideración </span></strong><span style="color:#333333;">será preguntarse en todo esto por el papel de la ciencia que, por cierto, es argumento fundamental en Sloterdijk. Lo primordial es comprender que la técnica ha roto el tránsito de la intimidad hacia el mundo que antes se hacía con la llegada al mundo como nacimientos sucesivos que se encontraban entre sí, generando una cultura y relación antropológica en paralelo y que es sustituida por dicha técnica, quien pone, por ejemplo, y lo sabemos a través del profesor de Karlsruhe, hasta la muerte como camino homogéneo, utilizando un desarrollo cada vez más sofisticado. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Cabría matizar aquí la diferencia que estimamos entre cultura y antropología, cuestión que más de una vez ha sido considerada por los propios antropólogos como confundible, de forma que para Ostwald, por ejemplo, la antropología sería una especie de “Culturología”. Pero filosóficamente, cultura no es una categoría, y existen muchas estructuras culturales que no son antropológicas, como la Economía, la Teología, etc. Por lo tanto, lo que queremos resaltar no es ni el Hombre en sí, ni la cultura por sí, sino una determinada perspectiva de ambos que además sea capaz de dar cuenta de los procesos y manejos categóricos, y sus rupturas, que la antropología ha sabido manejar como estructuras. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Las estructuras, es de reconocer, contraponen los extremos y establecen mediaciones entre ellos, ideando así un sistema lógico que introduce la noción de </span><em><span style="color:#333333;">relación </span></em><span style="color:#333333;">como base del mecanismo del pensamiento, como asevera el propio Lévi-Strauss. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">En este proceder, el hombre como individualidad, permanece. El hombre comunitario, sin embargo, transmuta al modelo de la máquina, como trabaja revo83 lucionariamente el comunismo de Marx, para luego ser sustituido por el modelo de la información, en una asociación indivisible con lo mediático. La Teoría delespacio, en esta segunda consideración, se mantiene en una psicosis continuada del hombre. Josep Quetglas describe como “máquina de influir” la patología estudiada por el doctor Tausk. Esta máquina impele la autopersuasión de que nuestro comportamiento obedece a la idea de la existencia de un aparato semejante a nosotros en algún modo y por extensión análogo al reconocimiento de la forma del mundo, su espacialidad, en su completitud.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Parangonando esta sintomatología con el programa que las vanguardias artísticas –Marinetti es buena muestra– se esfuerzan por cumplir y a la vez conjurar, el paranoico, sensibilizado con el horror de verse controlado por el aparato, huye mediante una estrategia de detección de cada miembro –artificializado y protésico– de su cuerpo dominado por la máquina, en el igualmente cuerpo antropomorfizado de la máquina. Contra el influjo de la máquina, nada más que hacer que volverse también el propio cuerpo un espacio maquinal, un </span><em><span style="color:#333333;">cyborg</span></em><span style="color:#333333;">. El sentido del </span><em><span style="color:#333333;">cyborg </span></em><span style="color:#333333;">nos estimula a indagar, esto es, a vivir, modelos distintos, modelos de imágenes que nocontienen un sistema categorial adscrito. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Pero encontramos que es relevante la anunciada </span><strong><span style="color:#333333;">tercera consideración</span></strong><span style="color:#333333;">, cohabitante en la búsqueda de los sentidos de estar en el mundo. El cambio, la ruptura por excelencia, es el paso del humanismo al denominado posthumanismo, que quiere sustituir un modelo de reconocimiento de 2500 años. Rotas las categorías que acompañaban a la humanidad desde 1650 hasta el encuentro con la modernidad del siglo XX, rota la esfera de la intimidad –como microesferas– en ampliaciones sucesivas hacia el mundo en su globalidad –macroesferas–,</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">se hace necesaria una teoría del espacio que reposicione las claves en nuestro presente. Desde los años 70 del siglo XX en adelante fundamentalmente, lo que se constata, por los indicios que desata Zygmun Bauman en la cultura, es una pérdida de la categoría del espacio, que es punto de mira esencial para el presente, y conespecificidad, su vertiente en espacio ordenado, el que “manipula las posibilidades de los acontecimientos”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> Su necesidad proviene de una nueva consideración antropológica, generatividad espacial entre dos cavidades, que Peter Sloterdijk trata desde la psicología neonatal, y su posterior extensión en esferas sucesivas que constituyen a su vez etapas de una genealogía constitutiva de la Humanidad, que revela que se nos hacenacer de un interior en expulsión a un mundo para el que no estamos preparados. Lo que resolvería esta teoría del espacio es que, tras la preparación de las esferas como ambientaciones culturales, </span><em><span style="color:#333333;">sistemas-mundo</span></em><span style="color:#333333;">, al decir de Immanuel Wallerstein, o mejor, </span><em><span style="color:#333333;">modernidad-mundo</span></em><span style="color:#333333;">, como corregirá después Giacomo Marramao, atmósferas envolventes, tendríamos una oportunidad de estar en el mundo. Félix Duque, desde Heidegger, sentencia este argumento indicando que el hombre tiene como condición estar arrojado al mundo, y en él, no depende de sus actos sino de su posibilidad de estar. Es Sloterdijk quien reacondiciona el vacío creado por la rotura del cordón umbilical, cuando hace comprender que el hombre se encuentra a sí mismo expectante, buscando colmar el otro que tuvo asociado en el útero. Posibilidad implica no humanismo, que era la consistencia existencialista que nos llega desde Heidegger desde su “Carta sobre el humanismo”. Posibilidad en el sentido de indagar en nuestro presente, salir a su encuentro, como una operación de cierre que dota de capacidad plena de asumir en nuestro presente vital la conciencia –como efectivamente nuestra- de todo lo que ha pasado. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Heidegger, considerando la ruptura de categorías aludidas y a su posición en la modernidad, contempla y redunda la insuficiencia de esas condiciones y propone revisar particularmente, añadiendo a lo ya observado sobre estar en el mundo, los elementos a su vez categóricos que son sujeto e individualidad. Esto es su contraconferencia “Ser y Tiempo”. Su aportación se ciñe a su visión metafísica del mundo y trabaja, por tanto, con esenciaciones. A partir de su apertura, un primer arranque de teorización espacial vendrá de la mano de existencialistas y fenomenólogos, los primeros con Jean Paul Sartre y Gaston Bachelard –que es de dondepartirá Sloterdijk– y los segundos a través de Edmund Husserl. La respuesta a los problemas de las dos nuevamente impulsadas categorías vendrá dada, para la noción de sujeto, por el establecimiento de lo que conocemos como subjetividad, y para el individualismo, la formulación de una teoría espacial, con René Thom y otras </span><em><span style="color:#333333;">rara avis </span></em><span style="color:#333333;">sorprendentemente de acuerdo –a criterio del inquisidor Sokal, que no nuestro– contra los reduccionistas como exponente relevante. Desde un punto de vista de lo que se ha venido en llamar criterios posmodernos en las ciencias, aunque normalmente lo encontramos con la denominación de ciencias posmodernas, a mi modo de ver no muy adecuada, se desplazan las categorías estáticas ontológicas y las jerarquías características de la ciencia moderna. La cognición moderna tuvo su razón de ser en la exclusión, ya que organizó, para la consecución de una política y ética objetivas, una visión reduccionista que marcó la ciencia por siglos. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Lévi-Strauss vislumbra entonces la diferencia entre las ciencias de las culturas modernas de las llamadas primitivas o ágrafas; esta diferencia se encuentra en la evacuación los contenidos místicos, emocionales o afectivos de las consideraciones metodológicas. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">En lugar de atomismo y reduccionismo, las nuevas ciencias perseveran en la red dinámica de relaciones entre el todo y las partes. En lugar de esencias individuales fijas, tales como las partículas newtonianas, se conceptualizan interacciones y flujos sistémicos, como en los actuales estudios de los campos cuánticos (por eso Sloterdijk sustituye atomización por </span><em><span style="color:#333333;">neutronización </span></em><span style="color:#333333;">de la sociedad, descendiendo a un nivel analítico más profundo por ello). </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">El humanismo, como intermediación temporal de Occidente entre dos periodos –lo pre-humanístico y lo post-humanístico–, siembra una domesticación racional sobre el sujeto-hombre y sobre los objetos que posee. Sloterdijk conjuga contra pronóstico el antes y el después de estos 2500 años mejor que una evolución sincrónica de periodos en un entrelazamiento que quiere separarse del humanismo que mantuvo una férrea distinción entre sujeto y objeto, entre lo natural y lo artificial, y que definió la estancia del hombre en el mundo desde una perspectiva biológica y cultural.</span></p>
<div id="attachment_341" class="wp-caption alignnone" style="width: 550px"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/7-c-tapia_rev1.jpg"><img class="size-full wp-image-341 " title="7-c-tapia_rev1" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/7-c-tapia_rev1.jpg?w=540&#038;h=307" alt="" width="540" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">Miquel Barceló. Serie bibliotheque_avec_bougie</p></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">La confianza del humanismo en que todo conocimiento podía quedar sujeto a su posibilidad de ser remitido a una instancia envolvente y superior, los libros, se pierde en beneficio de los nuevos medios de expresión y comunicación. Por extensión, las relaciones con las máquinas pierden su figuración patológica en la mente humana y adoptan una actitud ecológica con sus nuevos entornos, que no son sólo localizaciones como geocultura, sino bases teoréticas, como la comprensión de que el cuerpo-máquina no es una aberración, sino una nueva naturalidad, que incluso pasa por el reconocimiento de sus derechos civiles. Sloterdijk en este sentido, nombrará como </span><em><span style="color:#333333;">xenolátrica </span></em><span style="color:#333333;">la fascinación por el otro, sea el que sea y como sea, el extranjero, o mejor, por la extrañeza del otro, del </span><em><span style="color:#333333;">outsider</span></em><span style="color:#333333;">. Ya no más atributos que diferencien los con alma o los sin alma para así poder comprender la complejidad y polivalencia de la experiencia contemporánea en una comunidad de base tecnológica no sólo humana. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Enunciados estos preámbulos, pasemos a la unión del problema de la forma a todo lo anterior, que la proponemos situándola fuera de toda categorización. La forma no es una categoría </span><em><span style="color:#333333;">per sé</span></em><span style="color:#333333;">. Antes que ello, la forma es para la cultura una suerte de funcionalidad, una “</span><em><span style="color:#333333;">razón instrumental</span></em><span style="color:#333333;">”, que diría Adorno, prevista para acudir a la resolución de una determinada problemática. En Auerbach, en un libro excepcional, “Figura”, se atribuye a </span><em><span style="color:#333333;">forma, </span></em><span style="color:#333333;">desde el tesauro terminológico que la Ilustración inaugura en el concepto de atesorar, siendo Cuesta Abad quien lo aclara en su prólogo. Enrique Lynch recuerda que la Ilustración impuso su propensión por las grandes totalizaciones como orden que dominó Occidente durante casi tres siglos. De aquí mantenemos, como tesoros, la vara métrica, el Código Civil, la botánica y la policía, que son formas de mantener una misma dimensión del mundo, una homogeneización de los criterios para estar en él. El filósofo Walter Biemel recuerda que Heidegger le enseñó a entender cómo la Ilustración se comprendía a sí misma desde un doble sentido; el primero sería un modo de comportarse el hombre frente al mundo y frente a sí mismo con una condición que reduce a hacer de todo un conocimiento racional; el segundo se acomoda aquí también en el sentido de categoría material, concibiéndose por ello el mundo ilustrado mismo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<div id="attachment_342" class="wp-caption alignright" style="width: 249px"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/7-c-tapia_rev2.jpg"><span style="color:#333333;"><img class="size-full wp-image-342  " title="7-c-tapia_rev2" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/7-c-tapia_rev2.jpg?w=239&#038;h=191" alt="" width="239" height="191" /></span></a><p class="wp-caption-text">Señal de tráfico en Amsterdam. 2004.</p></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Sin embargo, la forma del mundo se nos aparece como una “caja de escalas para época de extremos” donde toda ordenación espacial y por tanto, social, es extemporánea y estocástica. Hemos pasado de medir, de medirlo todo, de grafiar escalas y modulores a, desde los años de los cincuenta a los setenta del XX y seguido hasta nosotros, virar hacia una variabilidad de nociones para medir. El punto de atención aclaradora podría provenir del matrimonio Eames con su trabajo “The Power of Ten”, donde, en potencias de a 10, configuramos el mundo por las proporciones asignadas. Así, este ejercicio en forma de película, salta de lo micro a lo macro y viceversa proponiendo universos completos en cada detención del </span><em><span style="color:#333333;">scaling</span></em><span style="color:#333333;">, usando la terminología de Eisenman. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Insistiendo en que la forma es una funcionalidad en la cultura, lo que se pretende con este trabajo es articular para el presente una aclaración de la función que desempeña hoy en la generación de la forma. Visto desde dos orientaciones, podemos observar su comportamiento y, dando crédito a sus figuraciones, situarnos fuera de ambas, que es donde creemos que se acomoda nuestra aportación y grado de novedad.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">La primera orientación sería la del trabajo del arquitecto más lúcido de las últimas décadas, que enfrenta el problema de la generación de la forma a la cultura. Rem Koolhaas, a partir del año 88 hasta hoy, desde el interrogante abierto de la funcionalidad, desarrolla en grado sumo la modernidad en la globalidad. Augé, indagando en el mundo de la </span><em><span style="color:#333333;">supermodernidad</span></em><span style="color:#333333;">, terreno que tiene como gerente ejecutivo a Koolhaas, indica que de él no se tienen las medidas exactas a pesar de lo cual creemos vivir insertos apropiadamente en él, pues vivimos sin que hayamos aprendido a mirar todavía. El antropólogo francés culmina nuestra incapacidad llamándonos a aprender de nuevo a pensar el espacio.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<div id="attachment_343" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/7-c-tapia_rev3.jpg"><span style="color:#333333;"><img class="size-medium wp-image-343 " title="7-c-tapia_rev3" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/7-c-tapia_rev3.jpg?w=240&#038;h=192" alt="" width="240" height="192" /></span></a><p class="wp-caption-text">Rem Koolhaas. 10/06/2001. Córdoba. Exposición concurso Centro de las 3 culturas.</p></div>
<p><span style="color:#333333;">Koolhaas, que más que verse a sí mismo como un arquitecto se comporta como un manager de una multinacional del automóvil, no le interesa tener conciencia ética en un mundo que tampoco se la demanda. Marshall Berman escribe en su libro “Todo lo sólido se desvanece en el aire” que ser modernos personifica paradójicamente ser antimodernos a la vez. Y esto significa que es saberse dominado por la profusa burocracia y tener la necesidad de luchar contra ella con el alienante objetivo de acabar siendo como ella. Acabar con su mundo, pero para hacerlo nuestro. Como dice Jameson, así como las empresas dejan fuera la vida privada, reincorporan las paradojas de la propiedad privada. Ello difiere del proyecto moderno, en cuanto a las metamorfosis con respecto a las antiguas categorías espaciales de envolvimiento, incorporación y contenedor (</span><em><span style="color:#333333;">envelopment, incorporation, containership</span></em><span style="color:#333333;">) y en definitiva con la dualidad interior-exterior. Bauman cae en la cuenta de que los fenómenos espaciales son productos sociales. Por ellos –como productos– se espera que el cambio en las entidades sociales –como comunidad– acaezca por los equivalentes en las técnicas y los sistemas productivos –como corporación–.</span></p>
<p><span style="color:#333333;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> Más que la ironía que se relata por parte de los pensadores de lo posmoderno –bien vale poner por caso la mirada precursora y anticipadora de Kierkegaard– lo que evidencia su proceder es puro cinismo. Berman aclara que es ser revolucionario y conservador a la vez, realista y utópico, escéptico y aventurero. Se trata de un proceso de aculturación, continuando con el manejo de la antropología de la sobremodernidad en Marc Augé, donde los componentes se adicionan sin destruirse.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> Cómo no va a ser necesaria una alta dosis de cinismo para ir de consuno con los tiempos, en los que hasta en la vida cotidiana se percibe éste como expresividad, como cuando Baudrillard confunde posmodernidad con un cierto placer en la ironía de las cosas, que provoca, por el contrario, una desazón por tener la sensación de saber que todo ya ha sido hecho con anterioridad.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> Ironía equivale aquí entonces a pluralismo, pues desde otras instancias no propias e incluso encontradas, es posible formular un mundo. Un mundo relativizado que sería como lo nombraría Richard Rorty, para aquellos de esos formulantes de mundo –pero no todos– que aún mantendrían la contradictoria postura de presente constituido por un único sentir general, salvo que no llega a ser preocupante pues sabemos que éstos aún siguen cautivos de lo moderno –en su estilema </span><em><span style="color:#333333;">modernismo</span></em><span style="color:#333333;">– y del vocabulario, de la tesaurización de la Ilustración, muy extendida en la cultura del “Atlántico Norte”, como relata Pinillos en su libro. Son caminos que aún se recorren por esencias o grandes narrativas, ya lo hemos visto desde Heidegger, debiendo apercibirse quien recorre estos trechos de que estos pensamientos liberales y pragmatistas tienden a universalizar las totalidades, yendo así contra sí mismos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<div id="attachment_344" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/7-c-tapia_rev4.jpg"><span style="color:#333333;"><img class="size-medium wp-image-344" title="7-c-tapia_rev4" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/7-c-tapia_rev4.jpg?w=300&#038;h=240" alt="" width="300" height="240" /></span></a><p class="wp-caption-text">Kunsthall . Rótterdam. 2004.</p></div>
<p><span style="color:#333333;">En lo cotidiano –condición posthumanista, dicho sea de paso– como en lo evidentemente habitual de una novela, la ironía significa que no hay afirmaciones aisladas, sino en “compleja y contradictoria confrontación con las demás afirmaciones, las demás situaciones, los demás gestos, las demás ideas, los demás hechos”, que Kundera advierte para poner en evidencia todas las relaciones –irónicas– y pide una lectura reiterativa y pausada para detectarlas si se quiere comprender lo que allí se dice. Para Félix Duque, la ironía es síntoma del presente y pertinencia en el arte, coincidiendo en esto con Massimo Cacciari, porque aun siendo destrucción, es igualmente reivindicación de lo anteriormente oculto pero ahora emergente como escorzo, al desmantelar las estructuras superficiales. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">La otra orientación que enfrenta la generación de la forma a la cultura pasa por el propio Sloterdijk. Lo que se desgrana de sus gruesos volúmenes etiquetados como “Esferas” es una vuelta a la raíz antropológica del hombre, que precisamente quedaba negada en Koolhaas. Sloterdijk, mediante el empleo de genealogías, subraya lo fundamental del tránsito de la modernidad. La funcionalidad de la forma aparece aquí en la reunión y constatación de las alternativas que se pueden registrar en esa genealogía.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Muy adecuado es tener en cuenta la definición de cultura de E.B. Tylor, aunque no debería aglutinarse en una sola las nociones de cultura y civilización, que reza ser aquel todo complejo que “incluye el conocimiento, las creencias, el arte, la moral, el derecho, las costumbres y cualesquiera otros hábitos o capacidades adquiridas por el hombre en cuanto miembro de la sociedad”. Circunscribe, por tanto, no sólo las diferentes capas en las que cabe situar a sus diferentes componentes (la subjetual o intrasomática, la social o intersomática y la material o extrasomática), sino también a las diferentes esferas o círculos de cultura en sentido etnográfico (cultura egipcia, maya,&#8230;). No obstante, esta definición queda coja de partida si no le atribuimos el cargo de desorden al mismo tiempo que instrumento de orden, que se adensa y caduca con el paso de generaciones con carácter atemporal. Incluso, según Bauman, lo que se asegura a través de la cultura es la ruptura y el cambio, antes que la perpetuación. Todo lo más, lo que se mantiene –a lo que nos referimos cuando hablamos de cultura– es la necesidad de modificación y alteración del modelo que puede en un momento preciso ser descrito. Y esta es la cuestión, poder decirlo, lo indecible es factor sin el cual es imposible entender el presente como envoltorio, y la cultura dentro de él. Es un estado que se autoevidencia como de contingencia y, por tanto, de supuesta ilegibilidad de los discursos, culturales contemporáneos, incluidos los artísticos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">El no poder decir estrictamente qué es lo que está sucediendo hoy es nuestra condición, que nosotros hemos llamado estar en la búsqueda del presente.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Ahora bien, estas dos posiciones sintéticas, las que hemos visto en Koolhaas y en Sloterdijk, actúan con el viejo paradigma anterior en la medida que, como antes, persiguen convertirse en sistema o, todo lo más, en </span><em><span style="color:#333333;">protosistemas</span></em><span style="color:#333333;">.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">¿Qué quedaría fuera de ambos sin que apareciéramos como epígono de alguno de ellos o de ambos a la vez? Lo que trata Koolhaas, como decimos, es el modelo empresarial de lo organizativo y la mercadotecnia. A su vez, lo que trata Sloterdijk se basaría en la novela, la </span><em><span style="color:#333333;">bildung </span></em><span style="color:#333333;">como formación, que también estaría en el fabulador Peter Handke o en el cineasta Win Wenders, quienes, curiosamente, son aglutinados en una misma harina, para luego ser severamente criticados en conjunto. Se les acusa de tratar aquellos problemas que eran en exclusiva del dominio de la derecha y que ahora, desde estos nombres citados, se ocupan por la izquierda.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Como alternativa a ambos, situaríamos modestamente una posibilidad. La que hemos denominado como </span><em><span style="color:#333333;">Soportes de Intermediación</span></em><span style="color:#333333;">. No es constatar un imaginario para operar, sino dar entradas –</span><em><span style="color:#333333;">inputs</span></em><span style="color:#333333;">– más respuestas al tiempo, y así generar retroalimentaciones sucesivas e inagotables. Zalamea podría entroncar con nuestro planteamiento por su ejemplo metodológico en Novalis, que al unísono progresa hacia atrás y hacia delante. Es un proceder por transferencias de grado paulatino y sucesivo. Como indica Félix Duque, hay que mantener presente la duda, la duda sobre fines y Apocalipsis, modulando e iterando todos aquellos factores de la cultura que hablan de la evolución de Occidente.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Crecimiento más modificación posibilitado por el entendimiento de la situación, el metapanorama, el del presente, donde dejamos atrás al arquitecto holandés y podría equipararse a la apuesta de Sloterdijk.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Así enunciados, podríamos decir que los Soportes de Intermediación producen la transferencia de la intimidad al mundo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">No es que antes no hubiera sido posible este reconocimiento de transferencia, pero es que lo que es fundamental es darse cuenta de que ha sido a través de la tradición, como señala el profesor Moreno Pérez en el libro “Sobre la situación actual de la arquitectura: Genealogías, diagnóstico e interpretación”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Esa transferencia, de una manera u otra, ha sido traspasada siempre como forma. Lo que ocurre es que hasta Sloterdijk, metidos en lo mediático, a los únicos a los que se hacía referencia eran a los mismos: el </span><em><span style="color:#333333;">Star System </span></em><span style="color:#333333;">que dominaba el espectáculo, entre los que se encontraba Koolhaas. Con el soporte, el logro es que se consigue incorporar a las otras dos posiciones.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">El soporte envuelve al individuo que entra en él y lo convierte en un estaren- el-mundo, en un ser, que ya no es uno sino una pluralidad de otros. Las demás voces son aceptadas pero no impositivamente. Esto es lo funcional para lo de hoy, incluso acoge lo instrumental de la técnica, en el presente, respecto a la cultura. Es un soporte básico para cualquier investigador, cualquiera que esté en el aprendizaje de la arquitectura, pero también en cualquier otro entorno del presente, que se encuentre en situación de desbordamiento por la complejidad y se sienta con fuerzas de administrarla. Es una tarea colectiva que se deposita en movimientos de síntesis, ya no de análisis, como en lo moderno, ya sí de carácter regresivo y progresivo. Al decir de Giorgio Agamben, consistiría en una comunidad donde todo el mundo puede entrar. Retira de este hacer lo homogéneo por lo común y por encima, admite lo singular.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Precisando un tanto más, en torno al papel de la arquitectura hoy en la cultura y en el estar en el mundo, ¿por qué hemos de preguntarnos por la generación de la forma? Argumentaremos lo mismo que hasta ahora desde otras cualidades para llegar a ello.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">La arquitectura se encuentra sometida –en una encrucijada, dirá Moreno Pérez–, deudora de aprendizajes en una condición que aglutina ciencia y cultura. Si la arquitectura ya no tiene como misión ordenar el espacio, preguntarse por la generación de la forma no sería sino percibir que la arquitectura estaría capturada, presa en una tradición moderna proveniente del siglo XX y que heredamos del XIX, y que puede ser que ya no nos pertenezca. La participación de la arquitectura en la cultura aparece en relación con la singularidad, que se hace cómplice de los medios de comunicación, aportando una distracción que embelesa frente a la abstracción,la importantísima noción de abstracción, olvidando todo lo que ella ha aportado a una cultura material que ha construido el entorno artificial moderno.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Esta conformación panorámica, la someteríamos al apego de sentido que daría el poeta Ángel González cuando advierte que el que ve no posee, porque si no, no ve. No querríamos parecer tener certezas y absolutamente no queremos invocar a la verdad de la realidad. A su través, organizaríamos en dos vías la emergencia actual de la arquitectura.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">La primera vía establecería la arquitectura como técnica de un todo en la sociedad del espectáculo. Si bien en lo anteriormente expuesto el papel de Koolhaas propiciaba una lectura cruzada que ejemplifica el fluir de la cultura en general, ahora volverá a aparecer como el gran organizador de esta empresa-mundo. La arquitectura debe empezar a soltar cosas que ya no le son útiles para precisamente no hacer formas sino explicar ese todo, para reencontrarse con el papel que le pertenece. Se trata de aprender, y no de generar forma, como cuando utiliza la figura de un surfista en la ola, para no proyectar formas, sino para espacializar el trazo de lo que es sobre el medio, ambos en movimiento. Y será en ese espacio donde por fin aparezca la forma, donde se pueda hablar de forma. La forma será aquí una instrumentación en la flexibilidad de un medio.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">La segunda vía abordaría un problema antitético, como dice Fernández Galiano alrededor del descorchador del mundo que ha sido Peter Eisenman. La arquitectura habla en este caso de la máquina en lógica universal. No es una lógica de la racionalidad, sino una más compleja. La búsqueda se hace para generar un grado cero de la cuestión donde puedan encontrarse cosas inverosímiles. El mundo se encuentra por el lenguaje, pero incongruentemente, la arquitectura no es lenguaje, sino medio. En el Eisenman de los años 60, se buscó con ahínco una genética, una sintaxis, como lógica universal para estar en el mundo que se percibe ahora como la transmutación del alquimista, que ansía que entre el oro y el plomo no haya diferencia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Pero es que el frente de batalla de la arquitectura es su adecuación para la cultura en la modernidad. El lenguaje es entonces doblemente requerido: ser y moda –como figuraría en la virtualidad. De ahí sus posibilidades y la comprensión que da este referente de la virtualidad cuando nos vamos a las grandes ferias mediáticas de la arquitectura, como en la Bienal de Venecia de 2005 donde el casi total de los proyectos expuestos y premiados eran renderizaciones auto-somatizadas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Sin embargo, no es casualidad que nuestra investigación se haya decantado por el desarrollo de un soporte de intermediación en forma de programa informático multirrelacional. El pensamiento computacional, cuyo punto de partida lo podemos situar en Leibniz –quien se inicia desde sus aprendizajes de Aristóteles y de un entroncamiento con el pensamiento teológico medieval, que curiosamente es el punto de referencia del arquitecto Karl Chu para equiparar lo actual de la concepción del cuerpo como sistema informático, allí referido a la transmigración del alma al cuerpo–, arranca de la fractura de los sistemas aislados, ideales, auto-clausurados y en equilibrio. Pero Deleuze produce la apertura hacia las inferencias relacionales trascendiendo la noción de relación clásica que va de la materia a su forma, troqueladas por ello con antelación, sino que “implica tanto una puesta en variación continua de la materia como un desarrollo continuo de la forma”. Éste es el </span><em><span style="color:#333333;">Objetil</span></em><span style="color:#333333;">, la nueva condición de captura más que de clausura, de posibilidad en la virtualidad, donde cada mónada contiene la totalidad del mundo, es </span><em><span style="color:#333333;">speculum mundi </span></em><span style="color:#333333;">puesto que cada una de ellas refleja el mundo, que es decir que es el ordenador el que contiene toda esa información disponible para poder representar el cosmos. El </span><em><span style="color:#333333;">objetil </span></em><span style="color:#333333;">es el marco relacional, donde el sujeto queda cambiado por interferencia con otros y llega a ser más que él mismo –Deleuze lo llama </span><em><span style="color:#333333;">superjeto</span></em><span style="color:#333333;">– y donde el cuadro ventana del barroco que vive Leibniz se sustituiría hoy por la tabulación de la máquina computacional en la que “se inscriben líneas, números, caracteres cambiantes”. No es el Soporte de Intermediación un objeto como instrumento regulador, sino un </span><em><span style="color:#333333;">objetil</span></em><span style="color:#333333;">, donde no hay directrices, sino un caudal de información que cada individuo hace suyo para constituir su propia identidad, su propia perspectiva del tiempo en que vive, ya que no hay una sabiduría que se extienda de generación en generación, puesto que no existe una ventana de conexión, como indica el catedrático Jaime de Salas. Lo que aportaría el programa informático, como en Leibniz, es la posibilidad de un mundo plural con múltiples centros de referencia y poder, con una cierta idea de equilibrio.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Antes que considerar una reduplicación del estar en el presente, mudos virtuales y reales, los soportes que proponemos lanza un puente para indagar en el tránsito que va de uno a otro, pues ambos se necesitan mutuamente. Además, está en juego la ética, no la abstracta, sino la ética del trabajo propio de la arquitectura. Un soporte de intermediación no es sino intercambios, en ningún caso ideologías en tránsito, toma de posiciones, asalto y ocupación. No debe verse como una nueva estilística, sino como modos en que las estructuras parciales (entendidas como flujos y redes) puedan llegar a interactuar, argumentando en los encuentros la dialéctica parcial-total y atestiguando la transformabilidad de todo lo que acontece en su interior.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#333333;">Modos de hacer que conocen nítidamente la clausura de la confianza en lógicas arquitectónicas disciplinares, o en condiciones de certeza, supliéndolas, como va de consuno Capitel con Zevi, con cualquier inspiración que confíe en “el juego, en el azar y en el capricho”. Parece que la única posibilidad de entablar acciones dentro </span><span style="color:#000000;"><span style="color:#333333;">del </span><em><span style="color:#333333;">metapanorama </span></em><span style="color:#333333;"><span style="color:#333333;">que podemos aventurar de lo que son las cosas, sería, dentro de la pluralidad de respuestas, ir aislando algunas de esas estructuras parciales, como indica de nuevo Moreno Pérez, tanto para decirse a sí misma la arquitectura como para situarla en una función que desempeñar en este nuevo ámbito. Y es que los</span><span style="color:#000000;"><span style="color:#333333;">medios de comunicación han ido desplazando a la arquitectura hasta hacerla desaparecer por irrelevancia, pero contra ello será Derrida quien dote a una nueva figuración proyectual consonante, con la responsabilidad de no depender de la dominación y el control, donde entre lo plano, el dibujo, y el espacio, la arquitectura, se dé una nueva relación, una nueva condición </span><em><span style="color:#333333;">diagramática </span></em><span style="color:#333333;">de un espacio intermedio, a caballo entre ambas dimensiones.</span></span></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><span style="color:#333333;">Lo real no es ya sino concebido y reconocido a través de intermediaciones: de las apariencias superficiales en Parménides, de las ilusiones en Berkeley, de las ut</span>opías en Tomás Moro, de las capturas de la </span><em><span style="color:#333333;">realitas objectiva </span></em><span style="color:#333333;">en Descartes, de la imaginación en Kant, en el alejamiento de las interpretaciones particulares en Peirce, de la superación de lo natural desde Hegel hasta Marx, de la ausencia en Jabés, de la experiencia en Von Glasersfeld, del simulacro en Baudrillard, de la construcción social en Bourdieu, de lo mántrico y contra lo fenomenológico en Libeskind, de los etogramas de Pardo y Castro Nogueira, del atlas en Serres, de los diagramas de Eisenman, de los controles de la velocidad de la conciencia en Virilio, de los medios de comunicación en García Calvo, de las paradojas para el budismo Zen, de las veladuras y desvelamientos psicológicos en Lacan, de la mimesis, abstracciones, intuiciones, pero también de las extemporalidades de los trayectos y devenires del arte, que hace mapas, y que inesperadamente genera formas de entender el presente.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Nada queda sujeto a pertenencias, a puntos fijos. Nada de lo dicho aquí deja de ser arquitectura, desde la apuesta que hemos hecho, dado que en la complejidad, el conjunto, la realidad, es mucho mayor que la suma de las partes, y ninguna de ellas puede ser considerada sin las demás; con una particularidad, la de que ya nada queda definido por sus bordes, su figura, su forma, sino por su conectividad. Ello hace que la extracción para su estudio de una de las partes afecte al conjunto hasta imposibilitar su reconocimiento.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Así aparece nuestra intermediación para la comprensión, la de la generación de interfaces de mantenimiento de la complejidad y en contra de la simplificación y de la reducción, que funcionan involucrados en la cultura, mediante procedimientos de acción en su interior, y hacia las obras, las expresividades, las intervenciones. La arquitectura puede ser el todo, porque está en el todo, sin que ello implique totalidad, puesto que se disuelve a su vez en él, sin criterio de pertenencia estable.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">La pregunta por la forma se encuentra en el procedimiento, en el propio soporte que intermedia entre las cosas del mundo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<div id="attachment_345" class="wp-caption alignnone" style="width: 560px"><a href="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/7-c-tapia_rev5.jpg"><img class="size-full wp-image-345" title="7-c-tapia_rev5" src="http://outarquiaspublicaciones.files.wordpress.com/2010/05/7-c-tapia_rev5.jpg?w=550&#038;h=401" alt="" width="550" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mapa de la Aplicación. 2005.</p></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Carlos Tapia Martín</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Publicado en REVISTA DE HISTORIA Y TEORÍA DE LA ARQUITECTURA 9, 2007, XX-XX</span></p>
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		<title>Panorama of the architectural thought. VI Sixth Part. Final Issues. Text and context.</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 21:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquiaspubli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebook "About of actual architecture: commons, diagnostics and interpretation"]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>

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		<description><![CDATA[Chapter 16 of the book ON THE CURRENT SITUATION OF THE ARCHITECTURE: GENEALOGY, DIAGNOSES AND INTERPRETATION. ISBN: 84-96377-37-7 2005. Debates for doctors&#8217; formation. José Ramón Moreno Pérez, Rafael González Sandino, Carmen Guerra de Hoyos, Mariano Pérez Humanes, Carlos Tapia Martín, Félix de la Iglesia Salgado. Teachers and Researchers ETS Architecture Seville. Rafael: another question would [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=322&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#333333;">Chapter 16 of the book</span><a href="http://grupo.us.es/composite/IndexLib.htm"><span style="color:#333333;"> </span></a></strong><span style="text-decoration:underline;"><strong><a href="http://grupo.us.es/composite/IndexLib.htm"><span style="color:#333333;">ON THE CURRENT SITUATION OF THE ARCHITECTURE: GENEALOGY, DIAGNOSES AND INTERPRETATION</span></a></strong></span><strong><span style="color:#333333;">. ISBN: 84-96377-37-7 2005. Debates for doctors&#8217; formation. José Ramón Moreno Pérez, Rafael González Sandino, Carmen Guerra de Hoyos, Mariano Pérez Humanes, Carlos Tapia Martín, Félix de la Iglesia Salgado. Teachers and Researchers ETS Architecture Seville.</span></strong></p>
<p>Rafael: another question would be that to this new text-context notion, the notion of the Image as a new textuality should be added. The fact is, &#8211; and that is not in Gadamer, it is in the structuralists because they proceed from the Science of the Language – that the text notion is considered as literary writing, but that here text is already making reference to every unit with sense that is needy of a reading, dilating its horizon and possible only by being incardinated in it.</p>
<p>José Ramón: With a call of substantial attention, because it saves the Architecture of the crash: the Architecture would have, in that production of Image like World, a specificity not allowed by any other means, shared with the publicity, but in a level the publicity doesn&#8217;t reach. This level would be a writing of the truth of the inhabitance, “the true image” of what would be to Inhabit and that, immediately, would throw us to its reading.</p>
<p>Rafael: Of what there is, for us and as for us, as for Inhabitance, in those architectural texts.</p>
<p>José Ramón: And you don&#8217;t learn in any other place, because if the writing of the Architecture is substituted, as for registration of inhabitance, for that of the publicity, it finds registers, but they are perverted, they are not true, they are manipulated as soon as it is a technique that depends on other objectives.</p>
<p>Rafael: A barrier would be here, of course interacted, among we would say, the angel and the demon. Here would appear the negation of the positive value of the image, and the image like its being.</p>
<p>José Ramón: And the temptation of the Architecture to become an image, a perverse image, a demon.</p>
<p>Rafael: What we have done would be useful, in the landmark of a continuous revolution and its retroactions: three coup d&#8217;etat would mark the dynamics of the century. It is necessary to dismount, also strategically, conventional chronologies, I mean, we have been made believe that Hermeneutics and Deconstrucción are phenomena that make their sense soon after the 80’s and from then on they are readable. It is not at all this way, when Hermeneutics and Deconstrucción make all their sense it is when they are born, in the 60’s, when the problem is the mediation past-present. For that reason they are born, as critical answer to the scientific explanation of this phenomenon.</p>
<p>José Ramón: And then Bauman proposes an environment, where what we are talking about would find, on one hand, the continuity of what will come and on the other hand, the reading of a structure of continuity. Why does the mediation past-present appears then and not before? He explains it, and locates it chronologically, because it belongs to the same concept. Bauman establishes it in the 70’s, in the break of the conception of the Culture as verdict of a Norm about the Freedom, and the radical change of the appearance of the Freedom as constituent element within the support of a structure which is the discovery of Levi-Strauss.</p>
<p>Rafael: And meanwhile the classes will be transformed into Mass.</p>
<p>José Ramón: The other day the topic of the appearance of the sadness arose. We really forget an entire world that comes from the Romanticism. That affects to the theory of the feelings that comes bound to the appearance of the Enlightened Project of breaking the constitution made by states, and the appearance of the differentiated but hierarchic classes that already come from before. For example in the middle of the XVI century, in 1550, the appearance of the childhood like a differentiated sector  in the society that had not existed before takes place. It starts from the recognition of the education of the children, with an approach of rupture of the states because the children were equal, for all the states. This is, &#8211; Bauman says -, a continuous progress that will continue with the Enlightened Project and the appearance of differentiated sectors, constitution of the Bourgeoisie, first bound to the elite project. At first the Elite on the Mass, appearance and construction from two factors, from the sentimentality that comes with the romantic never appeared before, concept that Teyssot joined with the theory of the sublime. And all that comes bound, at the same time in a process of the appearance of the differences among social sectors that is materialized with the political radicalization in 1848.</p>
<p>Rafael: To find a heading, it is a notion that could be something such as image-text.</p>
<p>José Ramón: They would be also seemingly opposed, because when I speak of the textuality of the image I am speaking of the necessity of reading the images opposite to the procedure of using them.</p>
<p>Rafael: Meanwhile the questions that have not been solved previously continue gravitating on this virtual world, already at such a high level as so that of their good resolution the survival of the world depends.</p>
<p>José Ramón: For that reason the structure of Bauman is so attractive. The step from an environment to another doesn&#8217;t  take place&#8221; lightly equipped&#8221;, but loaded with questions. For that reason  Félix Duke finds there is a continuity, and that is why the Ecology appears, beyond a reaction against the destruction of the natural environment, like a thought current, and vital, in the maximum constitution of the artificiality, how won&#8217;t it  appear? the problem was not resolved.</p>
<p>Rafael: That is the true problem, to solve the level of survival by the resolution of the pending questions. Then I understand that the text of Steiner is really retrograde, in the sense that what he is telling us is that in the situation we were in before, in what is productive reading and extraction of a truth for us of the whole inheritance, let us call it classic, of all what the human spirit has produced, as we don&#8217;t have a reader, but the banal reader&#8217;s type, we would have to teach to that reader to read and to convert him/her in&#8221; other&#8221; reader. For this step to be taken it is necessary to be sufficiently humble as for not offering liberally  and happily the readings that these historical texts suggest to us, but rather we would have to teach them to read.</p>
<p>José Ramón: What you are saying has an absolute relevance, but not even like a theoretical position, but like a pragmatic position, because in the transit between the 70’s and the 90’s a series of factors take place and help the Architecture to rush into a vector of production of works. Starting from here serious problems appear for the discipline, whereas there is no continuity or relationship among the works. As a reaction to this inadequacy a setting in relationship work appears, through classifications more or less creative that end up by trivializing the reception of that production.</p>
<p>The challenge is to find, in the singularity, principles of truth constituting the foundation and allowing the difference. It is a basic problem, not only from this School, but of all the Schools of Architecture of Spain. Why not doing History of the Theory? It would consist in giving an answer to the problems of the situation given at each moment, Epistemology, or the topic of the Tipology, or Hermeneutics. It is not even a problem or a theoretical positioning, it is not a problem of laying the foundations of the discipline, bound to the environment of the professional subject, because it is a speech that makes you understand that the texts are written about me and for me.</p>
<p>Rafael: Now it is surprising, to assume that when the Art is being created finally in its fullness of being, the de-construction of the artistic matter comes out, that is to say, the negative of the artistic matter, the death of the Art.</p>
<p>José Ramón: This is no more and no less that the terrible brutality of the other moment: at the same time the world was confronted in two parts, at the time of the cold war, a perception that considers that the resolution of the human conflict is in the dialogic appears. It is still more terrible that it takes forty years for the society to have a little common sense.</p>
<p>Rafael: Another question I would like to introduce here is that, strategically, when the jump of the Art as Creation is outlined, this appears as an inalienable challenge in the XX century, and the answer to that challenge is attempted. For that reason Gropius doesn&#8217;t try to give a method to create, neither a style, as what can be given is the conditions that make possible the creation. One of those conditions is to empty oneself, like St. Thomas, to empty the soul of its contents to be able to give birth to again, but he doesn&#8217;t tell you how to create. Well, Gadamer in his first words, when he is speaking of the conditions that make possible to interpret and to understand, &#8211; he always speaks of an interpretation that includes the understanding -, says that this implies a challenge to the interpretive creativity. He says that to produce from the old texts a truth is for us an enormous challenge, as it is to produce this something common to the different cultures in the XX century. It is a challenge to the understanding of the man of the XX century, surely in the third moment there is also a similar challenge.</p>
<p>But the change of that introduction takes place because it is a challenge that is measured with the productivity of the Science, with the capacity of the Science to create an artificial world, they are only measured with that. What is clear is that, if there is a true creation, a new world will appear in no way deductible or derivable from the present and here, a new sense will appear, with no possible assimilation or deductible from the senses previously given.</p>
<p>Mariano: Yes, but in the first moment it is outlined from the constructivity and in the second from the dialogue.</p>
<p>Rafael: In the second moment there is constructivity and deconstruction which is the procedure, the conditions, so that a true dialogue that breaks the structures of the object to understand takes place, and that breaks the limits of the I. If not, there is not dialogue possibility, so, I have to break all my understanding horizons to penetrate in the object, and I have to break the structures of the object to allow me to dilate it in its sense. Those are the conditions that make possible the interpretation, and now, let us respond to that challenge. In Ricoeur the pending challenge between National Cultures and Universal Civilization was specified. And there we have it, I do not know if without being solved, but becoming progressively, per days, more unresolvable. And, on the other hand, the death of the Art has not stopped only at the deconstruction. It has already reached, not only &#8220;the plate with thorns&#8221;(1), but to the top possible, to the great artistic work that is made first and later destroyed, immediately after having represented: the physical destruction of the artistic reality has been reached.</p>
<p>An overturn on which I would call the attention takes place. If at the beginning the positive factors appeared very clear and evidenced and the negative very hidden, at the end is the opposite what shows: the way people consume the cultural images is so absolutely ostensible and, on the other hand, so absolutely disquieting.</p>
<p>José Ramón: Don&#8217;t forget that, in both points, there is still more. For that reason, they are initiatives that reach the sociability through a political imposition, because that production, within the society of its time, is an excluded and kidnapped production.</p>
<p>Mariano: There is another enemy of this position, and Umberto Eco explained it very well in an article of one month ago, with a Society where Technology is counfounded with Technique. He maintains that Technology has nothing to do with Technique. In the current society and the way Technology is presented, technology is much closer to the magic that to the Science. Science is always hard, arduous, difficult, and technology nowadays is easy, immediate, quick. Faced to that, what we find is the immediacy of the project, or of the Image, and the demand of the quick knowledge. That it is what is that, and we do not known what it is.</p>
<p>Rafael: In a world in which what there is fundamentally is a deterioration, a manipulated trivialization, for the consumption society to be able to find those that are trying to reconvert that world of images in a serious and based production of knowledge is an important bet.</p>
<p>José Ramón: In the same way it happens, somehow, at the beginning of the XX century. Because it takes a lot of time until a certain social state finds a comprehensible and useful reading of what is taking place in that moment. Also the confrontation  at the beginning, &#8211; and that is absolutely deconstruction -, from then on, our world lives in the full ambivalence. There is a take off project that left the past behind going toward the future, that had a horizon. That it is our most archetypal image of hope, but there is also hope in the ambivalence, because it is possible this ambivalence that now is negative, to become positivity. Right now it cannot be positivity because it is a new phenomenon, and we are learning how to read the code, that is to say, the enormous possibilities of  positivity that the current negativity bears until producing satiety and reaction which is happening already today. There is a youth&#8217;s part that is reacting against this. What happens is that this mechanism of the negativity is fantastic, because the satiety turns it into negativity. What is necessary it is an emptying, a capacity of giving up certain characters, for example the immediacy.</p>
<p>Mariano: That is the great enemy that we have, the world is inhabiting in the immediacy, it cannot be wait, there is a constant change. In a world that is this way, when somebody comes and proposes you a slow and deep knowledge, it produces a reaction of rejection.</p>
<p>José Ramón: What happens is that a separation takes place between those that are in the perseverance and those that abandon. Those who end up being implied, already know that there is an alternative possibility, and they will exercise it biographically, the way each one will be able to. On the other hand what produces the negativity is something rejectable that is not even good to be recycled, and the other thing is something on what  a principle characteristic of each one is being founded.</p>
<p>Rafael: Somehow, we would crawl or we would capture from this second period, the interpretation notion, or the interpretive dialogue. What happens is that it would have to be transformed to become sensitive to the finest dimension of the present. Here is a Theory that sustains a practice. You tell me that it is already introduced in the practice, but it would be necessary to form a theory of that text-image.</p>
<p>José Ramón: There are formulations, small texts, there are some things, but it is not built completely. We are building it. For example, that interpretation of the image as a text commits automatically a constituent factor, not of the Architecture, but of our world. We are investigating on it. It is the topic of the objectuality (2). An object, or a thing, formulated at the beginning of the XX century, has nothing to do with the nature of that thing in the media environment, in the environment of the image that today we are formulating. Then the objectual, the whole theoretical speech that comes from the objectuality is committed by that image as text. The corporeality is committed, even the spatiality,  all the factors are committed. A resized turn has taken place. And nobody comes too near to this.</p>
<p>Mariano: Another enemy, brought by the ascent of the masses, some masses that responded in a first moment to the elites with violence, destroying etc, but that end up promoting and supplanting the very power. Once reached that current moment, the silent masses are not so silent, but they rather have opinion and then they have the right of saying, then we are in a world where the opinion is opposed to the interpretation, and it can be read that all that appears in the means is opinion more than interpretation.</p>
<p>José Ramón: the opinion is taken to the media and then really transformed into principle</p>
<p>Mariano: Once the opinion appears in the means, it does it as interpretation. When it is not interpretation, most of the times due to the trivialization, and because there is immediacy and necessity of giving an opinion then the complex operation that requires the interpretation is not followed.</p>
<p>José Ramón: The opinion concept is not a subjective concept, but an objective one and therefore it falls in  the hands of the whole paradigm of the sciences, the objectivation. The opinion is objectivable once it is given.</p>
<p>NOTES</p>
<p>1. He refers to the work of Man Ray &#8220;Gift&#8221; (1921)</p>
<p>2. This thematic is studied in the Course  &#8220;Objects to be destroyed&#8221;, held in the Doctoral Program of the History, Theory and Architectonic Composition, 2002-2004.</p>
<p>BIBLIOGRAPHY</p>
<p>On Difficulty and Other Essays &#8211; Steiner, George &#8211; FCE  &#8211; Mexico D.F. &#8211; 1978</p>
<p>Culture as Praxis &#8211; Baumann, Zygmunt &#8211; Paidos &#8211; Barcelona &#8211; 1999</p>
<p>Filosofía para el fin de los tiempos. Tecnología y Apocalipsis &#8211; Duque, Félix &#8211; Akal &#8211; Madrid &#8211; 2000</p>
<p>Sobre el interior y la interioridad &#8211; Teyssot, George &#8211; Casabella 681</p>
<p>Regeln für der Menschenpark &#8211; Sloterdijk, Meter &#8211; Siruela &#8211; Madrid &#8211; 1989</p>
<p>En torno al humanismo &#8211; Heidegger. Gadamer. Sloterdijk &#8211; 2002</p>
<p>Brief Über den Humanismus &#8211; Heidegger, Martin &#8211; Alianza &#8211; Madrid &#8211; 1976</p>
<p>Estética y Hermenéutica &#8211; Gadamer, Hans Georg &#8211; Tecnos &#8211; Madrid</p>
<p>Después de 5000 años: la revolución &#8211; Zevi, Bruno &#8211; 1968</p>
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		<title>Panorama of the architectural thought. V Sixth Part. Final Issues. Text and context.</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 21:41:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Chapter 15 of the book ON THE CURRENT SITUATION OF THE ARCHITECTURE: GENEALOGY, DIAGNOSES AND INTERPRETATION. ISBN: 84-96377-37-7 2005. Debates for doctors&#8217; formation. José Ramón Moreno Pérez, Rafael González Sandino, Carmen Guerra de Hoyos, Mariano Pérez Humanes, Carlos Tapia Martín, Félix de la Iglesia Salgado. Teachers and Researchers ETS Architecture Seville. José Ramón: I have [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=319&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#333333;">Chapter 15 of the book </span></strong><span style="text-decoration:underline;"><strong><a href="http://grupo.us.es/composite/IndexLib.htm"><span style="color:#333333;">ON THE CURRENT SITUATION OF THE ARCHITECTURE: GENEALOGY, DIAGNOSES AND INTERPRETATION</span></a></strong></span><strong><span style="color:#333333;">. ISBN: 84-96377-37-7 2005. Debates for doctors&#8217; formation. José Ramón Moreno Pérez, Rafael González Sandino, Carmen Guerra de Hoyos, Mariano Pérez Humanes, Carlos Tapia Martín, Félix de la Iglesia Salgado. Teachers and Researchers ETS Architecture Seville.</span></strong></p>
<p>José Ramón:</p>
<p>I have found a book from 1978, that picks up texts of the decade of the 70s. Its title “About the difficulty”, and the first article written by George Steiner, is called “Text and Context”. It deals with an interesting question that also has to do with the lines that we have been working along the Seminar. It is more than an article, more than a text about contemporariness, because at last, what it outlines is the debate, established from 1995 on by Sloterdijk, and the answers given by Habermas or by Félix Duque, over the reach of the textuality as the main instrument of the man&#8217;s humanist conception (1).</p>
<p>More than for its current content I found it interesting for two reasons: in the first place, and keeping in mind its writing date, 1976, it is one of the best examples of the turn established since the beginning of the decade of the 70s that would fundamentally come starting from the new relationship settled between Norm and Freedom detected by Lévi Strauss in “The Wild Thought.” The answer of Steiner  is not referred to Lévi Strauss, but to the dialectic between Norm and Freedom treated in his Thought.</p>
<p>On the other hand, for being written in 1976, from our perspective it would be the origin, or at least one of the first testimonies of a cultural position, in which we could recognize ourselves, and that  opposes another concrete cultural position that in fact emerges in that decade. This other attitude, opposed the one that Steiner defends, starts with the events of 68 French&#8217;s May, recaptured by the poststructuralism, &#8211; fundamentally by Deleuze, Guattari -, giving place to a more destructive current, more&#8221; liberal&#8221;.</p>
<p>Steiner says:</p>
<p>“In sum, any pattern of true reading, (une lecture bien lue) is, fundamentally, a political model. And the politics of the&#8221; text&#8221;, except in moments of enormous good luck and of centrifugal liberality, are not liberal.</p>
<p>Certain pragmatic conclusions seem to come off. The intent of imposing to a massive public “textual” habits or a momentous convention of the classic, as it is being done now in many of our universities, is a counteractive hypocrisy. It surely takes, (it already has), to a not very elegant opportunism, or to a betrayal to itself, by the teacher and due to the indifference or the extremism, &#8211; that is the violent mask of the boredom -, and by the student. It is not only as expressed by Rieff that&#8221; behind the hippies the hoodlums come&#8221;. The recent history of the German universities has given a sad testimony.  They come through the doors the gurus suddenly opened, the teachers of the fashions, didactic, arcadian, sick, with the promise of a true shared youth. They are  the professors of about 40 years old, in search of a personal erotic rebirth who have howled with the wolves and in the noisiest way.</p>
<p>Regrettably we cannot have everything. The fundamental correlations among&#8221; text&#8221; and&#8221; social context&#8221; are not democratic. They are maybe antidemocrat. This has been the case of the high cultures of the past and it is the case of the soviet existence today. Péguy discusses from the basis of a Catholic reaction; the programs or critical of Rieff and of Carne-Ross have their roots in the ideals of the Hellenism and of the Latin culture according to the practice of an elite; the suggestions of Heidegger about a politics of deep division are even darker. In my own work I have tried to show that &#8221; humanities&#8221;, in the sense in that the term is inherent to the&#8221; classic humanism&#8221;, they do not cause any effective equivalence, any spontaneous coexistence with the&#8221; humanism&#8221; in the outline of liberal, massive or socialist values. The literate culture, always creating, was disciplined possession of a minority, transmitted in authorized way. The general shine it gave to the society between the Illustration and the crisis by the mid XX century, was originated in the relationships of power, in pretexts and silences that most of our current world is no longer willing to tolerate.</p>
<p>Therefore, one must assume the risk of positive stratagems (the notability of the polemic of Rieff is that he disdains doing it). If we want to preserve “readers” in the old sense, (des lecteurs qui sachent lire), &#8211; being this desire something that the political and fiscal oppositions can turn illusory -, we will have to educate them explicit and ploddingly, in a besieged environment, and in consequence, a little artificial somehow. It is not a problem of ivory towers, but of the force and cost of the material (the elephants are also dying). We will have to become at the same time extremely modest and extremely arrogant in our ` profession´, in the program of our ` vocation´, and to return to these terms something of their theological validation. The work to be done is not of &#8220;critical theory&#8221;, or of &#8220;sociology or of the literature&#8221; or, ` mirabilis dictum´ of the `creating writing´. If we take our work seriously, ` we will have to teach reading´. We will have to teach it from the humblest level of rightness. From the analysis of a sentence, the grammatical diagnosis of a proposition, the measure of a verse, through the multiple layers of representative means and of assumptions of reference, until that ideal of complete collaboration among the writer and the reader exposed by Péguy. We will have to learn how to proceed, step by step, from the almost dyslexia of the habits of the current student&#8217;s reading, until that enigmatic act of penetrating elucidation in which the sense of the passage is pursued and of the fact&#8221; it is understood among lines&#8221;, as Heidegger exemplifies it in its reading of Hölderlin. Simply, we will have to create universities or reading schools.</p>
<p>Who teaches in such an institution has job for a whole life, but without the possession of the post. His/her vocation should be opened at every moment to the rebuttal, to the challenge (we should listen to them in a scrupulous way, although without fear) of those that consider that the matter is not worthwhile or, more cohesively that are convinced that the cost in terms of resources and sociopolitical goals are intolerable. The true students of those&#8221; reading house&#8221;, a sentence with precedents and biblical promises, will be few, maybe less than those that the most somber of our stoic prophets would admit. The ironies, isolations, and even falsehoods of the literate condition, will be deepened. But if to do it is allowed, maybe, the teaching, the transmission of the tense delight when facing the word, should be made proudly, ` with love´, or using that equally vigorous term although eroded, “by heart.” If one doesn&#8217;t make it, if it is interrupted by meanness or negligence, the&#8221; text&#8221; will stop to be what for some of us the vital circumstance should be, the&#8221; context&#8221; that gives form to our being.”</p>
<p>Rafael: How beautiful the last sentence.</p>
<p>José Ramón: Yes, it is the same Sloterdijk’s message but said with a great sobriety: “the vital circumstance should be the context that gives shape to our being.”</p>
<p>Rafael: The reading is not a fact. It is necessary to remove this idea, because the weight of all the conditions of the Society of Masses denies it. From the slight observation, to the Culture of the Show, everything denies it. Then, if we want to settle down a tense and intense relationship, like to configure the being of our inheritance, of big works and great teachers, it is necessary to teach, in my modest opinion, to read.</p>
<p>Carlos: Yes, but some relationships are also established. For example, the call to the&#8221; vital circumstance&#8221; is recurrent: from Benjamin, through Heidegger, until Gadamer &#8211; to put an end to it -, those are openings to think about, they are very necessary appeals, to understand the frame,-not the environment or the setting &#8211; in where these questions are happening. Speaking about context, within the order of understanding Deleuze gave us, could let us in a much less friendly figuration than “context” &#8211; Steiner warns about it in some part of the text -, in a more political shade. Lastly the reference again to the Being. I believe they are three important clues, with independence of their significance range.</p>
<p>José Ramón: Several considerations can also be found, in the sense of what Rafael said before. Even in a certain moment, I suspected of the deep identity this text outlines with attitudes that we share in the teaching process and in the research. A first consideration would be to meet at the beginning of the road, &#8211; because 1976 is, somehow, the start of what is happening at the moment -, with a reflection that so accurately builds a position, and at the same time, understanding it is a cultural position and also a political position. The relevance of the text, &#8211; as he says at the end -, is not only the salvation of a certain tradition or culture,-that would have the whole sense -, but the statement that the text is the context of a dialectic that has not been generated here, but rather travels through the whole Western Culture. And that will be then outlined by Sloterdijk in “Norms for a human park”, in an absolutely clear way, outlined before by Heidegger in Letter about the Humanism. The problem would be the following: after the Second World War, the three answers given to the problem of Humanism that are the Christianism, the Marxism and the Liberalism, are discarded by Heidegger as possible answers. A concept of Humanism is re-formulated with much more depth, just as he had formulated it in “Being and Time.”</p>
<p>Sloterdijk adds to this position that we are not only speaking of a problem that qualifies a tradition of knowledge, of culture, but rather we are speaking of a problem that is important for the Humanity, or at least for the men from the West, since the foundation of the city  in the Roman Empire. As Sloterdijk expressed it: “or circus or text, or circus or writing”, that is to say, as two positions that are antithetic. The stoics know that if some day they appear in a circus they will be looked at with scorn and, as the example of what the Society should never fall into. Rome involves the foundation of the dialectic we analyze: circus or textuality, or education. Heidegger and Sloterdijk, finally reveal that the thought, the man, has always been between Norm and Freedom, in a basic dialectic, perverse and perverted from its foundation in the Illustration until our days.</p>
<p>As Sloterdijk says, the answer of the textuality, the standard of the letter, of the writing sent to an equal, or from a close friend, constitutes something more than a dialogue between two people, it constitutes a model of operation of the city, where the opinion exchange evens and harmonizes, the basic confrontation between an excluding Norm and  Freedom opening up its path. And it is there where Romanticism found its location,&#8221; throwing of the levy&#8221; to the enlightened state and claiming for a space of freedom, the Norm&#8217;s trasgression. This process acquires a series of breakeven points, along the development from the XVIII until the XX century that &#8211; as it could not be otherwise because it is an open dialectic -, the own society breaks and constitutes it again.</p>
<p>Considering that about the 70s a new cultural conception coincides, enlarged further West no longer eurocentric, but that is rather enlarged by Lévi-Strauss as unvariant, to what is the anthropology of other cultures. The current situation  is one with no Norm reciprocally determining the freedom, but rather there are some basic codes each one uses in a certain way. That would constitute the Culture: a structure that each one uses depending on his learning, on his capacity. Therefore the standards that had established some breakeven points along the western culture, are substituted by a procedure, where Freedom begins to fully de-regularize the Norm. It is not alone a philosophical fact, or an anthropological fact, it is at the same time a socio-economic joint. The 70s are the limit of a model of capitalist development, with the crisis of the resources, of the raw materials that constitute the base of that pattern. In second place the period coincides with the end of a model of social harmony inherited from the first part of the century, that of the Welfare State.</p>
<p>Finally the irruption of freedom, socially formulated as principle of de-regularization: what he calls&#8221; liberal&#8221;, from the political reading, from the other side of the pattern, the speech of Steiner could be deeply&#8221; reactionary&#8221; and&#8221; conservative.&#8221; The fact is that in the current Society that goes by the hand of the apparently maximum freedom in which there is no possible Norm that determines what one has to do, it can only be determined by the force of the power or the force of the repression. It is even theoretically formulated by the poststructuralism or by the De-construction, it is a de-regularization process, of continuous de-normativization. Within that mechanism is where &#8221; text and context&#8221; suddenly appears.</p>
<p>The first question that I consider is basic is the understanding of a cultural and a political position. But let us read now as Steiner tells us to do it. That is to say, let us not read the text, but the context to which it refers and in which all the certainties are. The text of Steiner is a text of the year 76, but it is also clear that this position designs a certain strategy. We identify ourselves with him after 27 years because it is the tradition where we locate ourselves. It is, at the same time, the tradition that we have been able to overcome by the hand of the Hermeneutics, &#8211; where Steiner is -, we have said that the fundamental task is that of the deep understanding of the cultural products, of the Texts. Task that bears a&#8221; gymnastics&#8221;, a learning of what means to know how to read, but also a learning of how that reading is located in a certain cultural problematic. It is not to read just for reading’sake, it is not to repeat the proceeding the whole Culture has followed. It would be to read, following a tradition, but at the time it is productive in the environment where one is located.</p>
<p>That tradition that fundamentally begins like a literary-philosophical tradition, is enlarged to readings of cultural products that no longer have the writing as the base, but rather the image, the representation. There comes the great contribution of Gadamer, readings of representations that are no longer written but are pictorial, sculptural, scenographyc or interpretative, and among them, the Architecture. We have followed that procedure and in that sense, what Steiner outlines continues being a shared base, but there are differences.</p>
<p>Nevertheless regarding what it can be reached I still consider conservative the position of Steiner. In principle we have duplicated, opened, a reading that has been continually repressed by the very Architecture, formulated by certain tendencies as a logical-positive base, &#8211; as the structuralism of Aldo Rossi, for instance -, but that didn&#8217;t find a tradition in which it could settle down. Basing up on a first opening of Quetglas, produced from the phenomenologic, in an approach to the hermeneutics, but still in a concession of reading of the traditional texts &#8211; Loos and others -.</p>
<p>At a certain moment, the expectation that the reading pattern, transcended to Architecture&#8221; problematic&#8221;, in the contemporary sense, opened up. But also, from the years 80 to 90, a radically new situation has appeared, and something that had not taken place before has become explicit, and it is that, for the first time, we can understand it. The philosophers help us to understand it, what Rafael discovers, through Ricoeur, is that we are fully inserted in a Scientific-Technique Civilization, not only for the anecdote of the daily routine &#8211; that we all understand -, but deeply, because it has modified our concept of the World in connection with the Earth. And this is the relevance of the Technique as instrumentation that embraces it all. The Society of Consumption clearly comes out, with all its processes of cultural trivialization.</p>
<p>What Steiner senses in the 70s, now is revealed in all its fullness, and it has not only appeared in the Society, but it rather has got into the own production of knowledge. The duality among elitist knowledge takes place, through the technique of the Scientific-technicians, and trivialized knowledge through the Humanities. The environment in which Steiner was writing, has radically changed. What he foresaw &#8211; &#8221; Grammars of the creation&#8221; &#8211; has already changed.</p>
<p>What we have done is to pick up this whole tradition, fed again by these phases that I already have explained and taken it to a specific environment. And one could think that it would be an application, like we do in literature, but  when taken to the specific environment of the Architecture a problen arises. The problem is that neither itself, neither the interpretation of Steiner had thought about. Gadamer senses it, in the few pages he dedicates to it, but it is neither very clear for him (2).</p>
<p>What is it? Let us analyze a cultural product that we call Text, but that we hardly could call it this way. In principle, there is nothing so far from the Architecture that the technique of the writing. The explosive consideration comes from a year ago, first, by Pier Luigi Nicolin and Alvaro Siza. Both wonder what has produced this analysis or textual interpretation in Architecture. The Architecture has discovered, something that was already in the foundation of the proposals of all the XIX and the XX centuries.  For the first time, in front of a writing that responds to a language, or to a speech, there is an Architecture that responds to the inhabitance. The textuality and the contextuality of the language have been vastly developed by the Humanism, but this other textuality and contextuality of the Inhabitance, have been very little developed.</p>
<p>In a deconstructive sense, therefore, we have recomposed the part dominated by the writing as a new writing, as an alternative writing that, also, now has all its full back development in a history, in a genealogy that is not formulated and that  would explain what has not been said up to now. This implies that if the whole Enlightened-Romantic-Modern project has been read under the point of view of the Culture, it has not been read neither in key of spatial order, neither of virtual order. When taking that position, we go beyond Steiner, as an answer to the double slope of the contemporaneity: or chaos captors that instrumentalize the small law of that chaos considered as partial , elementary creation of the world, or end of the previous world, with the whole wealth of inflections.</p>
<p>This vector of construction of the sense that starts with the textuality, or with the discursivity, and that seems to finish in the contemporary time, can be drawn with enough precision, on one hand, with the Zevi’s closing with his article about&#8221; 5000 years&#8221;. On the other hand this whole instrumentation of the humanities would end with Steiner and his &#8221; Grammars of the creation.&#8221; We start from a source that is implicit since the 30s and is formulated  around the 60s by Gadamer- as it can be seen at the congress in Germany in the 64, with the appearance of the concept of “Construction of the Sense&#8221;, opposed to the Neopositivism, as refounding of Heidegger -. This current that starts being of &#8221; text like writing&#8221;, little by little is enlarged, until we begin making a development in the Architecture that finally ends up passing over this contemporarity. And, from here, from the intrinsic to the Architecture, giving an answer to textuality, because both concepts are revealed as opposed: opposite to the text, the image. And what we have finished outlining is a&#8221; textuality&#8221; of the image.</p>
<p>This position makes us laugh and rage at the same time, because we are constituting a discursivity that is not wanted to be complete, but it is a speech opposite to this other one that is as a babbling. Also, this discursivity is not based on the text, on the language, but rather on the inhabitance. For that reason, we are able to say, in a concrete instant that the Galician Center of Contemporary Art is a cosmovision. We have tried to answer to the question Can discursivity of our world be formulated?, no-construction on our world, but sense of our world starting from the architecture?</p>
<p>From the year 76 the capture of all ways of inhabitance have also been added. They are formulated by the Tendenza.  The whole historiographic speech that comes from the hand of the Significance, the methodological and logical speech that comes from hand of the Semiology &#8211; Umberto Eco and others -, also the concept of deconstructiveness, that is to say of the negativity of the text that comes from the hand of Derrida.  Sociology has been added&#8230;&#8230; all in here, in the practice of reading singularities, starting from the concept of the&#8221; textuality&#8221; of the image and of the concept of inhabitance.</p>
<p>For that reason when it is said that the images can be read, we will find positions, as that of Ballesteros that opposes the liberal pattern: the images are somewhere around, and you go looking for them. No, the images should be read, because behind the image there is a textuality. There is the semiotic project, &#8211; Garroni for instance -. The whole problem of the Significance of the School of Venice is also there, the de-construction, the whole poststructuralism with the topic of the reading.</p>
<p>Mariano: Even the Structuralism, let’s not forget Barthes.</p>
<p>José Ramón: The Phenomenology is also there, because it is basic. The Phenomenology in the language can still be refrained by the structuralism, but in the spatial practices, not anymore in the room.</p>
<p>Then the rupture that is being established between the political positions opposed to the contemporariness is false. Félix Duke’s vision is much more true when he says we are in a&#8221; decline&#8221; &#8211; it is taken from Heidegger -. It is a decline in the sense that it is getting dark, but the day is also being expected (3). That opposition among these two ways of doing,  is not in fact a cultural opposition, but politic. Why so much scorn to the interpretive way? Because in the hermeneutics the concept of the political textuality is beating. To overcome the opposition between Norm and Freedom, through what is called dialogue. When really from the 60s, a fruitful and common dialogue among the positions is conceivable.</p>
<p>But I cannot refuse that this is an&#8221; appearance&#8221;, we have seen it through an architec, in the production of a work. If we had not run across Siza, in the topic of the writing, maybe it would have gone unnoticed. It is no longer the consideration of the way of inhabitance as renovation of the discipline, we are in a situation of differentiated writing that we have called Architecture, and that is formulated starting from the action of inhabiting. And that is full of meaning and it is a writing, not a writing with pencil and paper, but writing when you prepare a basic action.</p>
<p>Now the behavior studied by Piaget acquires an enormous relevance. To return again to this basis, or to return again to the basic actions, that of Heidegger, of Earth, World, Man and Gods. The significance that bears the mother&#8217;s chest, the boy&#8217;s mouth, the displacement and other that has been forgotten. Now we understand why: the effort of Modernity is the effort of the integration, of that whole package of knowledge, in a magic formula that is distributed challenging what is the competition of the social differentiation. Because, if San Pedro&#8217;s architecture is for an elite, that of the Modern Architecture is for everybody, it is a cultural product, not trivialized, to the service of the complete Society. It is with good reason that Tafuri says it is a revolution that doesn&#8217;t only come introduced through the ideology, but through the day-to-dayness in our lives.</p>
<p>Carmen: Another aspect of the text from Steiner would come due to the application to the politics of the Universities and of Investigation, of the production of knowledge that would come closer to the most conservative way. That is to say, there is a production of knowledge restricted to an elite that will prevail, and between that position and Steiner’s there is a clear likeness: that elite is favored in discrimination of other possible types of production of knowledge. This makes suspicious what can be found behind the current politics of Universities, of Education.</p>
<p>What we care about is that the attitude is what saves that conservative position, &#8211; Steiner also says so –. Attitude of humility, of being open to redo the positions and so. To appoint to a politic of addition or integration in a net, or in an elite, or in enclosed groups should only be a controlled adscription through the attitude, educational, communicable, of sincerity among the participants.</p>
<p>José Ramón: The consideration of Steiner is that facing the knowledge of technology there is a humanistic knowledge. He even says to what extent the Science dismounts this knowledge of the Humanities that is where he affirms himself. One of the problems we have, of divergence, of confrontation, regarding the university pattern that is coming, is not that this is conjugated from an elite knowledge, but rather that the knowledge of a single elite is promoted, that of the Science. If it was formulated from the elite of the Humanities, it would not be so detached (4).</p>
<p>But the elitist position of Steiner is also conservative, and it bets for the text that becomes context. As he says &#8220;it really carries a principle&#8221;, of shared truth. It is not a matter of sharing an use, imposed through the technique. What they are doing &#8211; no more and no less – is a kind of an &#8220;astoundment of the intelligence&#8221; so that, unconsciously, a series of answers to the environment take place. No, the text concept and context of this elite competes for the Truth, it is the improvement of Man&#8217;s concept, in a Norm that admits the dialogue with the Freedom. It is not to bet for the Freedom to under-insert a Norm, in a means of apparent Freedom, but rather this couple Norm-Freedom is really measured in the consideration of the search of Truth. There is the establishment of a hierarchy, and therefore of a Norm that doesn&#8217;t discuss the Freedom at all wishing to oppose the technological pattern to the pattern of the humanities.</p>
<p>But not only that. On this frame the reading of Bauman places it as the sequence of a development, (with the three revolutions) beginning in 1750, with a certain social structure. For us, in these readings of complexity, there is no more than the recognition that the partial and concrete readings we have done find, suddenly,  a kind of a complete organism, not as a discovery, but as something that is coherent with our position.</p>
<p>Regarding the readings of our speech, the meeting point with other speeches that are supplementing and knotting the panorama, makes the readings not lineal, but much more global and understanding, in the pursuit of the complete logics of the phenomena. For that reason now it would be relatively easy to include in our own panorama the XVIII and the XIX centuries, and to connect them with what is being raised. Even those study lines that seemed partial, such as the Ways of Life, when putting them in connection with the general development, with those global lines or veins that move four centuries, they get another sense and they can reach a great depth.  So that to return now to them, it means to exploit them in an astonishing direction. We would no longer keep a Genealogy of the ways of life as Monique Eleb Vidal has been outlining, but with how the ways of life have incardinated those global lines, where the readings go, from the singularity to the generality, in an almost automatic consideration. It can be spoken of a concrete work, such as the Galician Center of Contemporary Art of Alvaro Siza for instance, and at the same time to put it in connection with the Heidegger conception of the relationship between Space and World. The problem is that it is more difficult to explain it than to write it, with all the humility of that writing. The levels of complexity of the speeches that we are managing, can only subsist right now at a dialogic level, for that reason these sessions of the Seminar make its full sense.</p>
<p>NOTES</p>
<p>1. He refers to George Steiner´s, &#8220;About difficulties&#8221;, to &#8220;Regeln für den Menschenpark. Ein Atwortscreiben zu Heideggers Brief über den Humanismus&#8221; of Peter Sloterdijk and to &#8220;En torno al Humanismo. Heidegger. Gadamer. Sloterdijk&#8221;, of Félix Duque.</p>
<p>2. We refer to &#8220;About the reading of buildings and pictures&#8221;, in &#8220;Aesthetic und  Hermeneutic&#8221; of Hans George Gadamer.</p>
<p>BIBLIOGRAPHY</p>
<p>The sense of sight &#8211; Berger, John &#8211; Alianza-Forma &#8211; Madrid &#8211; 1985</p>
<p>Wahrheit und Methode &#8211; Gadamer, Hans Georg &#8211; Sígueme &#8211; Salamanca &#8211; 1960</p>
<p>Phénoménologie de l´Expérience esthétique &#8211; Dufrenne, Mikel &#8211; Fernando Torres Ed. &#8211; Valencia &#8211; 1953</p>
<p>Grammars of Creations &#8211; Steiner, George &#8211; Siruela &#8211; Madrid</p>
<p>Después de 5000 años: la revolución &#8211; Zevi, Bruno &#8211; 1968</p>
<p>Die Verachtung der Massen &#8211; Sloterdijk, Meter &#8211; Pre-textos &#8211; Valencia &#8211; 2000</p>
<p>Sphären I (Mikrosphärologie). Microesferología. &#8211; Sloterdijk, Meter &#8211; Siruela &#8211; Madrid &#8211; 1998</p>
<p>Culture as Praxis &#8211; Baumann, Zygmunt &#8211; Paidos &#8211; Barcelona &#8211; 1999</p>
<p>Selbstversuch. Ein gespräch mit Carlos Oliveira. &#8211; Sloterdijk, Meter &#8211; Pre-textos &#8211; Valencia &#8211; 1994</p>
<p>Vergangene Zukunft. Semantik Geschichtlichten Zeiten &#8211; Koselleck &#8211; Paidos &#8211; Barcelona -1979</p>
<p>On Difficulty and Other Essays &#8211; Steiner, George &#8211; FCE  &#8211; Mexico D.F. &#8211; 1978</p>
<p>Vergangene Zukunft. Zur Semantik Geschichtlichten Zeiten &#8211; Sloterdijk, Meter &#8211; Siruela &#8211; Madrid &#8211; 1979</p>
<p>Brief Über den Humanismus. &#8211; Heidegger. Gadamer .- Sloterdijk &#8211; 1976</p>
<p>Regeln für der Menschenpark &#8211; Gadamer, Hans Georg &#8211; Tecnos &#8211; Madrid &#8211; 1999</p>
<p>Die Sonne und der Tod Sloterdijk &#8211; Peter y Heinrichs, M-J  &#8211; Siruela &#8211; Madrid &#8211; 2001</p>
<p>Filosofía para el fin de los tiempos. Tecnología y Apocalipsis &#8211; Duque, Félix &#8211; Akal &#8211; Madrid &#8211; 2000</p>
<p>Sobre el interior y la interioridad &#8211; Teyssot, George &#8211; Casabella 681</p>
<p>Lo que resta de noche hasta el fin de las cosas &#8211; Duque, Félix &#8211; Sileno 11 &#8211; 2001</p>
<p>Culture as Praxis &#8211; Baumann, Zygmunt &#8211; Paidos &#8211; Barcelona &#8211; 1999</p>
<p>Histoire et Vérité &#8211; Ricoeur, Paul &#8211; Ediciones Encuentro &#8211; Madrid &#8211; 1955</p>
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		<title>Panorama of the architectural thought. IV Fifth  Part. Final Issues. Discussion.</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 21:37:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Chapter 14 of the book ON THE CURRENT SITUATION OF THE ARCHITECTURE: GENEALOGY, DIAGNOSES AND INTERPRETATION. ISBN: 84-96377-37-7 2005. Debates for doctors&#8217; formation. José Ramón Moreno Pérez, Rafael González Sandino, Carmen Guerra de Hoyos, Mariano Pérez Humanes, Carlos Tapia Martín, Félix de la Iglesia Salgado. Teachers and Researchers ETS Architecture Seville. José Ramón: First of [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=317&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#333333;">Chapter 14 of the book </span></strong><span style="text-decoration:underline;"><strong><a href="http://grupo.us.es/composite/IndexLib.htm"><span style="color:#333333;">ON THE CURRENT SITUATION OF THE ARCHITECTURE: GENEALOGY, DIAGNOSES AND INTERPRETATION</span></a></strong></span><strong><span style="color:#333333;">. ISBN: 84-96377-37-7 2005. Debates for doctors&#8217; formation. José Ramón Moreno Pérez, Rafael González Sandino, Carmen Guerra de Hoyos, Mariano Pérez Humanes, Carlos Tapia Martín, Félix de la Iglesia Salgado. Teachers and Researchers ETS Architecture Seville.</span></strong></p>
<p>José Ramón: First of all, we will locate the logic that takes us to the position we are going to see today. Of all the lectures on the elapse of Architecture that had been consulted during the last years, there were few that established a continuity beyond the XXth century. Since the first readings carried out by Rafael that anchored part of the explanation of the XXth century, first in the XIXth century and later on in the end of the XVIIIth century, and that today we could even carry back into the XVIIth century in an absolutely clear way, a series of landmarks have been happening that actually were building in a very partial and fragmentary way, the vision of a unique,changing and at the same time repetitive structure that already extended clearly to what we can call &#8220;Modernity Era&#8221; and that would cover from the middle of the XVIIth century until the XXth century.</p>
<p>Rafael: When I came closer to this topic, I was always worried about the vision of Tafuri, which is absolutely acceptable, bearing in mind all the ideological contents. Tafuri&#8217;s lecture begins in the first Renaissance, because the phenomenon he is studying is the Bourgeois Culture, Liberalism and Capitalism. They are all in germination, in the first Rationalism of Renaissance, and they actually don&#8217;t stop growing until their summit in the XIXth century, and to what later is supposed to be their crisis. Therefore, it was indispensable, for a Leninist Marxist vision, to begin there, there was no other possibility.</p>
<p>José Ramón: Also because in &#8220;Theories and History&#8221; a conductive thread exists, that  consists of: since the temporary characterization of Vanguard is its non-historical character, -he says it almost with these words-, it would not be about to deny that non-historical character, but &#8220;to do it historically&#8221;, to show that it is a historical phenomenon. That is an aspect that is completed with the demonstration that there is not an Architecture of classes, but a class critic to Architecture, and therefore to the bourgeois arch. Nevertheless, they fall again into an absolutely fictitious consideration, as Peter Eisenman proves later, and it is that Modernity is not actually a period that follows the great protagonism of Bourgeoisie, but it is rather continued by other means, as it has been shown later on. But to arrive there, things have had to take place, like the fall of the wall of Berlin, or the dissipation of the categories of confrontation, that before seemed like a dialectic of positive and negative, and really to be able to maintain a more complex vision of what was happening.</p>
<p>Rafael: This lecture is full of sense, it is true that Bourgeoisie is born in the first Renaissance, in the same way Rationality is born as rule of the world, not in Renaissance but in the Scholastic pre-Renaissance; it is in the last Gothic when  Rationality appears, being absolutely decisive in Architecture -rationality of the Gothic-. Sense keeps bearing in mind that, indeed, there is a complex arch, in which one class itself reaches the power progressively, and it is supposed it is about to lose it, to give entrance, nothing less than to a new era that would not come but with its decline.</p>
<p>The micro-explanations that were given of this phenomenon, even the most advanced, made emphasis in a kind of remission to an origin, but this origin, for all the attitudes that opt for Rationalism, or for the Rationality applied to Architecture with the modern scientific sense, or to the other forms of social organization, has an antecedent in Illustration.</p>
<p>The origin could be then found in the Illustrated phenomenon, and continues in the progressive landmarks that were arising through time until affirming this birth, leaving Romanticism aside, -except in our lectures-, with a whole range of successive explanations they extend from this movement until our days: on the white side the whole appearance of subjectivity, on the black side the abyss, nihilism.</p>
<p>My lecture actually consisted to see, in the few existing landmarks, how there is really a series of facts that lead to Rationality, -because to call once more Rationalism to the Modern Movement is lovely-, to the rationalism of the Modern Movement, but all the Romantic contributions were carefully left aside, among other things because they appeared as perverted by its assumption by Bourgeoisie, because only located in the XIXth century it can be understood that the fight of all Realism is against Romanticism assumed by Bourgeoisie. Even to pursue the Romantic thing through its deformation-corruption, but also socialization and adoption by the Bourgeois Culture, as its phantasmagoric ideology, that is to say, the configuration of their dream, to call it in a way, because if Bourgeoisie has dreams, those dreams are Romantic.</p>
<p>José Ramón: anyway, I was almost considering historical nature and not the fabric of the explanation. What appear then are finer lectures, sharper, deeper, more complete, of singularities, with which we start from a group of points that  go  on building a link that finally meets with other connections. At the same time the lectures of general nature go outlining hypothesis that challenge the partial lectures, then the interaction is always a difficult interaction that goes from the general situation to the particular one, in a continuous feedback process, in which it is very difficult to locate things in their own logic. This is in fact the historical difficulty: to get lost in the partial study of the historical phenomenon, and to abandon the theoretical considerations that come from the general lectures, because evidently they produce adjustment problems, with which they are always forced to get lost in the particularity and they are not able to reach the generalities of the phenomena.</p>
<p>On the other hand we are forced to carry the heavy ballast of making a historical lecture not being historians, in a certainly bothersome situation, in the sense that we were not able to formulate speech, it was an entire preparation to formulate speech, and the speech was not formulated, or it was made very partially. Obstacle that we were able to  overcome with the approach to certain lectures of the exterior, for example, suddenly George Teyssot&#8217;s potent complex lecture, and Txatxo Sabater here in Spain who talks about a topic not considered by archictecture during a long period, except through formalist or stylistic considerations, that it is the whole topic of inhabiting, the Domestic Project. With it, we would have introduced ourselves, almost without wanting to, in the Material Culture and with it, in the point of view of Anthropology, that later has been so productive.</p>
<p>Making history, probably Tafuri, in an article written a long time ago, typed by himself, and transmitted to his pupils, in fact he always does it,  -although always from a certain ideological directionality, specifically from the Marxist-, it is a lecture of sociology of  Culture, where the great sociologists of Culture of the last thirty years appear, as Bauman or Anthony Giddens, and Luhmann, who sustain the cultural basis that will allow a more potent lecture.</p>
<p>That article gives place to &#8220;Project and Utopia&#8221; that, as you know, is a book that is not translated to Spanish and, therefore, it remains far from us.</p>
<p>The project of Tafuri doesn&#8217;t end until it appears, in the 80&#8242;s, the chief book of  cultural reading of Architecture, always with a very clear ideological project, from the revised Marxism, from that kind of Italian meta-marxism, that book is &#8220;The sphere and the labyrinth&#8221; that constitutes the closing of the historiographical project that has been started, not only by Tafuri, but by all the lectures that come after him,  because Tafuri is the key element of all that comes later.  This book appears then, as the end of a work that started with &#8220;Theories and History of Architecture&#8221;, where we can already find in its introduction that &#8220;The sphere and the labyrinth&#8221; is already foreshadowed as a project to define.</p>
<p>In &#8220;The sphere and the labyrinth&#8221; he outlines, not a history of Architecture, but what he calls, -from all the lectures that post-structuralism has already introduced, and fundamentally Foucault-, a historical project that is for Tafuri the synthesis of the historical  lectures that have been made of the whole period of Modernity, from Illustration until that moment, with criticism of extraordinarily important class component, and that it upholds, not for a reading in continuity but for a system of &#8220;research in small fieldworks&#8221; that acting,  he says &#8220;as sunflower paper&#8221;, they are able to show the structure of the period that is being studied.</p>
<p>In the first chapter it is made clear that that historical project, with a clearly established theoretical positioning, -which could be criticized in a certain moment-, where the roles of Culture, of Architecture, of Society, of Reason, of the Difference, of the Singularity, of the Repetition, are analyzed from a post-structuralist and &#8220;foucaultian&#8221; point of view. After the &#8220;Historical Project&#8221;, -as it could not be otherwise-,  follows Giovanni Battista Piranesi, &#8220;the crazy architect&#8221;, carrying out an extraordinary lecture of Piranesi, full of suggestions, but without explaining the keys, because he isn&#8217;t able to do it till later on, in a specific book on Renaissance, concretely in the introduction to &#8220;About Renaissance&#8221; that is titled: &#8220;Search of the paradigms&#8221;, where a complete explanation will appear. Then he settles on Piranesi, with a fine lecture, the destruction of what he calls &#8220;classic ordo&#8221; that is nothing more than what is happening in Architecture in the Illustrated Culture, with the duplication of culture in the construction of the artificial order, physical of the world. What is being made is, first, to verify the lack of last foundation of any human construction, that philosophers will do with the &#8220;God&#8217;s death&#8221;, the &#8220;death of Art&#8221;, and all the deaths that may come, that is to say, the verification of the lack of a last foundation that assures the Truth, or the Reason of what society affirms, that is also what happens with Piranesi.</p>
<p>In a second consideration, there is a statement that Humanity -that is a category that appears with Illustration, because before it didn&#8217;t exist -, when being constituted, it should know all what Humanity has done and all the summaries appear, the taxonomies, the accumulation of knowledge, no longer from a point of view, a set of instruments for religion as it had been before, but &#8220;neutralized&#8221; and put to the service of another ideology. Piranesi, in that sense, would maintain a kind of parallelism with what the Encyclopaedia is doing at that time with general knowledge, in Architecture; for that reason he is an architect who builds so little, because he is dedicated to a work that absorbs him.</p>
<p>And last of all appears, in the paroxysm of the dialectic that has been accompanying the construction of the &#8220;classic ordo&#8221; that is no other than the existent between foundation and destruction of the foundation, -explained with words of Tafuri, as norm and heresy-, appears what will be the foundation of the architectural Modernity. The coda of Piranesi is &#8220;the assembly&#8221; of Eisenstein, that contains the base of the Russian Formalism, at the end, of all the Formalism of Vanguard, no longer materialized in architectural key but in the new language of cinematography, as the investigation of the syntax that then will propitiate the assembly of the architectural scenarios in a much more dynamic way.</p>
<p>From this outburst it is passed with certain speed on the XIXth century, it continues being affirmed therefore in the hypothesis of Argan, that the XIXth century is a negative century, because ideologically it interests, then it will be demonstrated that it is not a negative  century, but a positive one, even of a more extraordinary positiveness than Vanguard. We have persisted in affirming that, from the strict function that the new order or the new social and ideological construction, that the XIXth century is much more outstanding for that project than the XXth century; this supposes an anatheme for some historians. The problem is that this happens at some levels absolutely hidden for Architecture, architecture doesn&#8217;t see anything but the reaction of the negative facing the positive, we don&#8217;t want historicisms, we don&#8217;t want eclecticisms, without recognizing that there actually exist some lines of real development of social, cultural and technological patterns for Modernity.</p>
<p>I said that it hastily passes through the XIXth century to give the jump to &#8220;Vienna, End of the  century&#8221;, because it is still more a laboratory than the French or German Vanguards. &#8220;Vienna, End of the century&#8221; constitutes the closing of all what has been development of Culture and the construction of the modern order until that moment. Closing as demonstration of the limits of its categories to Culture itself. This allows to understand Loos&#8217; lecture, that has been made after by Quetglas, or Karl Krauss&#8217; relevance later, or the appearance of the painting of Gustav Klint, it is about to force to the end limit, not the classic order, but the first order that has built Modernity that is the whole XIXth century (1).</p>
<p>Indeed constructivity and shape will pass in the end through the whole XXth century, as a vastly potent inheritance of the XIXth century, process in which Architecture doesn´t seem to get involved, but it is actually totally captured, mixed up in it. In &#8220;Vienna, end of the century&#8221; the strongest challenges will appear, one of them handed down by Wittgenstein, with all the later construction of one of the lines of thought that articulates the development of philosophy of the XXth century, neo-positivism, which won&#8217;t be seen in a clear way but from 1968 with the contributions of Gadamer, when philosophy accepts that the &#8220;construction of the sense&#8221; is alternative to &#8220;common sense&#8221; that neo-positivism is manifesting.</p>
<p>But also in &#8220;Vienna, End of the century&#8221; Elías Canetti is living, and from his window there is a view over Steinhof, whose colony has the votive church that Wagner builds, with all the flashy celebration of the Bourgeois Culture. In that moment Canetti is building the most potent speech that has been carried out of the continuity between XIXth and XXth century, through the category of Mass, reflected in his book &#8220;Mass and Power&#8221;, that won&#8217;t be published until the 50&#8242;s, because he spends more than thirty years writing it.</p>
<p>This means a line of continuity that doesn&#8217;t emerge, since Canetti detects it in the twentie&#8217;s, until the fifty&#8217;s, and that is thoroughly explanatory of what Modernity is. The line that takes thirty years to be brewed, since it suffers the &#8220;impact of masses&#8221;, until it is able to assimilate what happens in those years, evidently, overcoming the lecture of the Mass carried out by Freud, even overcoming the previous lecture on which Freud leans on. Freud when writing of the Mass, does it from the individuality, but he doesn&#8217;t outline the surmounting of individuality, factor that will be extraordinarily important at the end of the century, for example, for an architect as Koolhaas.</p>
<p>The third section, absolutely clear and ideological, consists of all the proposals of socialization of the production means, handed down by the republic of Weimar. The fourth episode is tremendously outstanding and it is about the lecture of the United States as another Modernity; in it appears constituted for the first time, the dialectic North American culture/European culture, factor that had not appeared before but handed down by Adolf Loos at a certain moment, fundamentally with the reference to the Material Culture.</p>
<p>Rafael: It would be necessary to find the line of the phenomenon of the Material Culture, that is not completely revealed in Europe, and that certainly explains the American culture.</p>
<p>Mariano: and that would connect with the person of Frank&#8217;s Lloyd Wright.</p>
<p>José Ramón: What Adolf Loos is manifesting, &#8211; without still referring to Frank Lloyd Wright -,  is how the basis material of that Culture is a much more potent basis than the European one, for example when he speaks of the saltcellar in North American restaurants, or of the habits of the bourgeoisie of New York, or when he talks about the industry as construction of an order, they are factors that are actually there and that will appear now, in an outstanding way, in the dialectica European city / North American metropoli. With what would also appear a categorization of questions that Architecture had already excluded.</p>
<p>The following section is a leap in the dark, and here there is a hole that Tafuri doesn&#8217;t  seem to detect, because the Second World War is an absolutely outstanding period for the construction of the artificial order in the one Humanity is determined, a construction in laboratory and handed down by the barbarism and the negativeness, but a construction. For that reason when it was discovered that IBM was collaborating with the Nazis in the organization, or in the control of the extermination fields, we cannot be surprised, because they are tuned in  the same key. In this sense, the last lecture of Juanjo Lahuerta, in the Docomomo, about the extraordinary similarity between the proposal of Mies Van der Rohe, with the American industrial order, and what is the productive order -we will call it this way-, of the Nazi extermination project, it really makes you suspect that there is a current, a magma to what all those considerations refer, and that have not been read from the History of Architecture.</p>
<p>Tafuri is building what actually connects these general projects with these particular entries, to finish with the European Neo-Vanguard and the North American Neo-Vanguard, in &#8220;L´architecture dans le boudoir&#8221; and &#8220;Jefferson&#8217;s ashes&#8221;, where this cycle would end what had begun between Illustration and Modernity.</p>
<p>In this lecture of Tafuri, nevertheless, some factors are left out, for example that, starting from the thirtie&#8217;s a new environment totally different to this is beginning to be built, the virtual character is appearing, with all the phenomena of Culture of Masses and of the Society of Show business. For that reason, when the anti-proposal of Koolhaas emerges, he considers it as a joker of Architecture, when in fact it supposes the appearance of some considerations that had previously escaped from the modern architectural culture (2).</p>
<p>Then, according to the lecture of Tafuri, it would be in first place, a supposition that would establish a complete arch of Modernity that covers from the Renaissance until the Modern Movement, with another arch superimposed to this, from the Illustration, with which it also shares things;  an overlapping, that hasn&#8217;t been spoken of, and that hasn&#8217;t been totally understandood, takes place here. It is in the Introduction of his book &#8220;About Renaissance&#8221;, when he dares to do a complete lecture, handed down by Art historians a bit separated from the most orthodox discipline, that is to say Klein and Chastel; Klein, in 1950 has already established a lecture of this temporary arch, very clearly from the point of view of the environment of Culture. Chastel also continuous it, following Klein, after his premature death. But not even the Art historians support this lecture, what there is finally is a registration of Modern Culture, and this registration, for the first time, allows Tafuri to establish a vector of complete understanding. Lecture about culture but handed down by Architecture; it still doesn&#8217;t give the clues because it understands that  Architecture is an autonomous phenomenon regarding Culture.</p>
<p>That would be probably the most advanced lecture from the architectural point of view, regarding the understanding of all this long period, although, partially there have been thorough partial lectures, for example the one that Josep Quetglas does in 87 in the program of History of Architecture, in the School of Barcelona, that supposes a quite interesting approach because it establishes a relationship between Culture and Architecture, but it does it fragmentarily.</p>
<p>At that time, these themes were floating in the air, as much as at a general level as at a particular level, until Bauman´s lecture appears -and for that reason it is so full of suggestions-, absolutely referred to the environment of culture. In the introduction he explains how, starting from the Illustrated Project, two specular worlds appear, that is to say, one would be the reflection of the other. Of these two worlds, the first one that would be the world of Culture, would register the field of the ideas, of ideologies, of thought, of values. In second place, appears the construction of what he calls &#8220;a physical order&#8221;, and I prefer to call it artificial environment. These two worlds appear interacted in a specular way, because this physical order looks at itself in the mirror of Culture, continually. In fact, when you see it this way, all the detailed lectures we can make polarize suddenly and enter in a deeper understanding.</p>
<p>So it happens that the stongest social contradictions that are taking place in the construction of this physical order, are idealized in the world of Culture, in the full sense of the word, that is to say, it would be the same behaviour as philosophy has, that consists in finding consonances where there is absolute dissonance in the world, if the world is dissonant, if it is a continuous confrontation between interests, selfishness, people, it is idealized in the world of Culture, establishing a basic principle that will gather together everything.</p>
<p>The basic principle is the indecisiveness; that is being brewed in the cultural environment with the help of very big, brutal, heartbreaking confrontations, is being idealized in the physical order, in the sense that none of the two aspects, neither the positive nor the negative are decisive. The fact of being indecisive doesn&#8217;t mean that the development of this culture doesn&#8217;t have phases, where the positive one is affirmed facing the negative, or the negative facing the positive; what will characterize the successive development of the phases of Culture will be in fact that the indecisiveness, the dialectic, or the confrontation between terms will be carried  towards one side or the other.</p>
<p>This process indicates the eras of development of the Modern world in the cultural environment, and its opposition with the world of physical order. The lecture is so complex because, as the project is duplicated in two categories, if one reads sequential and logically from the History of Art, because it is a world locked in itself with  its own internal logic, all what the development of the physical order may bring is forgotten. On the other hand this second world can also be read according to its own logic. The problem is that a complete lecture cannot be carried out from one of the sides, but rather it is necessary to analyze both visions and the interaction between them, with the added factor that the interaction doesn&#8217;t have to be immediate, but that it can move about temporarily.</p>
<p>For example, the concept of Culture, in order to appear as duplication of the physical order, and therefore, this physical order as an artificial order, it is indispensable the appearance of a previous factor, -as Lewis Mumford points out in &#8220;Technique and Civilization&#8221;-, the technology, clearly established as Technical Reason for Modernity, is however previous to this, because completely artificial devices are what take place from the XVIIth century, that go multiplying themselves until forming a heap that ends up building an artificial environment opposed to the natural environment. Due to this construction of the physical order that has taken place,  Culture will assume the concept of artificial already opposed to the natural one in the XVIIIth century.</p>
<p>Therefore they are two sliding levels, in which things begin to fit in a completely different way.  If we apply it, for example, to the environment of Culture, as it can be seen, during all the XIXth century,  Architecture is devoted to the development of the Styles, that is to say, it is dedicated to the representation, meanwhile the problem that is taking place in the physical order is the one of formulating a rationalized habitability, from its grade zero;  for that reason who assumes the construction of the physical order in the XIXth century is not Architecture, but the Domestic Project, relying on all the social agents that are not artists, because in Culture the social agents are producing an &#8220;idealized&#8221; image of the world below.</p>
<p>Culture is already in conditions of generating a &#8220;representation&#8221; of the Domestic Project in the XXth century, with Vanguards, but in the meantime this whole development, that is also a development of the cultural order, has already taken place before: value, hygiene, sense and understanding of life, ending up in family, an echo-nomy. The house is named, but through a series of new requirements: hygiene, social values. Nevertheless every time that the social agents of the Domestic Project, that belong to the cultural environment, every time they have representation problems, they will appropriate things of the development of Culture and they will introduce them in the Domestic Project; but even so they are two totally different considerations.</p>
<p>In the same way, the problem of the representation of Architecture in the world of culture, has a direct corroboration in the organization of the physical space, because Architecture tries to mitigate the foundation lack that has taken place at the end of the XVIIIth century, doing iconographic representation in this whole physical order. Therefore the processes begin to have a logic and a sense that they didn`t have before.</p>
<p>Mariano: anyway, the Domestic Project doesn&#8217;t belong, either to the world of Culture, nor to that of physical order.</p>
<p>José Ramón: but the fact is that no task belongs completely to one of the two worlds, they are duplicated on both sides, with a different hierarchy of the problems: in the world of Culture prevails the specular value, and therefore of the ideal, and in the physical order, that of Technology.</p>
<p>Rafael: here there is not a phenomenon of ignorance, nor a necessity of overcoming -to call it somehow-, the disciplinar autonomy of the architectural culture in connection with systems that are to a certain extent internal, and to a certain extent external; that is to say, Tafuri&#8217;s supports are, as in many others, in the relationship between the system of  Architecture, or internal system, with the external one represented by the productive economical system and the scientific system. Both systems are absolutely bound together, economy, the productive economical system, they are merged and reconverted to the new technology. These interactions take into account the depth of the architectural process in its development. Tafuri would have also to take charge of applying the results of man&#8217;s scientific investigation for the Domestic Project, but this is not the definitive step because what remains outside is the cultural system.</p>
<p>José Ramón: even going one step further, what appear as parallel and autonomous projects in this duplication, like Humanity, Technical Reason, Production, that is to say, all those that appear as fundamental components, all of which autonomous genealogies have been made, on one hand the world of economy is developed, on the other the productive world is developed and although we know there are interactions, these are always made building partialities, because Modernity orders it. All these partialities can be logical in themselves, but they can even be, as Architecture is, logical in their autonomous development interacted with the productive character or with another factor.</p>
<p>Rafael: This is the case of the typologies, for example; it is necessary to study them in connection with another subsystem that sustains them, that is the productive economical system.</p>
<p>José Ramón: then, as from Kant philosophy is not the speech of the global situation, of the entirety, we have been left without a center, substituted by autonomous speeches that, as sociologists are going to explain, have not been built autonomously, but rather they have been built from Culture and from the construction of a physical order, then here there is an organic base.</p>
<p>Rafael: The cultural system, that includes all the systems, in which, on the other hand, are influencing, in their way, the economic-productive systems.</p>
<p>José Ramón: The instruments with which modernity has been built are the world of Culture and the construction of an artificial Order.</p>
<p>Rafael: a historical entity has been snatched away.</p>
<p>José Ramón: the precise focus where all this world can be understood in its complexity has been snatched away, because it also reverts to the understanding of the process, because Architecture is an interacted system but what commands it is not Architecture, but Culture and the construction of the physical order, giving both a precise functionality to  Architecture and, within it a certain mobility. The contradictions of Architecture are produced by the non acceptance of the functionality that Culture and the construction of the physical order give it, the two big projects that are being generated. This is where the system has problems because the frame of those two worlds is so potent that it builds the image of the Modern character and the extreme sense of it, and it is giving to Architecture some tasks that Architecture doesn’t accept; it is clear that what takes place is an inadequacy between system-environment where the system dissolves itself or, as Modernity sought to, the system self-organizes the environment. Now it is easy to  understand in a full sense why Le Corbusier can say &#8220;Architecture or Revolution&#8221;, because a cultural sub-system could be able to polarize not only physical, but the whole environment;  there is a moment in which Architecture dares to state that Architecture is the unique intermediation between Culture and physical Order.</p>
<p>Rafael: and it is partly true, that the system that can organize this intermediation in a most complete way, is Architecture .</p>
<p>José Ramón: now at last, we can understand &#8220;The Extents of an integral architecture&#8221; of Walter Gropius.</p>
<p>Rafael: this is a power-loaded schema, but don&#8217;t forget that, when reading this lecture of the social character, we cannot only keep the sociologists’ lectures, that is to say, with the lectures that science of society gives us, because we already know what are the limits of sciences, but rather we have to be very attentive to those thinkers that have sensed thoroughly the nature, the sense, the destination, the anguish of this whole social system, I am thinking of Steiner, for example.</p>
<p>José Ramón: I agree with you completely, in fact this is like a genome hypothesis, the chain of the genome has two sections, it is duplicated, and now you already have pieces of that chain built with their own logic; if you begin to mount pieces of the chain and the theoretical pattern of the chain breaks, it implies that there is a defect there that is necessary to adjust. Because at a certain moment it can be established, does that duplicity always exist?, isn&#8217;t there a moment in which the two worlds are integrated? isn&#8217;t there a third world that is beginning to show? that is to say, a real dialectic;  the best thing about the pattern is that now it is possible to contrast it, even to break it and to build another model or to affirm that there is an absence of model.</p>
<p>Steiner&#8217;s lecture is pivoting on this whole development but from behind, and on a basic concept, hooked to the concept of Culture that is the concept of creativity, because Culture in its indecisiveness, is creativity or identity.</p>
<p>In that duality, creativity tries continually to break the pattern, to take it further on, creativity as sense construction. On the other hand, the identity is affirming what we possess in common. At the end, from a philosophical lecture, it would be again Neo-positivism, accepting the speaking acts as shared acts, and therefore as basic common sense, where we could locate Wittgenstein and also all the North American Positivism. From that duality it would be necessary to consider Steiner&#8217;s lecture.</p>
<p>Mariano: could we say that what happens with Modernity, of assuming that total responsibility of organizing Culture and physical order, and to endow them with an organic operation is something similar to what happens at the end of the XXth century with the world of Performance?</p>
<p>José Ramón: It is not exactly the same thing, but now we can establish a sequence of phases. The first phase would consist in the naturalization of Culture: Culture is an artificial product, built by man, therefore it isn&#8217;t at all natural, it is controllable by Reason, but a time arrives when Modern Society of the XIXth century itself, needs &#8220;to naturalize&#8221; Culture, therefore a second Nature takes place. At the other end, from the second world postwar period, what Culture is doing is to transform Nature itself into Culture. Then, where do the differential categories between Cultural Patrimony and Natural Patrimony go ? Are they fictitious lectures as Félix Duke says?</p>
<p>Rafael: a character, extraordinarily suggestive in some moments, and it would be worthwhile to incorporate in these crossed lectures would be the social psychologist. The lecture of the social nature would be very useful if it was sustained, as much in the scientific knowledge of society as in the non scientific vision, that involves in a utmost singular way that social process, and that would help to decipher how man is and how the social structure is, and what produces the Social Psychology.</p>
<p>José Ramón: but Social Psychology appears as a necessity of Culture for two operations: to build, from a heterogeneity an homogeneity, and at the same time, to preserve in that homogeneity the individual&#8217;s differential character. If we focus it again from Elías Canetti, from the concept of Mass, an absolutely new and modern phenomenon appears and it is that masses act as a collective individual that dissolves or absorbs the personal individuality and it makes the individual, like in a kind of mass of energy, to do things he had not even thought about, that attract and polarize him. That phenomenon that is a phenomenon of social psychology, and that simply studies what  happens, has a structural relationship with this world we are describing, relationship that Elías Canetti explains, when he says that what appears is a fundamental concept, that of metamorphosis, -that on the other hand is already in Nietzsche-, the modern individual is a subjected individual to a continuous metamorphosis as Helena Béjar registers at the end of the century.</p>
<p>Rafael:  Yes but, we are in one of those swaying moments of going forward and coming back, if at a certain moment the psychological or social-psychological view has been decisive, as much for Man&#8217;s understanding as for Modern Society, and the psychologist actually becomes the spiritual father, as the one who gives comfort, the consoler that can return to Man the parameters of his balance, somehow and at a given moment, Sociology shows that these lectures actually are not sufficient, &#8211; as it is verified in Helena Béjar&#8217;s book-, that in no way it is possible to substitute, neither man&#8217;s psychological view and the psychologist&#8217;s role in human life in the understanding of the phenomena, nor its directive, rector role, that is to say, if the healthy man was the man of deep vision in the XIXth century, the psychologist is the indispensable man in the XXth century to bring society into operation. The change is to accept that Sociology has deeper explanations that are not contained in Psychology and without which all this becomes undone and what is more, also perverted.</p>
<p>Jose Ramón: But what Sociology maintains is if I read a complex lecture at the hand of these two categories, any discipline can be submitted or would have to submit its statute in revision of this outlook. Then, what role is playing the appearance of psychology in culture as mirror of physical order, of social order?  In what dialectic in which culture boosts and in what period of culture are they acting those that build this development?</p>
<p>Rafael: The phenomenon of Psychology is important because the psychologist substitutes the priest, the religious vision with its germ of hope, of balance&#8230;</p>
<p>José Ramón: but we also forget something else: the role that Psychology plays here in each moment, because it is not the same this binomial Culture-physical order, in the outburst of Illustration that at the end of XXth century, because an accumulation of substantive contributions takes place, those of Benjamin, those of Baudrillard, that modify the role that Psychology occupìes regarding the perversion of the cultural system itself, or the change in the social agents.</p>
<p>Rafael: the psychologist occupies the place, or substitutes that idea of social engineering. At the specific moment of the appearance of Science, appears the idea of the social engineer, who is the technically qualified man in a scientific way, to organize, to order and to direct the production, to avoid the big conflicts etc. That idea gets lost, even when one thinks that the projects should really be built by social engineers, mainly the true projects of man. This is the task that is progressively substituting  psychologists who assume nothing less than that role of order, healer, redeemer, that significant role of understanding Society.</p>
<p>José Ramón: but that is in the Illustrated Project in an absolutely clear way, because the Illustrated Project is based on a dominant dialectic, between an Elite that possesses knowledge, and an amorphous Mass that needs to be educated. That is to say, all the course of this Modern period pivots on this duality until arriving to the current situation, where the socialization of the production facilitates the transfer of knowledge to the Masses, to the point of rejecting the technicians, or of assuming the ordinariness.</p>
<p>Rafael: it would also be convenient to count with great speeches of Psychology and their role in the configuration of the intimate society, always keeping in mind the limits of Science, and how many deep visions of this society can come to us, from non-scientific people, for example poets or writers.</p>
<p>NOTES</p>
<p>1. For a genealogy of what this moment means for our present, M. Cacciari &#8220;Psthumous men. Viennese culture of the beginnig XXth&#8221; Spanish edition in Península, Barcelona 1989.</p>
<p>2. A critic over the lacks of these historiographics projects: P. Tourmikiotis, &#8220;The historiography of Modern Architecture&#8221;. Spanish edition in Mairea/Celeste, Madrid 2001.</p>
<p>BIBLIOGRAPHY</p>
<p>Ricerca del Rinascimiento. Principi, Cittá, Arhitteti  -  Tafuri, Manfredo  -  Cátedra  -  Madrid  -  1992</p>
<p>Culture as Praxis  -  Baumann, Zygmunt  -  Paidos  -  Barcelona  -  1999</p>
<p>Teorie e Storia della´Archittetura  -  Tafuri, Manfredo  -  Laia  -  Barcelona  -  1968</p>
<p>Dallo steinhof. Prospective  -  Viennesi. Cacciari, Máximo  -  Península  -  Barcelona  -  1980</p>
<p>Masse und Match  -  Canetti, Elías  -  Galaxia Guttemberg  -  Madrid  -  1960</p>
<p>Grammar of Creations  -  Steiner, George  -  Siruela  -  Madrid</p>
<p>El ámbito de lo íntimo. Privacidad, individualismo e intimidad  -  Béjar, Helena  -  Alianza  -  Madrid  -  1988</p>
<p>The Historiography of modern Architecture  &#8211; Tourmikiotis, P.  -  Mairea/Celeste  -  Madrid  -  1999</p>
<p>Scope of Total Architecture  -  Gopius, Walter  -  Ediciones La Isla  -  Buenos Aires  -  1955</p>
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		<item>
		<title>Panorama of the architectural thought. III Fifth  Part. Final Issues. Discussion.</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 21:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>outarquiaspubli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ebook "About of actual architecture: commons, diagnostics and interpretation"]]></category>
		<category><![CDATA[English]]></category>

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		<description><![CDATA[Chapter 13 of the book ON THE CURRENT SITUATION OF THE ARCHITECTURE: GENEALOGY, DIAGNOSES AND INTERPRETATION. ISBN: 84-96377-37-7 2005. Debates for doctors&#8217; formation. José Ramón Moreno Pérez, Rafael González Sandino, Carmen Guerra de Hoyos, Mariano Pérez Humanes, Carlos Tapia Martín, Félix de la Iglesia Salgado. Teachers and Researchers ETS Architecture Seville. José Ramón: Today&#8217;s session [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=outarquiaspublicaciones.wordpress.com&amp;blog=11354927&amp;post=314&amp;subd=outarquiaspublicaciones&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color:#333333;">Chapter 13 of the book </span></strong><span style="text-decoration:underline;"><strong><span style="color:#888888;"><a href="http://grupo.us.es/composite/IndexLib.htm"><span style="color:#333333;">ON THE CURRENT SITUATION OF THE ARCHITECTURE: GENEALOGY, DIAGNOSES AND INTERPRETATION</span></a></span></strong></span><strong><span style="color:#333333;">. ISBN: 84-96377-37-7 2005. Debates for doctors&#8217; formation. José Ramón Moreno Pérez, Rafael González Sandino, Carmen Guerra de Hoyos, Mariano Pérez Humanes, Carlos Tapia Martín, Félix de la Iglesia Salgado. Teachers and Researchers ETS Architecture Seville.</span></strong></p>
<p>José Ramón: Today&#8217;s session was to make a summary of what we had been seeing, and mainly, we should work to establish a line of investigation that must be made on a specific project, it cannot be anymore generic, like a statement of intentions, but rather  it has to be delimited, with a certain focus.</p>
<p>Rafael: We could do two operations at the same time: one, to point out what actually would be the investigation project already started where operatively also appeared the tasks in which would be overlapped other works. The other one would be to review, to summarize and to finish the outlined questions.</p>
<p>Carmen: I had been seeing what range of topics we had been dealing with, with their possible gaps and their extension and I found one, the first, that would be formed by the duality de-construction/construction, or if you want logocentrism and disassembly of the logocentrism, or culture and counterculture, that we had registered fundamentally at the present time, by the middle of the XXth century, with Sartre and, at the beginning of the century we would say, and what would be left would be to register it in Romanticism and Illustration, because until there they would arrive clearly.</p>
<p>A second line would be the evolution of culture of the Performance, technological society and the concept of Mass, in parallel, in the wide frame that goes from the XVIIIth and XIXth centuries, &#8211; depending on each one of the factors -, until our days.  Other outlined concepts that can require a bigger development would be the two types of actions, the &#8220;Agere&#8221; and the &#8220;Facere&#8221; that have a lot to do with the duality construction/de-construction. It could be studied more thoroughly, how these terms interact, mainly in topics like Phenomenology and Hermeneutics. The fourth topic could be the relationship between Art, Architecture and Society in the whole cycle, seeing the relative role of the architectural discipline regarding the rest of the society.</p>
<p>These would be in principle the &#8220;horizontal&#8221; lines that pass through the whole panorama we have been studying, later there would be a kind of series of subjects that would transverse these and they would be the relationship past-present-future, man&#8217;s relationship with the environment, the disciplinary reopenings and man&#8217;s autoimage, regarding consumption, ways of life, to the symbolic meaning and the local-global atmosphere.</p>
<p>José Ramón: Trying to synthesize a little the topic, the fact is that after the last readings of Sociology, a concept of culture is created, that shows a vision or a complex construction of what the development of the historical arch is, that goes from Illustration to our days.</p>
<p>It is obviously a very pure reading but at the same time, of big categories too, that is to say, it doesn&#8217;t categorize in order to leave the purity of singular knowledge, but rather it constantly interrelates it.  Although the speech or the position of the discourse is on big lines, or of big questions, it already outlines the reading of the whole cycle. Then this is a reading that has been made during the last twenty years, to which Architecture has attended in a totally marginal way, with absolute singular, really scarce contact points and that, suddenly shows a total different vision, let us say that it is like a magnet put in our work field: it polarizes all our work. The polarization  not only doesn&#8217;t invalidate our work but it rather develops it extraordinarily.</p>
<p>This introduces a big challenge, because it outlines a tightened arch that needs  building, extending this concept of Culture to the Project of Illustration that would constitute its inauguration and besides and surprisingly even using the same term that is used in De-construction, referred to the same quotation as Derrida uses, indescribability concept, because indescribable would be a term already used at the outset.  What we are speaking about then is of big structures that pass through two or three centuries, where besides the architectural culture as a cultural, social, and productive phenomenon at the same time, plays the same role as a sunflower paper: to confirm the thesis that is being raised.</p>
<p>The proximity of our positions with those of Sociology becomes patent when we summarize the questions we have been dealing with in these Seminar sessions, because they are the same ones that are floating in that approach of culture’s sociology. Indeed they will appear as a continuous chain, the de-construction/construction topic, the topic of evolution of a history of Mass, of a history of Performance and a history of Technology, &#8211; although in the XVIIIth century they obviously aren&#8217;t called themselves Mass, Performance or Technology -. If then we introduce the categories that we study in those big structures, a swelling of the topics takes place immediately, that would almost imply a re-writing that besides is also what we are trying to make, that is to say that this way of operating is not strange to us but it rather comes in addition to a reinforcing vector to our positions. However, the material we have at our disposal requires a synthesis and at the same time an explanation.</p>
<p>Rafael: Many times we have found and debated many emergency lines &#8211; to give them name -, of transformation and of continuity through transformation, of the magma of ideas, principles, contradictions that generates the contemporary status and that extends its fluctuations and transformations until now.  Always with the idea of not establishing a limit, a closing, but an arch of continuos feedback with the previous dynamics. Non-linearity, therefore, until progress and closing but re-conditioning of knowledge and besides we have established a drawing, very fragmentary, of the categories.</p>
<p>Then, what we propose now is that task as a challenge. When we look deeper into questions of origin in the XXth century and it seems that also in cuestions of the end of the century, this takes us back to the idea that it is still worthwhile not to forget the origins further the origins: origin of Rationalism, origin of the idea of Science, origins of the Contemporary status and therefore of society, of a rational scientific society, with their non scientific compensation, because, constructions and de-constructions are already there. And besides, as normal, it seems that Sociology has already appeared in this field, shuffling these categories.</p>
<p>Then it would be to see, up to what  point we can enter in a tense and intense relationship with these categories, saying things they have not seen, but at the same time taking advantage and trying out our own theories. Indeed it is necessary to do this, as well as checking if similar lines exist, for example in philosophy. In some moments, Sociology has been essential, the same as when we approach the topic of housing, from the evolution of Architecture with the intimate society, without sociology we would have lacked a substantial part of the line of argument.</p>
<p>José Ramón: I agree with you completely. If we come closer to the surprising image of the duplicated world that offers at the end of the century Félix Duke, in &#8220;At the end of time&#8221;, you face the fact that the whole Modern arch, from the Project of Illustration, is based on a duplication but, instead of being the social agents, now it is the media and instead of being artificial environment, now it is virtual environment. The environment where the duplication of order of what is wanted to built is elaborated is Culture, with the indescribability concept. Which one orders, Culture or the social practice that builds order?</p>
<p>Then to find this concept at the beginning and to follow its dilations allows us to understand why, suddenly the category of Mass is so important, because this category is one of those elaborated from the Project of Illustration, to dissolve the identity and to build a social conglomerate. The whole Project of Illustration that comes from the XVIIth century, is sustained by the consideration of a Mass and of an elite. It is absolutely clear that the appearance of Vanguard, at the beginning of the XXth century, is undoubtedly necessary, because in Art the two concepts or the two forces have been managed, as well as confronted: a conception of Culture where the principle of identity and therefore of continuity and tradition is the one that wants to be affirmed, and an emergency concept of continuous transformation that has at a certain moment Vanguard.</p>
<p>Those readings that are not strange to us, they actually reveal their potentiality when they interact with the most specific investigation we have developed in those categories, because suddenly they give you an absolute clarification of all what you are doing, mainly because Architecture gets a functional character.  What is most surprising of this whole story is, how it has been possible to sustain a specifically architectural reading during so long, how it has been possible to understand and to consecrate the specifically architectural reading as the reading of certainty and the reading of truth. That is to say, it is an affirmative fact for Architecture that the reading has always been an internal one, even when the reading has been an external reading, as the one that makes Tafuri in a certain moment, although Tafuri doesn&#8217;t end up connecting what is specifically architectural with cultural readings.</p>
<p>Rafael: What Tafuri attempts is to introduce the Marxist History’s dialectic, but as he knows &#8220;time has still not arrived&#8221;, there is a suspended speech in an unreal situation, an untruthful situation, it cannot be made but &#8220;critic of&#8221;, because nothing seems to arrive finally to the true end History should arrive. The problem we face now is how to make it, in an intensive or selective way?  What I mean is that one could take notice first, of the secuence of the revelations that sociology outlines, “de facto”, the beginning and the successive steps. On the other hand one could think about this development, not from a historical point of view but genealogical.</p>
<p>José Ramón: It cannot be historical, the good thing that sociological readings have is that they introduce categorical concepts.</p>
<p>Rafael: It would be necessary to gauge up to what point those genealogies can be made , and if they manage to reveal the feedback. And, parallel to this, to specify our own speech, to summarize our own thought, without trying to arrive much further on, but summarizing in all its potentiality;  there are some quite interesting things, for example the appearance of Positive Science in the XIXth century &#8211; it is a curious thing -, no comparison to science of the XXth century can be made;  they are different sciences and they operate in different ways, and to analyze how those sciences influence to Art, and how they want to influence in Architecture and they are not able to, because Architecture is developing other topics. Or for example, what value has Architecture of the XIXth century, how current notions are inserted, such as that of Patrimony that is found in this theme.</p>
<p>On the sociological part, it would be necessary to outline the landmarks that are indicated, in connection with the studies in this field, to mark the diagram in an intensive and extensive way, not only on the surface, but concretions. A diagram of the sociological reading, of the present genealogy, of the contemporary social structures, because casually, Modernity shows us, in a very qualified way, questions that did not appear before. The concept of subjectivity that appears, was not in any way in the Renaissance, the role of Science or the role of spirit or the revolutionary concept, the idea of a society totally different to the state society, they have nothing to do, they are born specifically and they are tied together. The society based on a Scientific-technique Civilization doesn&#8217;t appear until then, no matter if Romanticism also starts this. Mainly not to forget that this is a circular system, of feedback, between the XIXth and the XXth century.</p>
<p>José Ramón:  It is exactly that what sociological readings affirm, they even end up outlining which are the overlappings and the structural contradictions, which categories are and how those categories renew themselves. Their functional nature consists in understanding logically the sense of the subjects of investigation we have developed, for example, why suddenly the Domestic Project takes place in the XIXth century? that seemingly comes, or could come from the architectural environment. To what is being devoted Architecture while the Domestic Project is elaborated? why this tremendous separation? How is it possible that a declaration of Niestzche in 1889, in &#8220;Above the Good and the bad&#8221;, about the European man&#8217;s disguise search condition, &#8211; and he is speaking of historicisms, he is not speaking of any other thing -, can be so absolutely full of meaning and significance to understand its contemporary character?  Or how, the reference of Sloterdijk is suddenly re-turning to the origin of the questions that are implied in the Project of Illustration and in the Romanticism, as one of the dialectics. Or for example, the rejection of the current sociology that this is the time of nihilism, that actually this is the time of absence of values, reaffirming just the opposite, reaffirming that it is not that there are few values but rather that there are excessive values, that there is a multiculturalism rather than a nihilism, these are considerations that interlace with the understandings we have made.</p>
<p>Rafael: Now, for example, it would be necessary to re-read Architecture of the XIXth century, as the Bourgeois Architecture and stop seeing the bourgeois term as an essentially pejorative one, such a pejorative term that there is no bigger insult that to tell somebody &#8220;you are a bourgeois.&#8221; If we already discovered the value of Modernism and of Art Nouveau as the finishing touch of the cycle and we see how they built, in the same way as any dominant society, their Architecture.</p>
<p>José Ramón: On the one hand, absolutely infantile prejudices of understandings made in a certain moment fall and structural concepts that had been forgotten emerge again.</p>
<p>Rafael: it is a very risky thing, because if big conceptions are not very well tied together, they are evanescent conceptions.</p>
<p>José Ramón: Of course, that is the opposite direction. From the reading I have made just the opposite is deduced, that it is absolutely necessary to carry out concrete readings, or micro-readings if you want to keep in mind big categories.</p>
<p>Rafael: it is absolutely suicidal to outline our own understanding only and specifically from the architectural perspective, although it is evident that it is there where it has to arrive to its maximum definition, without keeping in mind that there is a sociological reading base, the reading of what societies are here in the beginning, with their antinomies that take place from the XIXth century until the XXth century, which are the ruptures, the lines of inflection etc.. how many successive ruptures, with all the inflection lines, it is absolutely suicidal to make these readings, with the level I made them, if sociology hasn&#8217;t made them previously.</p>
<p>To take it as a reference would make productive the re-reading of what we have done &#8211; impacting discreetly -, in stellar moments of transformation. Base sociology, analysis of the different flexions and feedback that constitute the evolution or the contemporary process, paying attention to questions that are not strictly Sociology, neither History of Architecture or of the architectural thought, that is to say, what fundamental factors in the evolution of thought have been the key to this development. We would say, of the texts of thoughts, as well philosophical as architectural thought. Sociology as base and approval to contrast the discoveries we have elaborated, re-elaboration of this material with this new base, because new things are going to appear actually, and allusions to moments, let&#8217;s call them key moments, exemplified or taken to the limit, in paradigmatic speeches of architectural thought and of thought as such, like it is in Mariano&#8217;s thesis (1), in which there are continuous references to thought, and how this has been thought philosophical and theoretically from Architecture, with which we would come closer to the thought that goes to the architectural practice itself, and then we would have the speeches that would be the works, paradigmatic works in each of the moments they exemplify.</p>
<p>Mariano: It will reorder the panorama completely.</p>
<p>Rafael: It will introduce all the questions that have arisen in fact, they did it through this territory, for not having kept in mind the concept of Mass, or the concept of Performance, or the concept of Image. With this support, accepted as good in principle, until subjecting it to the test of truth. But this would be the deal, the meditations of Sociology, the reflections of Theory of Architecture, and the Social Theory or Anthropology.</p>
<p>Put to the test the limits of the speeches, observations, discussions, have been made by this vector, it is its presence that allows us to detect absences of topics of which you cannot do without. This means that that is already stated as a handicap to the formalization of something else, later we would have to proceed, let&#8217;s say discreetly, still in a schematic way.</p>
<p>But it would be necessary to incorporate the big moments, such they are described in sociology, and the comparison with our positions, and later to get the reduction to paradigms that appear in speeches that, on the other hand, are sufficiently well-known ones, and to see which are the fundamental figures that introduce these overturns in thought. It is a question of re-reading critically and re-writing the whole speech, very intensively, not extensively, from the contemporary process, with the support and the point of contrast of sociology.</p>
<p>Mariano: Completing that task, seeing up to where has arrived the interpretation of the works that we have carried out in the last years.</p>
<p>Rafael:  that is to say: paradigms in thought, paradigms in works.</p>
<p>José Ramón: We can begin, for example, with the dialectic Culture-Nature that is also at the outset of the XVIIIth century, as you analyzed in your classes. Why does Architecture of the XVIIIth century use an universal language beyond the concretion of a specific problem? A look from the Cultural environment responds to the question: because the function which corresponded to Architecture was to order space, and to answer the objectives marked by Culture and the means.</p>
<p>Rafael: because the environment from which we&#8217;ll start building the world is Pure Reason.</p>
<p>José Ramón: The constructed order responds to the Cultural image and the duality identity-freedom can also be found, all the dialectics are here.</p>
<p>Rafael: On the other hand there was an extraordinarily interesting topic, that was how the term Art appears as Bildung, as construction, just when at a certain moment, the same as Science takes man&#8217;s image, Art will create like Nature, with the same capacity.</p>
<p>José Ramón: But that belongs to the second stage of the appearance of Culture, as the copy of the order, but what they need is to naturalize Culture, that&#8217;s to say, not culture as a constructed piece of information, as an artificial fact, but as something that exists, that determines us.</p>
<p>Rafael: If Nature is beautiful, Art should take on as a task the construction of a second Nature, more perfect than the first one, that&#8217;s to say, that the responsibility that is assumed, at the moment, is enormous.</p>
<p>José Ramón: That is a function that Culture demands of Art, as part of the construction of the objectives and the project that it is generating, this speech is in 1970, in &#8220;Culture as practice&#8221; of Zygmunt Bauman, although the introduction, in which it truly makes the work of synthesis of the concept, is when the reissue of the book takes place, in 1999.</p>
<p>NOTES</p>
<p>1.The thesis referred  belongs to Professor Mariano Pérez Humanes, titled: “Implications.  About the situation of architecture in the world of the image”. Seville 2001.</p>
<p>BIBLIOGRAPHY</p>
<p>Culture as Praxis &#8211; Baumann, Zygmunt &#8211; Paidos &#8211; Barcelona &#8211; 1999</p>
<p>Filosofía para el fin de los tiempos. Tecnología y Apocalipsis &#8211; Duque, Félix &#8211; Akal &#8211; Madrid &#8211; 2000</p>
<p>Masse und Match &#8211; Canetti, Elías &#8211; Galaxia Guttemberg &#8211; Madrid &#8211; 1960</p>
<p>Ricerca del Rinascimiento. Principi, Cittá, Arhitteti &#8211; Tafuri, Manfredo &#8211; Cátedra &#8211; Madrid &#8211; 1992</p>
<p>Teorie e Storia della´Archittetura &#8211; Tafuri, Manfredo &#8211; Laia &#8211; Barcelona &#8211; 1968</p>
<p>Im selben boot &#8211; Sloterdijk, Meter &#8211; Siruela &#8211; Madrid  &#8211; 2000</p>
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